26 anos completados

Acho que estou começando a sentir a idade, afinal, não tenho tido muito pique para agüentar a baderna que fizemos sábado no Perequê.

Por conta do ano bissexto, meu níver foi jogado para domingo, mesmo assim, resolvi comemorar no sábado com pessoas que só me trouxeram alegria nestes 26 anos.

Está certo que é só mais um dia no calendário, simbolizando o fim de um ciclo de 365 dias, para começar outro.

Mas cheguei em um momento da vida, que ando valorizando mais minha família, os amigos de verdade e as pequenas coisas boas da vida.

Felizmente, posso me considerar uma pessoa de sorte, por ter amigos verdadeiros e uma família que não possui muitos problemas e é bem unida.

Enfim, foi uma bagunça gostosa, com a gente rindo para caralho e se divertindo bem, apesar da falta de um som decente e de uma churrasqueira maior.

Lamentei pelos que não puderam ir – um na Austrália, outros em Sampa/Guarulhos e outros que não receberam um e-mail que o sistema deve ter imaginado que era SPAM.

Paciência. Fica para a próxima.

Valeu pelos que foram, beberam, riram e pagaram algum miquinho.

Mas que fique registrado que, pela primeira vez, em anos, ninguém vomitou e nem deu vexame.

Ou viramos alcoólatras profissionais, ou estamos bem fracos.

Só lamento pela cerveja que sobrou e ficou em casa.

Skavurska! Como tratar bem um provável cliente

Depois que virei um adulto responsável (rá), responsável pelas minhas contas (ráá), venho tentando conquistar algumas coisas que facilitem a vida de um ser humano moderno, como internet banda larga, TV a cabo e forno de microondas.

Até agora não conquistei nada disso, o PC, para variar, ainda não ressuscitou e o forno está atrás de várias prioridades.

Essa semana que passou, tentei a TV a cabo, mas assim como tudo que venho comprando (computador, cama, TV, DVD, geladeira, etc), deu zica.

Sempre quando vou comprar alguma coisa, tento fazer uma pesquisa, levantamento sobre a qualidade do serviço, custo benefício, essas coisas. Depois de ver que a net (minúscula mesmo) era, teoricamente, a melhor, liguei no último dia 17 para solicitar a instalação no ap.

Tudo indicava para uma boa escolha, atendimento exemplar, consulta se havia sido bem atendido, conferência de dados, etc. É, quando a gente está comprando o serviço, sempre é tratado como sultão.

Na quarta-feira, dia 19, estavam lá os técnicos para fazer o cabeamento, no horário combinado.

Pensei, “caceta, vou me livrar do BBB e das novelas da Globo, além de ter mais de dois canais disponíveis para assistir”.

Bem, depois de algumas horas tentando passar o fio pela tubulação, vem o veredicto de que a porra está entupida e que não teria como ligar naquele dia. Confesso que fiquei muito frustrado.

Mais uma vez, a empresa se mostrou bem solícita, ligou perguntando do problema, se os técnicos haviam tentado mesmo, etc. Logo, a atendente avisou que passaria para uma firma terceirizada especializada em solucionar esse tipo de problema e que, além de desentupir os tubos, faria a instalação. Quando ouvi a palavra ‘terceirizada’, já fiquei com um pé atrás, mas resolvi confiar.

Passados 15 minutos, a empresa liga.

Se propuseram a ligar no sábado, dia 22, mas como era feriado prolongado e estaria no Guarujá, perguntei se não havia outra data. Disseram que eu tinha a semana seguinte inteirinha para escolher uma data. Como estava ansioso, escolhi a segunda-feira, dia 24.

Após o feriado, mesmo com algumas coisas para resolver no trabalho, saí correndo e fui para casa. Entre 18 e 21 horas, alguém apareceria em casa para instalar a dita cuja da TV a cabo.

Ninguém apareceu.

Na terça-feira, liguei para a net, para sua central de “relacionamento” (só se for para se relacionar naquele sentido de foder o cliente) e após horas de tentativas e transferências de chamadas para lá e para cá, desisti de falar com alguém.

Na quarta-feira, tentei novamente, mesmo martírio. Depois de tentativas fracassadas na hora do almoço, consegui falar com alguém no fim da tarde.

Confesso que já estava de saco cheio e que não agüentava mais explicar o ocorrido. Depois de perder a compostura e ser um pouco mais ignorante, a ‘simpática’ atendente me atendeu.

Chutei o balde e falei que se não resolvesse o problema no dia seguinte nem precisaria instalar mais merda nenhuma.

Ela explicou que só havia dois horários e apenas um serviria para mim (das 16 às 19 horas), já que era quando estaria em casa.

Concordei. Quando tudo caminhava para um desfecho feliz, a ‘agradável’ moça avisou que, se não tivesse ninguém em casa, o pessoal iria embora e eu teria que marcar tudo de novo. Como ela enfatizou que, nessa faixa de horário, eles sempre apareciam entre às 16 e 17 horas, perguntei quando teria um horário mais adequado para minha pessoa, isso quase explodindo.

Ela disse que só sábado, quando não estaria em casa.

Cancela essa merda, então. Não precisa instalar mais nada. Se já está assim, enquanto ainda não é cliente, imagine quando eu for.

Confesso que disse isso meio que esperando ela passar para um setor que me convencesse a ser cliente “Skavurska”, mandando os instaladores no dia seguinte, mais um pacote extra HBO Plus e 50% de desconto pelo transtorno, mais um chaveiro.

Pois não, senhor. Quer anotar o número do protocolo de cancelamento?

Como é? Diga aí, pois se debitarem da minha conta, coloco essa porcaria de empresa no pau e chamo o Procon.

Se não houve instalação, não haverá cobrança. Mais alguma coisa?

Mais nada.

Boa noite.

A dita cuja nem soltou o famoso “Obrigado por ligar, a net lhe deseja uma boa noite”. Foi seca, direta e desligou.

Fiquei puto, se a empresa está por cima da carne seca e está nadando em dinheiro, podendo desprezar e tratar mal os prováveis clientes, dirá o que acontece com os clientes de fato.

Voltei à estaca zero e, com essa, já descarto a sky, pois é a mesma empresa, que por sinal, são da Globo. Só sobrou a Telefônica, que também não é flor que se cheire.

Pelo jeito vou ficar vendo imagens duplas, distorcidas e com apenas dois canais durante um bom tempo.

Skavurska!

Fim de semana interessante

Depois de quase 2 meses sem ver a família, passei um feriado que há muito não passava.

Triste constatar algumas coisas, como pessoas que você acreditava que teriam um futuro decente e que, no final, estão em uma situação complicada. Como uma vizinha que está com três filhos pequenos, maltratados e que nem sabe quem é o pai de um. Ou a amiga que era estudiosa, ajudava a comunidade e que arrumou um filho com um nóia ex-presidiário que não quer saber de nada da vida.

A vida real é pior que qualquer roteiro de cinema.

Mas, como nem tudo é tristeza, foi legal ver minha mãe – mesma palhaça de sempre – e meus irmãos. Sair com uns amigos que não se reuniam há muito tempo, para comemorar a filha de um (ahah virou fornecedor), tomar cerveja, jogar conversa fora, e terminando a noite com dois campeonatos de boliche, com total domínio deste que vos escreve.

Triste só o fato de saber que vai ser complicado juntar todo mundo novamente.

Apesar de não ter ido à praia, acho que consegui relaxar (descansar não dá), saída com amigos, baladinha no sábado, enfim. Até um namorado ciumento me ligou, se passando por uma amiga. Esses cornos de véspera me divertem.

Mas o melhor do fim de semana foi o convite de outro amigo, que me escolheu para ser padrinho de casamento dele.

Juro que fiquei emocionado.

Agora é se acostumar com a idéia de colocar um terno (odeio isso).

Enfim, foi um fim de semana muito proveitoso, como disse no começo, fazia tempo que não passava um tempo assim. Pena que só foram três dias.

Agora, só no dia 21 de abril.

Som do Lua da Semana – Ozzy Osbourne & Dweezil Zappa – Staying Alive

Já que o Youtube anda cheio de frescuras para postar um vídeo, vai via link mesmo.

O Som do Lua dessa semana (que era para ter entrado na quinta-feira passada) é a versão de Staying Alive, que se não é fantástico é, no mínimo curioso, de Ozzy e Dweezil Zappa, filho de Frank Zappa.

Curto muito Bee Gees, mas prefiro essa versão, que ficou bem irada.

E vocês, o que acharam?

Fonte: Papo de Homem

Voltando…

Que é sabido que o Lua anda meio mal de postagens, todo mundo sabe.

Também já estou careca de falar que é por conta da falta que um PC faz em casa, situação mais que manjada e que irei tentar resolver nesta semana.

Mesmo assim, atualizava do trampotrabalho, depois do expediente. Infelizmente, por conta do excesso exagerado de serviço, não estava com saco para ficar até tarde, além de não ter cabeça para mais nada, que dirá para atualizar o blog.

Deu uma aliviada essa semana, vamos ver se dá para manter esse espaço de pé.

Voando


E lá se foi o amigo, realizar sonhos, buscar algo que nem bem ele sabe.

Foi voando, encarando 25 horas de sofrimento econômico.

Diz que em sete meses volta, mas na verdade deseja ficar.

O amigo desse lado do Atlântico torce, como quem torce para o sucesso de um irmão.

Ficou a saudade, dos tempos do colégio, das zoeiras no Litoral, dos papos cabeça.

Da troca de figurinhas, das mulheres que saíam e das que rompiam corações.

Foi-se lá para o outro lado do mundo, estudar, curtir, aprender, viver.

Torço para ti amigo.

Sucesso, boa sorte, boa viagem e seja feliz.

Você merece.

Som do Lua da Semana – Pink Floyd – Wish You Were Here

Tarde chuvosa, tempo agradável e ótimo para sair em boa companhia.

Mas, para quem não possui uma boa companhia numa sexta à tarde, nada que uma boa música não resolva.

Depois da overdose de Iron Maiden, nada como Pink Floyd para relaxar e refletir um pouco, depois de uma semana estressante e chuvosa.

Wish You Were Here é uma das músicas mais bonitas que conheço.

Diferente da maioria das músicas do Floyd – que levam uma vida para começar (mesmo assim eu gosto) – Wish You… tem uma melodia magnífica e um ritmo que te deixa viajando e pensando: “Onde essa FDP se meteu?”, enquanto rola uma lágrima no rosto.

Deprê? Nada, música estilo declaração de amor de qualidade.

Como me arrependo de não ter ido ao show do velho Waters no ano passado.

Enjoy

Promessas Eternas

Para quem não entendeu o título lá no alto do post, vai uma breve explicação.

Promessas eternas são aquelas que a gente faz todo dia, mas sempre deixa para outra hora ou outro dia, praticamente igual às promessas de ano novo, com a diferença que são feitas diariamente e com o poder de te assombrar todo santo dia.

Enfim, sou um cara de promessas eternas.

Pois veja, todos os dias prometo para mim mesmo que acordarei às sete, irei à padaria, tomarei café tranqüilamente, enquanto assisto ao jornal e me encaminharei ao trabalho para chegar às oito e meia em ponto.

Será que sigo essa rotina todo santo dia?

Claro que não!

Todos os dias o celular toca às sete, aperto mais cinco minutos, durmo, cinco minutos depois, ele toca, aperto novamente, mais cinco, aperto, mais cinco e… quando vou ver já são 19:45 7:45. Me arrumo correndo, tento tomar café com pão amanhecido, saio de casa atrasado, confusão no metrô e chego no trabalho mais ou menos às nove horas.

Só nesse parágrafo são três promessas que não consigo cumprir.

No trabalho, apesar de ser uma pessoa competente e ter o trabalho elogiado de vez em quando, sofro com o preenchimento da planilha de horas. Tudo bem que todo mundo sofre e deixa para preencher sempre depois, mas fico com aquilo na cabeça, sempre empurrando com a barriga e preenchendo na correria e no baixar das cortinas.

Para encerrar as promessas eternas corporativas, todo dia mentalizo que sairei no horário. É batata. Bate 17:30 e todo mundo ganha a pista, menos quem? Claro, sempre fico para fazer algo extra do trabalho, conversando, vendo e-mail ou, simplesmente, esperando o movimento no metrô diminuir.

Outra que me quebra a consciência é fazer exercícios todos os dias. Até me agarrava ao fato do meu irmão não me passar o programa. Um dia ele foi em casa, me passou o programa, dicas e tudo mais e, é claro, fiz no primeiro dia e, depois, nunca mais. A desculpa é que sempre chego cansado em casa (o que é verdade).

No mesmo balaio dos exercícios, todo dia falo que irei até o Sesc para me inscrever na natação ou, pelo menos, para ver horários, outros cursos. Também deixo para depois.

O Vale Refeição também é vítima das minhas promessas eternas. Toda vez que ele é recarregado, digo que não gastarei com besteiras e nem irei abusar do coitado. Faltando duas semanas o coitado já está vazio.

Não tem jeito. Para algumas coisas, só com força de vontade mesmo, pois vícios são difíceis de tirar.

Outro exemplo é o blog. Estou com vários projetos e vontade de fazer um negócio bem bacana com o Lua, mas, para começar, é preciso mudar o layout, otimizar, arrumar servidor e outras coisas que, para variar, sempre prometo que irei fazer e não consigo.

Resultado: empurro com a barriga.

Mas deixe estar, amanhã começo a mudar isso tudo.

Recuperando

Por conta do tempo seco da metrópole, estou com a garganta seca, cabeça doendo, espirrando que nem um louco e tossindo que nem um cachorro.

Obviamente, também estou num mau-humor maldito, o que deixo para a semana que vem as atualizações que venho reservando para esses dias.

Abraços