Meu Aniversário Surpresa (ou como prefiro chamar: Aniversário Bico)

Marcos, Eu, Daniel e D. Lúcia no niver bico.

Marcos, Eu, Daniel e D. Lúcia no niver bico.

No domingo dia 05/05 aconteceu uma das maiores surpresas ou golpe que esse Bonilha já levou e /ou viveu até o momento. Tudo começou com um plano da minha noiva Cristina, com a ajuda da família e dos amigos, começou a organizar tudo por volta de Janeiro. Enquanto ela armava tudo, o tempo ia passando.  E eu sem saber de nada, para variar.

Eu e a Cristina, responsável pela festa.

Eu e a Cristina, responsável pela festa.

Eis que numa sexta-feira, jantando com os colegas de trabalho da Cris, recebemos um convite para um aniversário infantil no mesmo dia do meu aniversário, 05/05. Num primeiro momento não topei ir pois estava com a ideia de comemorar em casa, afinal com a grana curta não dava para pensar em festa. Fui convencido com o argumento de que era uma ótima opção de comemorar o meu niver sem gastar.

Chega o grande dia e eu, sem saber de nada, com um embrulho do Ben 10 onde tinha um avião de plástico daqueles que se você apertar mais ele desmonta em trocentos pedaços na mão chego com a Cris no buffet onde seria o tal do aniversário infantil. Detalhe: Na porta do buffet tinha um monte de bexigas nas cores branca, vermelha e preta e eu sou corinthiano, mas beleza. Ao entrar  no buffet, eis a surpresa: todos os meus amigos e familiares reunidos fazendo uma festa danada e eu com aquela cara misto de surpresa, pânico e alegria. Quase voltei para a porta do buffet, mas dei de cara com o meu pai e acabei voltando para dentro do buffet. Por fim fiquei indo de um lado para o outro cumprimentando os amigos e familiares presentes escutando vários: Você é uma besta mesmo, por não ter percebido nada, entre outros palavrões piores rsrs.

Mas valeu cada momento e essa festa foi um daqueles momentos que irão estar para sempre gravados na memória e será história para contar no futuro de como eu fui para um aniversário infantil que na verdade era o meu aniversário infantil.

Abraços e até o próximo post.

 

 

 

 

 

 

 

12 anos e 2 anos!

Eis que abril está indo embora e, apesar do aperto para ajustar as finanças, posso dizer que foi um dos melhores meses dos últimos tempos, mesmo estando em férias praticamente caseiras.

Explico, neste mês completei, respectivamente 12 anos de união e 2 anos de casado com Lucilene e, ao contrário do que sempre ouvia, a TV prega e, algumas rodas de amigos comentava, foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida.

S2

Melhor foto!

Lu não é simplesmente só minha esposa. Ela é minha companheira, amiga, confidente, amante, enfim, tudo! Entramos em frias juntos, compartilhamos de momentos mágicos juntos e passamos por toda e qualquer situação, seja boa ou ruim, juntos.

Claro que há brigas, óbvio que de vez em quando nos desentendemos e, certeza, que há dias que um quer estrangular o outro, mas nada que não dure nada além de um sorriso, um pedido de desculpas e aquele momento mágico de reconciliação que fortalece ainda mais a relação.

Uma das coisas mais acertadas que fiz na minha vida, foi casar com a Lu e construir esse caminho juntos, caminho esse que, quem sabe em breve, possa ter a participação de mais uma ou duas ou três figurinhas, não é mesmo?

Algo que, por enquanto, ainda não está nos planos (calma galera!), mas já estamos planejando para providenciar assim que possível.

Enfim, só escrevi tudo isso para mostrar o quanto amo essa mulher e o quanto ela é importante para mim!

Te amo Lu!

Mais um aniversário e daí?

Esse aniversário foi “estranho”, talvez por não estar tão na vibe de comemorar os 31 anos ou, sei lá, talvez esteja certa aquela definição para lá de besta de que “depois dos 30, não se comemora, só lamenta”.

Como acho essa última meio forçada, fico com a primeira opção.

Chato desperdiçar a chance de comemorar o aniversário num sábado (ano passado foi ducaralho), mas, realmente, não estava lá com muito clima de fazer qualquer coisa ontem.

Alguns meses de idade

Já fui lindo.

Aquela coisa de ver que certas coisas não deram certo, notar que viver de renda com uma mansão, um carrão e a mulher gostosa aos 30 não deram muito certo, com exceção da mulher, que a cada dia que passa está melhor do que nunca.

Enfim, negócio é trabalhar cada vez mais, continuar jogando na loteria (proj. Cido), estudar e ir tocando o futuro, com mais pé no chão e menos sonhos, já que apesar de sonhar ser muito bom, chega a atrapalhar na hora de fazer as coisas com a cabeça.

E vamos ver como será esse ano XXXI…

Morre Chorão e parte da minha adolescência

Era o fim de 1997 e, como de praxe, ia de carona com um falecido amigo para escola falando sobre as perspectivas da temporada de verão, no rádio, de repente, entra “O Coro Vai Comê” que, na hora, virou minha música preferida por conta do rock nacional diferente que ali se apresentava.

Quando a música acabou, meu amigo tirou da Enseada FM e, sei lá porquê, colocou na Jovem Pan, passou um tempo e, do nada, entrou “Proibida para Mim”, para minha surpresa, da mesma banda da música da outra rádio, que era mais voltada para rock mesmo.

Melhor capa de disco deles.

Melhor capa de disco deles.

Na hora virei fã da banda por tocar músicas de diferentes maneiras, uma semana depois, com meu salário mínimo, comprei o CD, que ouvia direto.

Passado um ano, nunca sobrava grana para ir a um show, no começo de 1999 já bem famosos e com “Zóio de Lula” tocando a mil nas rádios, é anunciado um show no Caiçaras Clube, junto uma grana (sem a passagem de volta de Santos) e vou com um amigo que nem tenho tanto contato hoje, lá encontro mais alguns amigos e, sem brincadeira nenhuma, vejo o show mais legal que já vi na vida de uma banda nacional. Como sempre, não peguei ninguém, meu amigo se deu bem e voltamos a pé, dali da divisa até a ponta da praia, felizes da vida com aquele puta show que vimos.

Depois, o Charlie Brown Jr ficou mais comercial (Malhação e para tocar na Jovem Pan sempre) e eu comecei a curtir mais metal (Sabbath, Metallica, Slayer, Iron Maiden, etc. Depois viria outra fase, mas é outra história), mesmo assim, ainda fui em mais uns 3 ou 4 shows dos caras, inclusive como profissional. Infelizmente nunca entrevistei o Chorão, apenas o Pelado/Champignon/Marcão.

Em 2002 ou 2003 ainda comprei o Acústico MTV, na minha opinião um dos melhores (Titãs, Ira!, Cassia Eller, Zeca Pagodinho e Engenheiros juntos), passado um tempo, a banda “acabou” e meio que desencanei de vez do Charlie Brown, mesmo depois que voltaram dia desses aí.

Mesmo assim, é daquela bandas que marcaram sua adolescência, seja boa ou ruim, nem o Caiçaras, daquele show épico existe mais, aliás, um dos amigos daquele show mora no condomínio que tem no lugar.

Chorão não era gênio, poeta, nada, mas era um cara meio que com síndrome de Peter Pan e que, mesmo no auge do sucesso, tinha apenas no skate sua verdadeira paixão. Ainda assim, foi um dos últimos do rock nacional a fazer algo diferente e divertido, tocando uma geração com um pouco de protesto, carente nos dias de hoje, e, também, falando de músicas para “pegar umas minas” ou daquelas que são “proibidas para mim”, totalmente nada a ver com essas “músicas” de Restart, NX Zero ou outras merdas que nem mesmo a molecada de hoje gosta muito.

Foi-se um cara de 42 anos totalmente perdido depois de um divórcio e que aparentemente não aguentou o baque e a depressão que isso causa. Contraditório demais um problema comum nos 40, mas para um cara com cabeça de 18. Forte demais.

Enfim, como disse, não achava gênio, mas reconheço que agora o Chorão faz parte da história do rock nacional. E, infelizmente, junto com o Chorão, vi que morreu também parte da minha adolescência.

Vá em paz “TCHARROLADRÃO”!

2013: Ano da Conquista

Sei que abandonei de vez isso aqui e ainda estou pensando se renovo ou não o domínio e se já não mato o blog de vez. Como só de pensar em fazer isso, já me dá um aperto no coração, acabo deixando para lá, mesmo que fique abandonado, mas com seu arquivo ainda vivo por aqui.

Metas

Mas, mudando de assunto, não sei se farei uma retrospectiva como tenho mania de fazer, como sempre deixo acumular uma porrada de coisas porque quero fazer uma primeiro e, depois, não faço nada, farei diferente desta vez, indo direto ao assunto que deu na telha de escrever.

Nos últimos dois anos, batizei cada ano de acordo com um fato marcante pessoal. Se 2011 foi o ano da união, ano passado foi o da mudança, para este 2013 que acabou de chegar, espero e vou perseguir como ano da Conquista.

Para isso, listei algumas coisas, por ordem de lembrança, que perseguirei este ano:

Pós-graduação (prioritário)

Chutar o Santander (2x, mas se for um logo de cara, tá beleza)

Inglês (é, de novo)

Voltar a guardar dinheiro

Previdência privada (não confundir com o anterior)

Comprar ou financiar um imóvel (segundo semestre ou só 2014)

Carro (o mais desnecessário e ao mesmo tempo o mais arriscado de ir num embalo que pode rolar de acordo com as adversidades)

Perder a barriga (risos).

Enfim, poucas coisas, mas com cada uma envolvendo certa complexidade que pode envolver perseverança, dinheiro e vontade, ou ambos. Inglês já começo agora em janeiro, a pós depende de uns detalhes, assim como chutar o Santander e ver se acerto com a Caixa, resto depende do sucesso desses.

Torçam por mim e ótimo 2013 para todos nós!

Eleições 2012 – Passei longe da festa da democracia

E vamos chegando, tirando o pó, as teias de aranha e tudo mais que tem por aqui. Como tá muito sujo, já que era muito tempo sem entrar por aqui, vou puxar a cadeira, acostumar com o ambiente, assoprar o pó da máquina de escrever e rezar para a rinite não atacar.

Hoje foi a famosa “Festa da Democracia”, aquela que o cidadão tem a chance de fazer valer a tal de “Ficha Limpa” e tirar realmente quem não presta do lugar que não merece. Infelizmente, nêgo mal sabe para quê serve um vereador, imagine ter noção para votar, afinal, para muitos, “é só mais um dia perdido onde somos obrigados a votar em ladrões, etc, etc, whiskas sachê”.

Já pensou, lá nos confins do Maranhão, nêgo com dedo de outro para votar? LOL

Foda, mas não é sobre isso que vou falar.

Esse ano acabei falhando, pois não transferi meu título para SP, acho de extrema importância votar e, se possível, encher o saco desse povo que se acha deus quando está lá, sendo que, na real, eles que tinham que nos tratar como deuses. Mancada minha, mas é algo que vou corrigir assim que liberarem.

“Marcos, você bem que podia fazer seu exercício de cidadania e ir lá em Guarujá votar, afinal, sua família ainda vive la”.

Justamente, mas quando escrevi esse post em 2008 não pude deixar de notar que as coisas não mudaram muito. Até cheguei a pensar em ir só votar para tentar tirar a Professora de lá, mas tendo em vista que o cara que gostaria que assumisse esse lugar não está mais entre nós e que gastar R$100,00 só para votar numa cidade que quero que se exploda não seria lá uma ideia muito inteligente, resolvi ficar por aqui por SP mesmo. Ainda “sequestrei” meio que sem querer (querendo) três eleitores, para passar o domingo aqui com a gente. Só fomos lá justificar, rapidinho, e voltamos para casa para curtir um domingo agradável.

Para quem acha que fiz um desserviço à democracia, em 2008, sem brincadeira, devo ter arrumado, por baixo, uns 30 votos para a atual prefeita e, uns 15 ou mais, para um dos vereadores que, pelo que me contam, também foi uma puta decepção. Isso tudo só no caminho entre a casa da minha mãe e a escola onde voto (cerca de 3 km). Numa conta idiota, a cada km, arrumei 10 votos para ela, sem ganhar nada em troca, só para tirar um governo a la Maluf e confiando num projeto de mudança.

Enfim, hoje vejo que não mudou praticamente nada, pode não ter o governo a la Maluf, mas é algo que foi pouco, mas bem pouco, comparado ao que esperávamos. Se tinha um pouco de raiva e até queria fazer campanha contra para tirá-la, achei melhor simplesmente ficar em casa, não me comprometer com nada em relação a Guarujá (sério, o rival dela, com chances, é o cara que fiz questão de tirar de lá), logo, era a boa e velha discussão de “Quem é o menos pior: a que deixou a desejar ou o Maluf caiçara? Preferi ficar de fora disso.

Vendo as pesquisas e levantamentos finais, estou até torcendo para ela resolver logo, pois não quero ter que sair de casa para justificar de novo, já que não tenho a mínima vontade de descer a serra só para escolher um prefeito de uma cidade que não é mais minha.

Na verdade, estou aqui digitando lamentando de não ter entrado nas discussões Serra x Haddad x Russomanno, essa sim, uma eleição que pode mudar muita coisa, inclusive no cenário nacional.

Para encerrar, espero que os poucos leitores que sobraram, tenham escolhido o candidato que melhor lhes representa e, mais importante, o cobrem depois. Isso sim, uma coisa que tem que mudar logo nesse Brasil.

O dia em que quase morri com um copo d´água

Ah, aquele velho e bom post do último dia do mês.

Aliás, mês esse que passei por uns perrengues na última semana que posso dizer, sem medo, que quase bati as botas. Pior, de forma estúpida em uma delas.

Terça da semana passada e, como sempre faço todo dia, cheguei no trabalho, fui ao banheiro e, na volta, beber uma água. Com a copa vazia, eis que, virando o squeeze de uma vez, sei lá como, engasgo com o líquido inodoro e insípido. No susto, dou uma puxada de ar que complica ainda mais minha situação, puxando uns 100 litros de água. Na hora, expelo toda a água e começo a tossir sem parar. E bem alto, botando terror na Polimport.

Vital, mas pode ser mortal. Pelo menos para quem é meio burro. =P

Só que um mero detalhe, coisinha à toa, piora a situação: não conseguia puxar o ar.

Não sei como descrever, mas ali percebi como que um afogado deve se sentir. Pois tentava, desesperado, puxar o ar, levar para os pulmões a coisa mais básica para a sobrevivência e não conseguia. Só um chiado que não resolvia nada. Desesperado, noto minha mão mudando de cor e o suor frio.

Quando vou correr para o corredor (se é para cair, que caia com o povo olhando para chamar ajuda logo), dois colegas de trabalho aparecem, perguntando se está tudo bem. Sei lá porque, recupero o fôlego, o coração acelerado volta ao normal e as gotas de suor escorrem pelo rosto.

Mesmo com água ainda na garganta, tava tudo voltando ao normal.

Falo para os colegas que, agora, estava tudo bem e agradeço a preocupação. Vou para minha sala e todo mundo me olha com surpresa, perguntando se era eu o responsável pelo “escândalo” de a pouco. Com minha colega de baia falando que estava todo molhado de suor.

Falo o que aconteceu e, até semana passada, era o assunto da empresa, o cara que quase morreu bebendo água. Digno do famoso Darwin Awards.

A outra quase-morte conto depois.

Na mesma

E passou mais um mês e, mesmo com o reforço dos “novos” colaboradores, o blog passou em branco.

Pensando seriamente em deixar isso aqui de lado, ou começar a tomar vergonha na cara e escrever, pelo menos, uma vez por semana.

Enfim, vamos ver se julho vai ser mais tranquilo…

Desanimado com o Jornalismo

Ah, o desânimo…

Como notaram por aqui, faz tempo que não escrevo algo a la bate-papo. Aliás, até no twitter, onde falava para caramba, dei uma diminuída nas bobagens que escrevo.

Ironicamente, achei essa imagem no R7 e é justamente do tipo de jornalista que queria ser, de guerra.

Quem me conhece, sabe o quanto gosto de escrever e falar bobagem, mas o ato de escrever tem sido uma espécie de martírio, já que me lembra que não seguirei com o sonho de ser jornalista, coisa para a qual estudei e me preparei nos últimos 12 anos.

E nem é por conta de ter fracassado na profissão ou ser ruim demais, é o desapontamento com o jornalismo mesmo, que vai dos rumos que a profissão tomou, em todos os níveis, passando pela remuneração e o pouco tempo que acaba sendo reservado à família, caso queira ganhar razoavelmente… razoável.

Não, não escreverei mais sobre isso agora, estou adiando o derradeiro texto, pois no fundo sei que quando escrever, estarei rompendo de vez com isso. Pode falar o que for, mas ainda me considero um Jornalista. É o que está escrito naquele diploma que levei quatro anos para conquistar e que foi orgulho de minha mãe, família e amigos.

Só sei que está chegando a hora de, finalmente, romper com a profissão e me considerar outra coisa, seja lá o que for.

Infelizmente, por mais que esteja gostando do que ando fazendo, isso me dá um desânimo…

Programação de cursos de Mestrado e Doutorado em Buenos Aires!!!

Queridos amigos (as);

Recomendo o curso de Mestrado em Negócios Internacionais, caso tenham interesse favor entrar em contato ou através do site informado no texto.

Um forte abrço.

Daniel Bonilha.

 

Prezado (a) Senhor (a),

Em nome do Presidente do ILAE, Embaixador João Clemente Baena Soares, vimos apresentar-lhe a Programação de cursos de Mestrado e Doutorado em Buenos Aires. As turmas iniciam em julho de 2012.

As inscrições com descontos estão abertas até 31 de maio. Maiores informações acesse o site www.ceinter.com.br

Cordialmente,

Profª Dalva Martins
Vice-presidente Executiva
Telefone: 21 3415-3508