Som do Lua da Semana – Iron Maiden – Fear Of The Dark

Depois de meses de espera, finalmente, neste domingo, vou ver os caras ao vivo. Show do Iron Maiden, a melhor banda de heavy metal de todos os tempos.

Para encerrar a série especial do Som do Lua da Semana, deixo aquela que, na minha opinião, é uma das melhores músicas da Donzela de Ferro, Fear of the Dark.

Apesar do roteiro de filme de suspense, a música é daquelas que faz os headbangers ficarem alucinados e com torcicolo enquanto é executada.

Gravada em 1992, Fear of the Dark representa a volta do Iron Maiden ao formato básico de seu som (tentaram algo experimental que não deu lá muito certo, apesar das críticas positivas), também marca a despedida do vocalista Bruce Dickinson que, de saco cheio, resolveu sair da banda. Com a falta de money, resolveu voltar em 1999, trazendo Adrian Smith a tiracolo.

O baixo de Steve Harris nessa música é simplesmente perfeito, sem contar os solos e a batida da batera de Nicko McBrain, além da já famosa voz potente de Bruce, inspirado com nunca.
Na minha opinião, esse conjunto consolida Fear of the Dark como um dos épicos do estilo.

O show “Somewhere Back in Time” é composto dos principais clássicos do Iron, principalmente dos discos “Powerslave”, de 1984 e “Somewhere”, de 1985.

Cinco coisas que faria com 50 mil reais (mais uma especial)

Às vezes me dá preguiça de responder Memes, mas há alguns interessantes e os dois últimos, propostos pelo Digo Reis, foram daqueles que me deu vontade de responder.

Confesso que, na primeira vez que vi, pensei que era algum viral disfarçado (provavelmente no original é), mas vi que não era nada disso (será?).

Com 50 mil na conta, não faço muita idéia do que faria, mas ao contrário do meu camarada melhor amigo do Bart, a última coisa que faria era casar (sei que vem bomba nessa parte rs).

Vão algumas opções do que poderia fazer com essa grana que ajudaria um bocado.

1) Dar entrada num apartamento.

2) Comprar um possante.

3) Investir uma parte (uns 10 mil) na bolsa.

4) Comprar um PC, um Notebook decente, uma Powershot e… acho que só.

5) Uma pós para me especializar.

6) Mas acho que, com certeza, acho que começaria a viajar o mundo e iria conhecendo tudo até onde desse. Trabalhando, aprendendo a língua do lugar e, assim que enjoasse, zarpando para um próximo destino.

Sonhos né…

Por isso que ando jogando! (frase chupinhada, logo o dono se manifesta nos comentários hehe).

Convido o Diego e mais alguém que queira se manifestar.

Amigos Virtuais.

Não, ainda não estou de volta para valer.

Mas como o Rodrigo “Milhouse” Reis me indicou na lista de seus amigos virtuais, fiquei tentado para fazer a minha .

Sem mais delongas, segue abaixo:

1)Diego Oliveira – Amigo-irmão, como poucos. Foi para longe e só ficou o msn, orkut e blog para contato. Vive dizendo que não troca o nordeste por nada, mas no fundo está com saudades de SP, pois deixou um fazend… time de segunda divisão aqui. Sua maior felicidade será ver seu time duas vezes neste ano. Esporte favorito de ambos é sacanear um ao outro.

2)Anna Ingrid – Amiga da parte de cima do mapa do Brasil, mais precisamente de Mossoró – RN. De tanto prometer que a visitaria, nem prometo mais. Amável, amiga e boazinha até demais com pessoas que não deveriam. É daquelas pessoas que, quando encontrar, serão dias de papo.

3)Viviane Pires – Cansou de declarar tudo e começou a viver do passado. Loira de personalidade forte, Vivi está no nível “Veríssimo” nos textos. E isso é sério. Possui um dos blogs mais legais da net. Não sei ainda como não monetizou e começou a viver disso.

4)Camilo – Depois que virou pai, sumiu. Gente boníssima e espero encontrar um dia para trocar idéias regadas a muita cerveja.

5)Ronnie Turrini – Outro da categoria amigo-irmão. Já fomos chefe e funcionário, sócios e agora amigos mesmo. Fui embora do Guarujá e ele se transformou em empresário L1der no segmento. Pelo menos no nome. Rs

6)Moisés Mutumutum – De Bebedouro, esse louco apareceu do nada. Viciado em concursos virou presença garantida no Lua, estabelecendo um bom nível de amizade. Espero que quando tiver concurso em SP, possamos tomar umas brejas.

7)Prof. Salatiel – Incrível como o mundo é pequeno, e injusto. Fiquei 4 anos na Unaerp e não aprendi muito sobre novas mídias, só lendo o blog desse excelente professor já superei os 4. Manja muito do assunto. Espero conhecer assim que for para o Guarujá.

8)Alexandre Bianchini – Conheci nos farnéis das corridas de Interlagos em 2006. O que manja de carro compara-se à sua paixão por Monzas. Futuro papai, é preciso comemorar a chegada do novo Bianchini ao mundo.

9)Francisco – Também conheci via blog. De opiniões fortes e com um humor peculiar, tem idéias bem-boladas de vez em quando. Quer ser publicitário, isso se a Unaerp deixar. Rs

10)Leilane – Também do Nordeste, essa jornalista de mão cheia é garantia de risadas nos bate-papos do messenger. Também desconfio que nunca vá ver ao vivo, principalmente pela paixão que possui ao RN.

11)Rodrigo “Milhouse” Reis – Nunca sei se vale citar a pessoa que te indicou, mas, enfim. Conheci no Blogcamp paulista. Gente fina até dizer chega, Estamos para tomar um chopp, desde a época do evento. Como no exemplo da Vivi, não sei se sou o furão ou se a falta de tempo é crônica.

Há mais gente, mas acho que é só para citar 10. Seja como for, está aí minha lista dos atuais amigos virtuais. Claro que o melhor é sentar e conversar ao vivo, mas devido à distância, falta de tempo e compromissos de todos, é natural que seja melhor assim.

Amanhã, texto sobre o que fazer com 50 mil Reais.

Som do Lua da Semana – Iron Maiden – The Number of the Beast

Bem, ainda não estou de volta, mas não curto deixar séries inacabadas.

Ainda mais quando faltam apenas duas músicas.

Gravado em 1982, The Number of the Beast é, na minha modesta opinião, o segundo clássico do Iron Maiden, e um dos maiores de todos os tempos.

Interessante é que não chega a ser um dos meus favoritos, mas pela importância e relevância coloquei aqui. Além do mais, batiza o albúm homônimo que vendeu mais de 20 milhões de cópias no mundo e colocou o Iron no topo das paradas mundiais do rock.

O que curto na música é o clipe, um dos mais trashs da história.

The Number of the Beast é Iron Maiden no auge da banda, riffs pesados, solos perfeitos e a performance e voz potente de Bruce Dickinson, que estreava na banda (tá, bem ridículo no clipe, mas melhor que a versão Boy band de Rainmaker).

Sonzão ferrado, e que estou a poucos dias de ver ao vivo.

Uma pausa

Por excesso de trabalho e um pouco de estresse, o blog parará durante uns dias.

Não se preocupem, semana que vem, no máximo, o Lua voltará às postagens normais.

Enquanto isso, aproveitem postagens antigas ou curtam os blogs amigos dos links aí do lado.

Até logo ou em alguma edição extraordinária.

Som do Lua da Semana – Iron Maiden-The Trooper

Para quem achou que eu havia esquecido da série da música da semana, volto (meio atrasado, é verdade) com o especial do mês com The Trooper do Iron Maiden.

Com menos de 15 dias do show dos Caras, coloco aqui esse som que, assim como os outros, é um clássico da Donzela de Ferro.

Com as guitarras sempre nervosas de Adrian, Dave e Janick e um baixo ainda mais ativo de Steve Harris, a banda canta sobre uma suposta guerra com os russos da então URSS comunista.

Como sempre, a letra é o de menos, mas a bateria de Nicko em parceria com as guitarras baixo e a voz potente de Bruce Dickinson mostram como o heavy metal, às vezes, se sobressai em cima das outras vertentes do rock.

O solo (sempre triplo) faz imaginar a suposta guerra que os ingleses enfrentariam contra os comunistas. Sensação semelhante só com War Pigs do Sabbath.

Enfim, The Trooper é um clássico e merece figurar no hall do som da semana.

Faltam duas semanas para o grande show, se alguém quiser, mande alguma sugestão para colocar aqui, embora, muita gente já imagine o que deva figurar nos próximos quinze dias.

Mas aí já é outra história.

Musa do Metrô (8) – Crônica

Saio do trabalho como um zumbi, não enxergando e raciocinando direito. Sigo até a estação do metrô e, após aguardar alguns minutos, chega a composição e adentro um dos vagões.

Ao entrar, ainda alheio ao mundo que está ao meu redor, reparo um gordinho, estranho, daqueles típicos que cresceram empinando pipa no ventilador e jogando bolas de gude no tapete da casa.

Olho para trás e vejo que ele está conversando com uma garota loira, cabelos compridos alta e muito, mas muito gostosa feliz em seus contornos, além de ser muito bonita.

Não que isso tenha sido um motivo para despertar de meu cansaço e neura, mas, realmente, não tinha como não olhar.

Fiquei encarando ela, traços árabes e um olhar que parecia invadir a alma. Só então me dei por conta que estava entre ela e o gordinho, que conversavam animadamente sobre faculdade, projetos futuros, vestibular, essas coisas.

Como o vagão estava lotado, não tinha como ir para outro lugar, então o jeito era ficar ali mesmo, atrapalhando a conversa do casal.

Para a sorte de meus devaneios, o gordinho estranho desceu na estação seguinte, deixando a Jasmine (sonhar sem nome não tem sentido) sozinha. O melhor, se despediu secamente, sem nem ao menos um beijo no rosto (vai ver porque eu estava no meio do caminho).

Ele saiu e acabei dando mais espaço para ela, mas, por essas coisas que só acontecem no momento, ela acabou indo para o lugar que eu estava e me apertando contra a porta com seus seios gg.

Se os homens que lêem essas mal traçadas linhas conseguirem imaginar a cena, morram de inveja, já as mulheres… morram também. Rs

Na posição em que estava era impossível não olhar para o decote dela ou para o seu rosto. Na dúvida olhava para os dois.

Toda vez que a encarava, ela desviava o olhar, mas quando olhava para seu majestoso decote, via que ela me olhava. Mantendo esse jogo por um tempo.

Não sei se, para esquentar a situação um pouco mais, ela propositalmente ajeito ainda mais o decote. Não preciso descrever como se sentia.

Para minha infelicidade, na estação seguinte teria que descer. Qual não foi minha surpresa ao descobrir que ela desceu também.

Com o tumulto, acabaram me jogando para a escada da esquerda, na contramão do lado que estou habituado a ir e o qual ela seguiu.

Conformado com o fim da brincadeira, ao sair da escada, cruzei com ela, que me deu um leve esbarrão, olhou para mim e sorriu com aquela cara que te deixa com vontade de ir atrás e levar para conhecer a lua, o céu e as estrelas.

Infelizmente fiquei só na vontade.

Esperei o outro metrô chegar, ao abrir a porta olhei o rumo que ela seguiu e vi Jasmine olhando para mim. Suspirei e ouvi a campainha do aviso de fechamento das portas. Ela sorriu e eu entrei. Quando o vagão passou por ela, parada atônita na estação, sorri.

Ela sorriu de volta, meio sem graça é verdade, mas ela não sabia que a janta quente me esperava em casa.

Estação Sé 19h00, por Thiago Barrozo

Todo mundo que acompanha o blog há algum tempo sabe os apuros que passava na época em que morava na Zona Leste, principalmente em relação ao Metrô, na famigerada Linha 3 Vermelha-Leste-Oeste.

Tentei descrever o que acontecia, mas o Thiago Barrozo, do Comunique-se, mostrou, com maestria, o inferno que é a Estação Sé por volta das 19 horas.

Também concordo com o parágrafo final.

Link para o texto original.

Estação Sé 19h00, por Thiago Barrozo

Thiago Barrozo (*)

As escadas-rolantes estavam paradas. “Desaforo”, pensei. “Com tanta gente, com tanta pressa, com tanto tudo, como eles podem fazer isso?” O incômodo cresce ao notar o rapaz brigando por espaço enquanto se agarra fielmente às muletas. No mar de corpos, ele está em desvantagem. A placa indica o sentido. Corinthians-Itaquera. Bufo e avanço os degraus.

Gato escaldado sente o perigo muito antes que ele dê a cara. Não sou gato, não sou escaldado, mas não sou bobo. Antes de concluir a subida, percebo uma enorme quantidade de pessoas. Pressinto, mas não quero acreditar. Enfim, olho.

O número de pessoas aguardando a chegada do trem é tão imenso que assusta. Trafegar pelos corredores antes de optar por uma das demarcações de acesso às portas é impossível. Ao redor, margeando a parede, um grupo de adolescentes sentados no chão se diverte com um baralho. Um casal, posicionado no extremo oposto, lamenta. Fantasio que este atraso inesperado não constava no roteiro dos dois. A vendedora da loja de doces e salgados se desdobra em mil para atender a todos.

Observo mais um pouco e decido não me juntar ao gigantesco grupo do empurra-empurra. Vou sair da estação e tomar um suco. Quem sabe, se der sorte, encontro algum sebo aberto. Subo o lance de escadas (estas, sim, rolantes). Neste andar, noto um outro tipo de grupo, o dos observadores. Apoiados na mureta e com a vista privilegiada, assistem a tudo.

Entro para o time e consigo me acomodar rente ao corrimão. Lá embaixo, encontro meus personagens. O primeiro é um senhor de meia-idade, calvo, dono de traços nipônicos, terno, gravata e óculos. Conto oito o número de trens que passam sem que meu colega consiga embarcar. No nono, ele é empurrado por uma multidão que grita, resmunga e uma mala azul que o açoita pelas costas. Lá se vai. Sayonara.

Caminhando suavemente e com ar pomposo, encontro a minha próxima personagem. Loira, vinte e poucos anos, corpo ereto sob uma calça preta justa e um decote chamativo. Indecisa entre qual corredor escolher, direito ou esquerdo, vejo que sua dúvida é acompanhada por três rapazes por ela desconhecidos e que não apresentam nenhum vínculo entre si. A não ser ela, que, ao caminhar para o corredor esquerdo, tem seus passos copiados. O vagão que ela escolher será o mesmo deles. Penso no tumulto, no empurra-empurra e no espreme-espreme. Penso nas mulheres em situações como esta.

A linha amarela de segurança, por diversas vezes lembrada para não ser ultrapassada, é ignorada. Além dela, um pai segura sua esposa e filha. O trem pára e abre as portas. A exaltação dos passageiros na plataforma empurra o senhor para longe da entrada. Ele cambaleia e é passado para trás. O mesmo grupo que explode em direção à porta trata, naturalmente, de levar consigo a senhora e sua filha. O alarme soa e a porta se fecha. O pai trêmulo, do lado de fora, gesticula para a família dentro do vagão. O trem parte. Ele leva a mão à cabeça.

São 19h35 quando abandono o mirante e rumo para fora da estação. Saio com a sensação de que uma intervenção divina se fez presente para assegurar que nenhuma pessoa tivesse sido arremessada aos trilhos, ou uma pancadaria tivesse ocorrido, levando em conta as diversas indelicadezas vivenciadas. Sinto que este fato carece, porém, de uma intervenção humana capaz de devolver a dignidade aos seus justos donos.

(*) Radialista e estudante do 7º semestre do curso de Jornalismo

Dengue Amarela

Interessante essa notícia sobre uma possível “guerra” entre a Dengue e a Febre Amarela.

Pelo que entendi, a Febre Amarela não está se alastrando porque o vírus da Dengue está monopolizando os pernilongos do Aedes e não deixa o colega amarelo entrar em seu hospedeiro para fazer algumas vítimas por aí e tacar o terror pelas cidades.

Interessante… e preocupante.

Pensem só, o que o governo deveria fazer e que sobrou para – vejam bem e acompanhem o raciocínio – um vírus que já é altamente perigoso é controlar uma epidemia de uma doença que, em 10% dos casos, matam a pessoa infectada. Como a dengue, mata 1 em cada 1000, ou seja: Febre Amarela = 100 a cada 1000. Dengue = 1 a cada 1000.

Estatísticas são interessantes, mas não para quem é “sorteado” e acaba entrando nas estatísticas.

Eu já tive dengue e, sinceramente, é uma doencinha FDP. É como se fosse uma supergripe que te faz desejar a morte a cada momento de sua existência, só para se livrar daquelas dores e mal-estar. Não sei como são os sintomas da Febre Amarela – e nem quero – mas pelo jeito e, pelas estatísticas, também é uma doencinha bem fudida.

O que ocorre é que o controle de uma doença está nas mãos de uma das máximas do capitalismo, que é a livre concorrência. Para a nossa sorte (ou não), está ganhando a menos pior.

Mas, e sempre há um mas nisso, há outros fatores que podem mostrar que a situação pode piorar, e muito, se não encararem isso como deveria.

Um deles é o fato da dengue possuir quatro tipos de vírus diferentes, sendo que 2 são comuns nas cidades, um terceiro – que era comum nos matos do Norte e Nordeste – está quase se familiarizando com a população e, o quarto, é mais comum na África, mas que já há relatos dele, em casos isolados, por aqui. Só para lembrar, coisas como essas vindas da África, Rússia e Espanha, costumam dar numa merda dos diabos.

Quem é contaminado por um tipo de vírus, logo se torna imune a ele e não fica doente novamente. Ao contrário do que todo mundo imagina, a dengue hemorrágica (responsável pelo “1” dos 1000) não é contraída ao se contaminar com outro tipo de vírus. Ela se desenvolve se a imunidade do cidadão estiver muito baixa. As pessoas relacionam um fato ao outro porque numa epidemia de dengue, geralmente o cidadão mal se recuperou de um tipo e já contrai o outro, como a imunidade com certeza estará baixa, então bau-bau. Mas se o cara estiver se recuperando de uma gripe ou virose, pode apostar que, mesmo ele se contaminando pela primeira vez, as chances da doença virar dengue hemorrágica serão enormes, principalmente se ele achar que a gripe ainda não sarou e se medicar com algo a base de ácido acetilsalicílico (popular aspirina).

Resumindo, se ninguém tomar uma atitude, a dengue pode se tornar tão perigosa, quanto a Febre Amarela.

Outro fator é o fato das duas doenças serem causadas por vírus.

Todo mundo sabe que vírus são mutantes e se adaptam de acordo com as suas necessidades, que o diga o HIV e o Influenza. Já pensou se os dois, nessas mutações, se fundem?

O que sairia? A Dengue amarela ou a Febre dengosa?

Agora imaginem só, nessa “guerra” entre os dois para ver quem usará o bombardeio Aedes, se eles resolvem entrar num “acordo de paz” e convivam pacificamente entre si. Teríamos um mosquito “Total Flex” que transmite duas doenças de uma vez.

Nas duas hipóteses não faço questão de imaginar o estrago que poderia causar.

Não sou médico infectologista, biólogo, cientista ou qualquer coisa que seja, só estou tendo uns devaneios com algo que, aí sim, sei que poderá trazer um sério risco para a saúde pública e causar um estrago do caralho monumental.

Seja como for, é bom alguma autoridade tomar vergonha na cara e começar a combater esses mosquitos como se deve.

Agora, se preferir ver quem ganhará essa guerra entre vírus, é melhor colocar as barbas de molho, de preferência em água parada, para facilitar o trabalho dos Aedes.

Ps: Sei que foi uma viajada, mas, enfim, alguém tem que falar alguma coisa, né.

Ps: Sim, os mosquitinhos foram kibados. Literalmente rs.