Feliz Ano Novo in Sampa

É isso mesmo, mandei o texto da Mega Sena antes do “Feliz Ano Novo”, afinal, são fatos que aconteceram no ano passado e não tenho culpa de não ter tido tempo para escrever no dia 31, aliás, não ter tido tempo quase o ano inteiro.

Chega de “nariz de cera”. Tirando uma ou outra exceção, as comemorações de Ano Novo das quais eu participo, sempre são animadas e com gente legal, bacana e que, se pudesse, viveria sempre (well, na real eu vivo com uma e com alguns já vivi bastante tempo. =P). Nos últimos, sei lá, 15 para 17 anos (nem faço ideia das contas) passamos nossos réveillons (tá certo esse plural) na praia. Não precisamente na praia, mas em alguma cidade com praia perto. Talvez, desses 15 ou 17, tenha passado uns 70% na praia de fato.

Divaguei.


Fugimos disso!

Foram festas em Guarujá, São Vicente, Santos, Praia Grande e Mongaguá, sempre ali com a família ou amigos por perto. Mas sempre com a gente tendo que se matar para correr com a logística da coisa, ora tendo que ver uma carona, ora tendo que ver o horário dos ônibus, ora tendo que chorar para sair mais cedo para não pegar (muito) trânsito. Muitas vezes fracassando miseravelmente.

Esse ano, por conta do feriado ser um fim de semana comum maledeto (2012, para compensar, terá quatro dias para Natal e quatro para o Ano Novo), depois de muito especular, quase decidindo ir para Mongaguá, resolvemos ficar por aqui por Sampa, passando o primeiro ano novo em nossa própria casa. Própria não, mas vocês entenderam.

Nisso, tentando ver para onde iríamos, descartando a Avenida Paulista por conta da péssima qualidade de shows escolhidos, qual não foi nossa surpresa ao receber a ligação de minha mãe falando que subiria com meu irmão caçula e um dos nossos melhores amigos para passar a virada com a gente. Aí foi correr para comprar as coisas para fazer a ceia e as bebidas.


Disso também. E sem correr risco de pagar peitinho no G1

Apesar de tristes, pela família da Lu estar longe e ela querendo estar lá com eles, e meu irmão do meio não ter vindo, foi uma das melhores viradas de ano que já passamos. Mesmo com chuva e trancados num apartamento que mal cabem duas pessoas, nos divertimos enchendo a lata de cerveja, batidas de sakê e sidra, além de uma ceia para ninguém botar defeito e, novamente, o Wii como carro-chefe para muitas risadas.

Ah sim, além do lance da Mega Sena.

Mesmo no domingo, ainda chovendo bagarai (grandes merdas, no litoral também choveu e os fogos devem ter sido fraquinhos…) ainda fizemos algumas coisas, apesar da preguiça e do corpinho de quase 30 estar no modo “recarga”.

Não sei se passaremos mais algum ano novo aqui no Santa Cecília no futuro, acho difícil, mas do jeito que foi, coloca fácil como um dos mais legais da minha vida.

Se bem que, como disse, estando com amigos e a família que amamos, quase todas essas festas são as melhores da vida.

Feliz Ano Novo, turma!

O dia em que quase fiquei milionário

O título também poderia ser “O dia em que ganhei na Mega Sena da Virada”, mas a experiência foi tão bizarra, que achei melhor usar esse.

O título já entrega o conteúdo do texto, afinal, sem sombra de dúvidas, foi o mais perto que cheguei de, finalmente, ganhar na loteria. No maior prêmio do país. E acumulado.

Apesar de ter o hábito de só jogar em concursos acumulados, geralmente da Mega Sena, sempre acabo fazendo outros de outras loterias que chego a levar quase um mês para conferir, principalmente quando vejo que o prêmio principal sequer saiu para a cidade em que vivo. Mesmo da Mega Sena, demoro para conferir o jogo. Na Virada não seria diferente.

Mas aí aconteceu um fato curioso.

Quando mudei de canal, logo que terminou não lembro bem o quê no sábado, ia começar o sorteio na Globo. Meu irmão, que estava por aqui para passar o ano novo (assunto para outro post, se não bater a preguiça) correu e pegou seu jogo único para conferir. Para variar, sei lá se por superstição, nem me preocupei em pegar os meus.

Ao começar o sorteio, não cheguei a prestar atenção nos números, até que o amigo que estava aqui, o Carlos, achou engraçado sair o número 03 por último, sendo que já havia saído o 55 (linhas de ônibus de Guarujá, que por algum motivo idiota, sempre jogo). Quando ele falou que também saiu o 04. Corri para pegar meus jogos e conferir, afinal, lembrava que tinha jogado os tais números. Mais unzinho que saísse e era lucro certo.

Nisso, o Bariceli já tinha saído e o JN já estava no ar. Entrei no twitter e fui procurar os números. Achei, conferi e vi que acertei 4.

“Porra, já deve dar uns 1000 e pouco, já que o prêmio é mais alto!”, comemorei.

Ainda fiquei puto, porque achei que tinha acertado a quina, pois tinha um 39 no meu jogo, sendo que saiu um 36, mas tinha visto a bolinha de ponta-cabeça.

Lembrei que tinha outro jogo e fui conferir:

Meu jogo: 03-04-28-37-46-55
O que saiu:03-04-29-36-45-55

Reparem amigos, que nesse jogo não ganhei merda nenhuma, mesmo acertando três dezenas, mas o TRÊS números que errei são VIZINHOS dos que saíram. Não foi algo que passou longe ou um ou outro que deu a incrível coincidência, mas os TRÊS!


“O Bonilha se fudeu, heim amigos”

Obviamente que fiquei puto e não acredito até agora de ter passado tão perto de ganhar o sonhado prêmio de 170 milhões. A família me consolou e disse que, “pelo menos”, levei R$536,83 (junto com outros 85.581 filhosdaputa que meio que lamentam passar perto). Se o 39 que joguei tivesse saído, ou fosse 36 mesmo, seriam R$33.711,30, o que, aí sim, faria a alegria deste pobre escriba.

Enfim, nem retirei os 536 reais ainda, mas já tem destino certo: aplacar um pouco a ira do Santander tampando um pouco o rombo que tem lá. O que nem isso deve resolver direito.

Mas enfim, sei lá se terei outra chances dessas ou se passarei perto, mas uma coisa é certa: só não ganha mesmo, quem não joga.

E eu, pelo menos nos acumulados, continuarei tentando.

Update

Fui lá receber meu prêmio “milionário” e a moça da Lotérica disse que não poderia receber, apenas na Caixa, pois no meu jogo não acertei uma quadra, mas TRÊS quadras por conta da combinação do jogo de sete números!

É, que 2012 continue nesse embalo.

O dia em que quase fiquei milionário

O título também poderia ser “O dia em que ganhei na Mega Sena da Virada”, mas a experiência foi tão bizarra, que achei melhor usar esse.

O título já entrega o conteúdo do texto, afinal, sem sombra de dúvidas, foi o mais perto que cheguei de, finalmente, ganhar na loteria. No maior prêmio do país. E acumulado.

Apesar de ter o hábito de só jogar em concursos acumulados, geralmente da Mega Sena, sempre acabo fazendo outros de outras loterias que chego a levar quase um mês para conferir, principalmente quando vejo que o prêmio principal sequer saiu para a cidade em que vivo. Mesmo da Mega Sena, demoro para conferir o jogo. Na Virada não seria diferente.

Mas aí aconteceu um fato curioso.

Quando mudei de canal, logo que terminou não lembro bem o quê no sábado, ia começar o sorteio na Globo. Meu irmão, que estava por aqui para passar o ano novo (assunto para outro post, se não bater a preguiça) correu e pegou seu jogo único para conferir. Para variar, sei lá se por superstição, nem me preocupei em pegar os meus.

Ao começar o sorteio, não cheguei a prestar atenção nos números, até que o amigo que estava aqui, o Carlos, achou engraçado sair o número 03 por último, sendo que já havia saído o 55 (linhas de ônibus de Guarujá, que por algum motivo idiota, sempre jogo). Quando ele falou que também saiu o 04. Corri para pegar meus jogos e conferir, afinal, lembrava que tinha jogado os tais números. Mais unzinho que saísse e era lucro certo.

Nisso, o Bariceli já tinha saído e o JN já estava no ar. Entrei no twitter e fui procurar os números. Achei, conferi e vi que acertei 4.

“Porra, já deve dar uns 1000 e pouco, já que o prêmio é mais alto!”, comemorei.

Ainda fiquei puto, porque achei que tinha acertado a quina, pois tinha um 39 no meu jogo, sendo que saiu um 36, mas tinha visto a bolinha de ponta-cabeça.

Lembrei que tinha outro jogo e fui conferir:

Meu jogo: 03-04-28-37-46-55
O que saiu:03-04-29-36-45-55

Reparem amigos, que nesse jogo não ganhei merda nenhuma, mesmo acertando três dezenas, mas o TRÊS números que errei são VIZINHOS dos que saíram. Não foi algo que passou longe ou um ou outro que deu a incrível coincidência, mas os TRÊS!


“O Bonilha se fudeu, heim amigos”

Obviamente que fiquei puto e não acredito até agora de ter passado tão perto de ganhar o sonhado prêmio de 170 milhões. A família me consolou e disse que, “pelo menos”, levei R$536,83 (junto com outros 85.581 filhosdaputa que meio que lamentam passar perto). Se o 39 que joguei tivesse saído, ou fosse 36 mesmo, seriam R$33.711,30, o que, aí sim, faria a alegria deste pobre escriba.

Enfim, nem retirei os 536 reais ainda, mas já tem destino certo: aplacar um pouco a ira do Santander tampando um pouco o rombo que tem lá. O que nem isso deve resolver direito.

Mas enfim, sei lá se terei outra chances dessas ou se passarei perto, mas uma coisa é certa: só não ganha mesmo, quem não joga.

E eu, pelo menos nos acumulados, continuarei tentando.

Update

Fui lá receber meu prêmio “milionário” e a moça da Lotérica disse que não poderia receber, apenas na Caixa, pois no meu jogo não acertei uma quadra, mas TRÊS quadras por conta da combinação do jogo de sete números!

É, que 2012 continue nesse embalo.

O ano de 2011

Se teve algo que fiz muito esse ano foi escrever no último dia do mês. Aliás, se teve algo que NÃO fiz muito em 2011 foi escrever.

Acho que 2011 foi o ano que, infelizmente, me afastou do jornalismo. Por mais que eu participe do Visitantes FC ou escreva, mal e porcamente, por aqui. Até emprego na área eu recusei.

Não há dúvida que meu grande momento de 2011 – aliás, da minha vida – foi meu casamento com Lucilene. Depois disso, só foi pagar a conta da brincadeira.

2011 ficará marcado também por perdas que me abalaram de alguma maneira, caso do meu tio – que nem tive coragem de escrever sobre – e do Alê Rocha, que apesar de não ser próximo pessoalmente, conversava todo dia no twitter e acompanhava sua luta diária na torcida para tudo dar certo.

Foi um ano engraçado no que se refere a lazer. Primeira vez em anos que não fui em nenhum dia ao cinema, não fui a nenhum show e não fui ver o São Paulo jogar. Só vi um jogo da Lusa e só. Aliás, foi melhor que fiz do que arriscar a ver um jogo do tricolor e não passar raiva.

No primeiro semestre arrisquei a fazer francês e fui obrigado a parar por falta de verba. Nisso, tenho francês, espanhol e inglês agora. Tudo no nível básico.

É, 2011, tirando meu casamento, foi chato. Não deu para fazer nada, seja por preguiça ou dureza. Para 2012, acredito que será diferente, ainda mais sendo o ano 30.

Mas isso é assunto para outro post.

Feliz Ano Novo aos 2 ou 3 leitores que sobraram.

Alê Rocha

Passei a manhã toda pensando se escreveria esse texto ou não neste blog relegado ao esquecimento pela minha pessoa. Levei em consideração que deu a vontade de escrever e – como ela anda rara – não podia desperdiçar, ainda mais falando do cara que era o Alê Rocha

Conheci o Alê no dia do evento de lançamento do livro dele. Quando ele chegou, de cadeira de rodas, até me assustei, preocupado se era para ele estar lá, mas no rápido bate-papo que tivemos, entendi o porquê daquele cara ser um exemplo de vida, de luta e de enfrentamento a algo que muitos – e muitos mesmo – só esperariam pelo dito destino selado.

Sempre rindo, simpático, atencioso com todos que estavam ali, enfim, em nada remetia ao cara que estava numa cadeira de rodas e lutando contra uma doença bem da filhadaputa e que ele brigava todo dia, sem temor algum.

Falei pouco com ele nos mensageiros instantâneos e muito no twitter, sendo que acompanhava seus textos desde 2006 ou 2007 e, só nesse período, fiquei sabendo da sua doença.

Não me alongando sobre o que era, sintomas, como prevenir (tem como?) etc, a hipertensão pulmonar, só posso dizer que o Alê brigou com tudo que tinha e mais um pouco para viver, principalmente quando viu que, para sobreviver, era necessário fazer o transplante de pulmão, algo para lá de arriscado, ainda mais quando se tem a triste notícia de que todo mundo que fez esse transplante não resistiu.

E o Alê não se abateu com as estatísticas, encarou a longa fila, descaso do poder público para receber os remédios, crises e, quando finalmente chegou a hora, do transplante, com todos os riscos envolvidos, mandou essa mensagem no twitter:

Nem parece mensagem de alguém que ia fazer uma operação de extremo risco e que poderia nem contar a história depois.

Infelizmente, após o transplante, aparentemente, correr bem, surgiram algumas complicações e, hoje de madrugada, o Alê não resistiu e finalmente descansou.

É estranho, terminando este texto, estar tomado pelo sentimento de tristeza por alguém que, aparentemente, não era íntimo, só trocando mensagens no twitter e lendo seus textos. Talvez seja algo novo, trazido por esta geração 2.0 onde as amizades reais andam de mãos dadas com as virtuais.

Enfim, deixo aqui como homenagem uma música de uma das bandas preferidas do Alê, postada pelo Rodrigo Borges, no twitter, e uma promessa de tentar reclamar menos (sei, difícil) e curtir a vida cada vez mais, como o Alê fazia…

Alê Rocha

Passei a manhã toda pensando se escreveria esse texto ou não neste blog relegado ao esquecimento pela minha pessoa. Levei em consideração que deu a vontade de escrever e – como ela anda rara – não podia desperdiçar, ainda mais falando do cara que era o Alê Rocha

Conheci o Alê no dia do evento de lançamento do livro dele. Quando ele chegou, de cadeira de rodas, até me assustei, preocupado se era para ele estar lá, mas no rápido bate-papo que tivemos, entendi o porquê daquele cara ser um exemplo de vida, de luta e de enfrentamento a algo que muitos – e muitos mesmo – só esperariam pelo dito destino selado.

Sempre rindo, simpático, atencioso com todos que estavam ali, enfim, em nada remetia ao cara que estava numa cadeira de rodas e lutando contra uma doença bem da filhadaputa e que ele brigava todo dia, sem temor algum.

Falei pouco com ele nos mensageiros instantâneos e muito no twitter, sendo que acompanhava seus textos desde 2006 ou 2007 e, só nesse período, fiquei sabendo da sua doença.

Não me alongando sobre o que era, sintomas, como prevenir (tem como?) etc, a hipertensão pulmonar, só posso dizer que o Alê brigou com tudo que tinha e mais um pouco para viver, principalmente quando viu que, para sobreviver, era necessário fazer o transplante de pulmão, algo para lá de arriscado, ainda mais quando se tem a triste notícia de que todo mundo que fez esse transplante não resistiu.

E o Alê não se abateu com as estatísticas, encarou a longa fila, descaso do poder público para receber os remédios, crises e, quando finalmente chegou a hora, do transplante, com todos os riscos envolvidos, mandou essa mensagem no twitter:

Nem parece mensagem de alguém que ia fazer uma operação de extremo risco e que poderia nem contar a história depois.

Infelizmente, após o transplante, aparentemente, correr bem, surgiram algumas complicações e, hoje de madrugada, o Alê não resistiu e finalmente descansou.

É estranho, terminando este texto, estar tomado pelo sentimento de tristeza por alguém que, aparentemente, não era íntimo, só trocando mensagens no twitter e lendo seus textos. Talvez seja algo novo, trazido por esta geração 2.0 onde as amizades reais andam de mãos dadas com as virtuais.

Enfim, deixo aqui como homenagem uma música de uma das bandas preferidas do Alê, postada pelo Rodrigo Borges, no twitter, e uma promessa de tentar reclamar menos (sei, difícil) e curtir a vida cada vez mais, como o Alê fazia…

Textinho do mês

Se tem uma coisa que a galera não pode reclamar, é da periodicidade deste blog, afinal, todo fim de mês tem um texto-nada-a-ver quentinho por aqui.

Como sempre tenho ideias legais que vou deixando para depois, preferi fazer um resumão do que foi este maravilhoso mês de outubro, só que ao contrário.

Enfim, brincadeiras à parte, outubro foi legal, afinal, completei 6 meses oficialmente casado e, após uma brincadeira, descobri que estava completando bodas de plumas e paêtes.

Nem deu para comemorar ou fazer algo do tipo, já estamos nos preparando para fevereiro, quando conheceremos a cidade do pós-sal, ou algo do tipo.

Já estou pesquisando sobre as mudanças que farei nessa bodega, que seguindo a tendência colaborativa da web, será escrito a várias mãos, mas ficando tudo em casa. Como vou mudar layout, autores e até o domínio, então vão aproveitando esses textos sem propósito e objtivo algum.

Enfim, é isso, ando mais caseiro, estudando voltar a praticar alguma coisa que faça meu corpo se mexer (RIP futebol), tuitando como sempre e planejando várias coisas para este espaço. Já que, por enquanto, não dá para planejar cursos ou algo do tipo até o meio do ano que vem.

Ok, já chega, é isso. Se gostaram, comentem, senão, leiam e viajem na maionese também.

Textinho do mês

Se tem uma coisa que a galera não pode reclamar, é da periodicidade deste blog, afinal, todo fim de mês tem um texto-nada-a-ver quentinho por aqui.

Como sempre tenho ideias legais que vou deixando para depois, preferi fazer um resumão do que foi este maravilhoso mês de outubro, só que ao contrário.

Enfim, brincadeiras à parte, outubro foi legal, afinal, completei 6 meses oficialmente casado e, após uma brincadeira, descobri que estava completando bodas de plumas e paêtes.

Nem deu para comemorar ou fazer algo do tipo, já estamos nos preparando para fevereiro, quando conheceremos a cidade do pós-sal, ou algo do tipo.

Já estou pesquisando sobre as mudanças que farei nessa bodega, que seguindo a tendência colaborativa da web, será escrito a várias mãos, mas ficando tudo em casa. Como vou mudar layout, autores e até o domínio, então vão aproveitando esses textos sem propósito e objtivo algum.

Enfim, é isso, ando mais caseiro, estudando voltar a praticar alguma coisa que faça meu corpo se mexer (RIP futebol), tuitando como sempre e planejando várias coisas para este espaço. Já que, por enquanto, não dá para planejar cursos ou algo do tipo até o meio do ano que vem.

Ok, já chega, é isso. Se gostaram, comentem, senão, leiam e viajem na maionese também.

Aí que…

Aí que você tem daquelas semanas pé no saco, onde quase tudo dá errado.

Aí que você dá duas caminhadas à toa, uma na terça e outra hoje, porque é burro e não tem senso de direção, se perdendo por nada.

Aí que você tem que aguentar o humor bipolar de uma pessoa que é quase, literalmente, o demônio encarnado, de tão chata e pé no saco que é.

Aí que com trânsito, ar seco, calor, ar poluído, sensação de areia nos olhos, rinite ameaçando atacar e tudo mais, ainda tem o Kassab para atrapalha ainda mais sua vida.

Aí que, mesmo assim, você não vê a hora de chegar em casa, colocar o som no alto, abrir uma cerveja gelada e relaxar.

Aí que, tendo que executar as tarefas de casa, lavar a louça, varrer o chão, limpar o aquário e a casa do hamster, mesmo assim, você faz com gosto e sem reclamar.

Aí que, aquela pessoa que transforma seu dia cheio de cinza numa noite colorida, chega da faculdade meio amoada, mas cheia de vontade de te ver, e tudo aquilo que foi dito acima desaparece num passe de mágica.

Aí que após as melhores conversas da noite, os melhores momentos e a melhor companhia, os dois vão dormir.

Aí que começa tudo de novo!

Sim, essa bodega tá praticamente mensal.