Sobre Borat, entrevistas e o Mc

Acabei de chegar do cinema.

Vida de solteiro é uma maravilha em alguns momentos e meio chato em outros.

Ir ao cinema sozinho é um deles. Apesar de gostar de fazer isso, de vez em quando, por conta da reflexão que faço vendo o filme e as pessoas.

Não foi nem um caso, nem o outro.

Como o shopping é do lado do trabalho, pensei que, dar algumas boas risadas, não faria mal. Como não conseguiria chamar ninguém a tempo, resolvi ir sozinho.

O filme, Borat, realmente é hilário, me mijei de rir, mas juro que esperei um pouquinho mais. Apesar do formato diferente, – falso documentário – saí do cinema com lágrimas nos olhos de tanto rir, mas com uma sensação de que poderia ser melhor.
Se fosse crítico de cinema daria quatro estrelas fácil.

Engraçado foi ser entrevistado por um repórter da rádio Jovem Pan, logo que acabou o filme. Nem tinha saído da poltrona e o cara voou com o gravador em cima de mim, perguntando o que tinha achado do “Segundo melhor repórter do Cazaquistão”. Deu saudades da época que eu fazia isso.

Entrevista feita, anotação tomada e fui para o McDonald’s, porque saco vazio não pára em pé.

Musa do Metrô (3)

Vou ficar devendo essa “Musa”

Não vou falar que ela era linda, pois isso é sempre óbvio.
Não vou escrever que ela tinha cabelos loiros (loiro não, castanho-claro, pois as loiras não existem mais) soltos contornando sua face..
Não vou destacar seus olhos azuis, alvos e brilhantes.
Não vou comentar sua boquinha rosada e o biquinho que fazia quando tentou arrumar o zíper da bolsa e não conseguiu.
Não vou exaltar como parecia um anjo quando dormia e, a cada sacolejo do vagão, ajeitava as madeixas que caíam no rosto.
Não vou dizer que foi a primeira que balançou para valer, pois foi a segunda vez que a vi, em dois dias seguidos. Milagre se tratando de São Paulo.
Não vou descrever mais nada, pois não há nada mais para dizer.
A beleza, simpatia e a graça dela dizia tudo.

Um novo blog

Como vocês podem reparar mudei a aparência do blog novamente. Falta só o banner/cabeçalho de cima, mas isso é uma briga antiga e espero resolver logo.

A mudança se deve ao fato da comemoração dos 25 anos deste escriba. Como não tenho dinheiro para organizar festas, viagens, inaugurar alguma coisa ou seja lá o que for, comemoro estruturando o blog, que é única coisa que tenho e que vem me divertindo ultimamente.

Além do visú, vou organizar e criar algumas seções do “Lua”. A “Musas do Metrô”, “Notícias” e outras que não têm nome vão ganhar a companhia de uma editoria onde escreverei contos e crônicas que vão mesclar ficção com realidade. Ainda não pensei em um nome, mas vai ser interessante as (poucas) pessoas que lêem esta página pensarem se é verdade ou lorota o que estará escrito lá.

Inicialmente, a idéia era fazer textos diários, mas, me conhecendo, se conseguir fazer semanal já é uma vitória. Vai ser uma aula e tanto, pois sempre adaptei meu estilo à ocasião. Por conta disso, terei que me superar. Terá outras coisas, mas ainda estou desenvolvendo as idéias.

Bem, são mudanças graduais, além do blog, o orkut também será atualizado (depois de anos com a mesma cara) e, em breve, a estréia do novo blog, em parceria com meus amigos jornalistas Diego e Vagner.

Tudo isso tem que estar pronto até o dia 30 de março. Espero que até lá dê tudo certo.

Musa do Metrô (2)

Bem, ainda não desmaiei e estou acordado, mas não raciocinando muito. Qualquer erro, me avisem.

Como dito antes, acordei às quatro e estou elétrico até agora. Até tentei dormir durante a viagem, mas não deu porque fui conversando com o Vagner até o Planalto. Chegamos cedo e acabei indo direto para empresa, pois se deitasse não levantaria mais.

Por conta do horário, pegamos um pouco de trânsito e, depois de uns congestionamentos, fui largado na região da Paulista onde pegaria o Metrô.

A região, que é o coração da economia do Brasil, impressiona. Não só pelos seus edifícios, antenas e correria para lá e para cá, mas pela quantidade de mulher bonita por metro quadrado. Isso às 6:50 da manhã!

Fui até a estação da Consolação e lá reparei uma coisa preocupante. Essas estações da Linha Verde são as mais novas, mas parece que foram construídas há anos, por conta das inúmeras infiltrações e rachaduras vistas no local. A Azul e a Vermelha, que são bem antigas, não possuem esse problema. Sem contar que faz um calor desgraçado nessas estações, independente do horário.

Vendo isso, dá para imaginar por que aconteceu o desastre do buraco e o que pode acontecer no futuro por conta da qualidade dos serviços públicos de hoje em dia.

Como não sou engenheiro técnico, voltemos ao assunto principal.

Na estação, vi todo o tipo de criatura divina perfeita por centímetro quadrado que se pode imaginar. Pode parecer exagero (tem gente que diz que há pessoas que ficam bêbadas de sono, se os efeitos forem os mesmo…), mas realmente a linha verde do Metrô é a melhor nesse quesito.

Loiras, ruivas, morenas, orientais… Por um momento até perdi o sono, mas como tudo que é bom dura pouco, tive que descer e encarar a Linha Azul. Não que tenha sido um choque, poderia ter sido a Linha Vermelha, aí sim ficaria deprimido. Mas, depois de se sentir um integrante do Olimpo, quando volta ao mundo dos mortais a sensação de vazio é imediata.

Acho que preciso dormir um pouco.

Quero um travesseiro

E, afinal, não fiquei em Sampa no fim de semana. No melhor estilo “Vagner” de ser – quando já havia combinado de passar o dia em Sampa – ele chegou, falou que ia descer e me convenceu a ir junto.

Não fiz nada de mais: vi os dois filmes que faltavam para assistir da trilogia do O Poderoso Chefão, dei um banho na Pandora (na verdade ela me deu um banho também) e fiquei enrolando em casa.

Quando achava que ia embora cedo, pois o maledeto do Vagner me ligou falando que sairia às 21 horas, eis que chego na casa do FDM e encontro o dito-cujo dormindo.

Pior para mim, que fui obrigado a ficar na casa dele vendo o Oscar®, porque não estava com sono, e a acordar 4 horas da manhã!!!

4 horas!!!!

Estou na ativa até agora e morrendo de sono. Contando as horas para ir embora.

O melhor de acordar nesse horário foi conhecer a Linha 2 (verde) do Metrô, mas isso é assunto para o próximo post, se eu não desmaiar por aqui.

Fim de semana sem lenço

Estava preparando um crônica (faz tempo que não escrevo uma) bem água-com-açúcar-canalha, mas eis que o editor de texto (famoso Word) dá pau e perco tudo. Como bom cidadão que sou, não salvei nada.

Bem, como não vou reescrever tudo de novo e, mesmo escrevendo, a idéia não seria a mesma, vou-me embora para ZL (Zona Longe) e passar o fim de semana abandonado em Sampa.

Não vou para Baixada, Vagner viajou para Limeira, depois iria para Jarinu e, com certeza, pousaria em Guarujá.

O jeito é fazer o cadastro na locadora, me esbaldar em filmes e me aventurar a tentar matar o Mickey, nosso novo companheiro de quarto.

Bem, melhor jeito de conhecer essa megalópole não há. Quem sabe não arrumo alguma companhia na Vila Madalena ou no Ibirapuera?

Bom fim de semana a todos e apreciem essa crônica do mestre Veríssimo, já que a minha foi para o espaço.

O assunto era praticamente o mesmo.

Recorde

Quase dois meses depois de morto, James Brown, o Pai do Soul, ainda não foi enterrado!!!

Pelo visto, entraram num acordo e parece que, finalmente, ele descansará em paz.

Mas, para garantir que ele não fuja, todos os dias o diretor da funerária confere se ele está lá: “Vou, abro o féretro e o fecho. (Ele) Está bem”, disse.

I Fell Good!

Não me decido

Preciso parar de fazer planos. Não consigo cumprir um décimo do que planejo, pois sempre acaba mudando o planejamento e sou obrigado a repensar tudo novamente. O que já está ficando um saco, diga-se de passagem.

Não lembro se escrevi isso por aqui, mas depois do concurso de Guarujá, havia decidido me matar para subir em minha profissão, independente da área de atuação, e, quando chegasse entre os 30-35 anos, faria um puta dum concurso e sossegaria o facho. Constituindo família e deixando crescer a barriga, enquanto esperasse a aposentadoria.

Pois bem, eis que o Vagner, na seca de estudar, começa a me encher o saco para que fizesse um curso com ele. Até queria, mas a partir do meio ano, visto que queria ver como ficaria minha situação na empresa, para me especializar dentro de algo que me trouxesse rendimentos.

Como o Sr. Sales é muito chato, acabou me convencendo. Por alguma dessas idéias inexplicáveis – acho que tentando ganhar tempo – acabei sugerindo que fizesse um cursinho preparatório para concursos de grande porte. E não é que ele aceitou.

Serão cinco meses e meio de estudos para um concurso que nem faço idéia de quando será, mas, já que é para fazer, vou para valer.

Sei que ando empolgado com essa idéia, mas, novamente, mudou tudo de novo.

Não estranhem se daqui a alguns dias eu vir com idéias de ter filhos ou algo parecido.