É hoje!

Chegou o dia…

Hoje, provavelmente, vou no que será o melhor show da minha vida. Pelo que me contaram (infelizmente não vi) arrasaram na apresentaçao de ontem.

O ingresso está abaixo. Se eu estiver inteiro amanhã, conto como foi a epopéia.

Vertigo na veia!!!

PS: Espero que não esteja lotado e a gente tenha sorte de ir para a hot area. Seria a glória…

Vertigo na Veia!!!!!


Depois de muito sangue, suor e lágrimas, finalmente consegui meu ingresso para ver a melhor banda de rock do planeta: U2!!!

O show da Vertigo Tour é na terça e juro que vou me esforçar para conseguir o máximo de diversão nessa apresentação.

Vai estar lotado? Vai ter muita fila? Vou ter que me virar em Sampa?

Dane-se!!! É o U2!!!

Agradeço ao meu brother Marcos Barbosa (tinha que ser Marcos!) que não desistiu e lutou até o fim por esses ingressos!!! Valeu irmão!!!

Bono, Edge, Adam e Larry, espere por nós!!!

Quem nunca passou por isso…

Crônica dessa semana do Veríssimo. Muito legal. Afinal quem nunca passou por isso, não é verdade.

Apreciem com moderação.

Obrigado, Fernando Henrique

Recebi um cartão de crédito novo para substituir um vencido. Junto, a instrução: ligar para 4001-4828 para desbloquear o cartão.

Como sabe quem liga para um número destes, é preciso passar por um teste de atenção e reflexos, comandado por um robô com voz feminina, antes de merecer o direito de falar com um ser humano. De acordo com o assunto, digita um número, que leva a outra escolha de número, que leva a outra, e a outra, até — se você escolheu a seqüência certa — ser saudado por uma voz de gente, mas parente do robô, porque o tom é parecido, que pergunta em que pode servi-lo. Eu disse o que queria. Desbloquear o cartão novo que tinham me mandado.

Para minha segurança, disse a prima do robô, ela precisaria confirmar alguns dados. Numeração do cartão vencido. Numeração do cartão novo.

Meu número de RG. O número do meu CIC. O nome do meu pai. O nome da minha mãe. Gosta de iogurte? É ciumento? Não, esses dois itens eu estou inventando. Mas dei a informação pedida. Depois de uma pausa para consultar o computador, a voz disse:

— Senhor, os dados não estão corretos.

Examinei os números do cartão antigo e do novo. Eram aqueles mesmo. Meu RG era aquele mesmo. Meu CIC também. Será que eu passara a vida inteira chamando meu pai pelo nome errado? E o nome da minha mãe, era pseudônimo? Pouco provável. Eu disse para a voz que os dados estavam certos.

—- Senhor, alguns dados não conferem com os que temos. Por favor, muna-se da documentação necessária e ligue outra vez.

— Mas eu estou com a documentação aqui e se ligar outra vez vou dar a mesma informação.

— Senhor, por favor, muna-se da documentação necessária e ligue outra vez.

— Quais são os dados que não estão certos?

— Senhor, não podemos dar essa informação.

— Mas como é que eu posso corrigir um dado se não sei qual é o errado?

— Senhor…

Finalmente descobri que podia passar um fax com cópias dos documentos que provavam que eu era eu. Foi o que eu fiz. Semanas depois recebi uma carta impressa, com um “x” marcando a razão pela qual meu fax era inaceitável: “Ilegível”. Mandei as mesmas cópias, bem nítidas, pelo correio. Passaram-se semanas. Liguei outra vez para o 4001-4828, para saber das novidades. A voz sabia do meu fax ilegível.

— Mas eu mandei uma carta depois.

— Também estava ilegível.

Desisti de desbloquear meu cartão novo. Tudo bem. A vida moderna tem esses buracos negros tecnológicos, culpa de ninguém. Mas será que sabem o estrago que fizeram no amor próprio de um cronista, chamando-o repetidamente de ilegível? Foi por estar assim fragilizado que fiquei emocionado quando me contaram que o Fernando Henrique Cardoso, na sua entrevista no “Roda Viva” (não vi, estava vendo outro bom ator, o Marlon Brando, na Net), disse que eu não entendia de nada, mas escrevia bem. Eu e meu ego nos sentimos desagravados. Obrigado, Fernando Henrique!

Só um adendo. Há dias chegou uma correspondência do cartão de crédito, estranhando a minha demora em desbloquear o cartão novo.

Se não fosse uma carta impressa, sem uma assinatura humana, eu desconfiaria de ironia.

Ignorância para quê?

Passei no exame para habilitação de carro (ainda falta a de moto), apesar de ter ficado com raiva e nervoso com algumas coisas (passei sem nenhum erro, mas dei mancada na balisa, acho que o examinador foi com minha cara…) uma coisa me chamou a atenção…

Por que os examinadores têm que ser extremamente ignorantes e ranzinzas? Principalmente o delegado. Eles são pagos para estarem lá, independente do que fazem. Não são obrigados a nada e ficam tratando as pessoas que nem lixo. VÃO SE CATAR!

Sinceramente, não tem cabimento. Eu, por exemplo, estava com uma garrafa PET e um copo descartável na mão e não queria jogar na rua ou no canal que tem na área de exame. Fui até a mesa dos examinadores e perguntei se não teria um lixo para poder jogar. O delegado com toda “delicadeza” possível, falou ríspido – NÃO TEM NADA AQUI, NÃO!

Juro que fiquei muito puto e chocado. Aquele cara, que deveria dar o exemplo e é responsável por manter a lei e a ordem na cidade?. – Antes ele já havia tratado uma menina mal e tinha gritado com o pessoal “porque estavam antes do cavalete de demarcação. Custava um pouco de educação. Eu só não dei uma resposta atravessada, porque fiquei com medo de retaliação, além da menina da auto-escola que me mostrou que, sim tinha um lixo ali…

Por essas e outras que está acabando a educação nas ruas. Filhos matando pais. Mães abandonando e matando filhos. Pessoas morrendo por motivos fúteis. Enfim, é no “mínimo” que começa o respeito pelos outros. E espero que esse delegadozinho de merda aprenda a ter mais educação.

PS: Ainda ficou faltando falar sobre as ‘caixinhas’ que imperavam por ali. Mas isso todo mundo já sabe, não é mesmo…

Minha Primeira Vez…

Nesse fim de semana tive, finalmente, minha primeira vez…

Como muitos já haviam me dito, deu uma certa aflição antes de começar. Um frio na espinha e uma enorme expectativa…

Como me orientaram (se é que existe orientação nisso), fui devagar, sentindo o cheiro, tateando, sentindo o ambiente e explorando o local…

Era sujo, mal cheiroso, bagunçado e com um pouco de mato em alguns lugares. “Falta de cuidado”, pensei. Mas nada que estragasse o espetáculo.

Quando finalmente começou, até achei meio monótono. Mas conforme a emoção aumentava, eu me empolgava cada vez mais. Até… que veio o primeiro…

Foi incrível uma sensação de bem estar, prazer, alegria. Isso tudo tomando o corpo ao mesmo tempo. Não resisti. Queria mais…

Não demorou muito e veio o segundo e o terceiro…

Não agüentei e fui para o intervalo. Pedi água… Mas queria mais…

Voltei mais empolgado…

Logo de cara, chegou o quarto. Mesmo cansado queria mais. Aquela overdose de emoções tomava minha cabeça. E mesmo insistindo e não agüentando mais, saiu o quinto…

Saí extasiado e cheio de felicidade. Afinal não é todo dia que você vê o melhor time do mundo, ganhar de cinco a zero, com show de bola.

O jogo foi São Paulo e Portuguesa Santista, na Vila Belmiro. O Tricolor venceu de cinco a zero, fora o espetáculo. Foi minha primeira vez num estádio de futebol e espero engrenar dessa vez.