Agora sim!

Finalmente!

O Lua está funcionando normalmente e com novo visual.

Demorou, eu sei, muita gente deve até estar achando que morri, desisti da vida online ou simplesmente não queria mais saber desse negócio de blogs.

Óbvio que não.

Enquanto tiver, pelo menos, um leitor, tentarei manter esse espaço que tanto coloco bobagens, causos sobre a vida, crônicas, entre outras coisas legais ou sem importância mesmo.

Ainda há muito o que fazer. Como em toda casa nova, sempre há um móvel para mudar de lugar, uma parede para pintar ou algo para deixar do seu gosto.

Agradeço ao grande amigo Rodrigo “Milhouse” Reis, do Milhouse Blog, que me deu maior força para arrumar o blog, e ao meu ex-companheiro de trabalho, mas amigão, Leandro Garcia, que também ajudou a deixar o Lua desse jeito.

Valeu pela espera e obrigado pela paciência.

Esclarecendo

Sei que as coisas por aqui andam meio devagar, mas, como sempre, tudo tem um motivo.

Ou vários, dependendo da situação.

Além do trabalho em excesso, também ocorreram mudanças no meu local de labuta, assim, por conta destas mudanças, não atualizo mais o blog após o expediente como fazia antes. Dois leitores sabem o motivo. Um por motivos óbvios, outro porque contei. Via msn.

A falta crônica de um PC em casa me impossibilita de manter o ritmo de atualizações antigo. Mas, mais uma vez, prometo que resolverei isso até o fim do semestre.

Ou do século. Continuo otimista.

Mexendo em algumas coisas, fiz com que o endereço blogdolua.com fosse, digamos, para o limbo. Já tentei de tudo, mas, enquanto ele não volta, deixem o blogspot salvo como favorito.

Claro que quem não sabe disso acha que o blog faliu, então, se puderem avisar alguns outros amigos que não tenho contato, mas passam por aqui sempre, ficarei muito agradecido.

Há também uns projetos paralelos, onde dou uma pequena contribuição.

Um deles no Ato ou Efeito, neste artigo nonsense que elaborei.

E outro aqui no L1der, com uma coluna quinzenal.

Comentem lá, comentem aqui, mas digam o que acham.

No mais, só isso. Continuo trabalhando para melhor servi-los.

Trailer de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Para quem enjoou de ver as reprises na Sessão da Tarde e cresceu tendo Harrison Ford como ídolo pop, (lembre-se ele fez Star Wars também) esse trailer não deixa dúvidas de que Indiana Jones 4 (o nome é muito comprido) vai ser um baita pipocão.

Para variar, bateu aquela emoção quando a música-tema do velho Indy tocou, fazendo lembrar a época em que Hollywood sabia fazer trilogias.

Hoje, quase todos os filmes são feitos para serem trilogias, sendo cagados avacalhados no final.

Indiana 4 também terá aquele maluquinho nerd de Transformers no elenco. O tal do Shia LeBeouf.

Aproveitem o trailer.

Skavurska!² – Fazendo as pazes ou como tratar bem um provável cliente – Parte II

Definitivamente não querem que eu faça parte da Festa dos NETs (Skavurska!). Depois de todo transtorno que passei ao tentar contratar essa empresinha de merda, eis que o telefone/celular toca e uma simpática voz pergunta porque cancelei a instalação do serviço.

Explico tudo, tintim por tintim, a moça pede desculpas, implora por perdão, diz que me fará um strip mais tarde e me convence a ter o serviço novamente. Definitivamente, eles sabem como persuadir um trouxa cliente.

Quando ela vai transferir a ligação para fazermos as pazes concluir tudo, peço para transferir para um vizinho, que ficou de ver tudo para mim.

Ela transfere e combino tudo com o cara. Ele confere novamente meus dados, que já estavam no cadastro e fica de mandar a equipe, pois ainda tinha o problema da tubulação.

Chega o dia seguinte, vejo uma ligação, que imagino ser da NET, e ligo de volta. Eis que o meu ‘amigo’ diz que houve um problema no cadastro e me sugere transferir para o nome de outra pessoa:

Ué, mas da outra vez não deu problema nenhum.

É, mas agora o sistema apontou restrições no seu cadastro.

E qual é o problema?

Não diz. Só diz que não há como concluir a instalação.

Então não dá mais para instalar?

Isso, mas você (reparem que não há mais a figura do senhor, tamanha a intimidade) pode colocar no nome de outra pessoa, para instalar o serviço na sua casa.

Não, deixa quieto. Desisto de vocês.

Você não tem outra pessoa para fazer isso para você? Mãe? Pai? Amigo?

-Não, não tenho. No início foi tudo normal, agora aparece essa. Chega! Não quero mais saber da NET.

Encerro a conversa, vejo o novo comercial da NET e, em seguida, ligo para a Telefônica. Após uma saraivada de perguntas e confirmações, combinam de instalar a linha em casa em até 7 dias, sem problemas inexplicáveis com cadastro. Dois dias depois, a linha está instalada. Agora é morrer com mais uma grana e puxar a linha para casa.

Daqui a pouco vou ligar para pedir o Speedy e a TV Digital. Se der merda novamente, juro que desisto disso de uma vez.

Ah, para quem deseja fazer parte da festa dos NETs (ou já faz), espero que o serviço seja bom mesmo, pois se para instalar o serviço foi toda essa novela, imagine para quem é cliente.

Skavurska para vocês!

Você assistiria Rod Stewart? De graça com certeza

Ando meio desanimado com o blog e minha incompetência de tentar fazer algumas melhorias e não conseguir, como entendo pouco de linguagem CSS, HTML e programações em gerais, o dito cujo fica com essa cara verde doente e eu sem vontade de escrever ou atualizar essa bodega.

Prometo que vou tentar resolver isso o mais rápido possível.

Mas, já que estou aqui, falar sobre o fim de semana estranho que passei, principalmente que, finalmente, alguém se lembrou de mim para dar ou doar alguma coisa.

(Não, ingressos para o jogo do Curíntia não contam, apesar de ser um bom programa humorístico).

Enfim, voltando de um trampo externo estafante na maravilhosa Marginal Pinheiros em horário de pico na sexta-feira, o celular toca, praticamente me despertando do quase sono.

Do outro lado da linha, minha prima pergunta se não quero ir a um show de rock que iria ter no fim de semana.

Do Ozzy???????

Não, do Rod Stewart hoje. Tenho quatro convites.

-Alô?

-Posso te ligar mais tarde.

-Tudo bem, mas vê logo que o show é às 10 horas da noite.

Desligo e fico pensando, será que vale a pena?

Lembro que de graça até ônibus errado e corro para casa me arrumar. Com argumentos extremamente egoístas, convenço a companhia a ir junto.

Hora combinada no metrô, encontro minha prima, que fica muito fula em me ver acompanhado, e minha tia.

“Caceta, família de velha doida metida à jovem”, pensei.

Mal sabia que estaria errado no meu pensamento.

Todo mundo segue para o chiqueirão.

Estádio esse que, exato um mês atrás, vi o melhor show de todos os tempos.

Toca para arquibancada e sentamos no concreto duro e gelado do Palestra.

Óbvio que, por conta do horário, perdemos o show de abertura de Nando Reis. Olho ao redor e só vejo tiozinhos e vôzinhos.

Aí que vi que quem estava no lugar certo era minha tia e não eu.

O velho, meio alegre, entra e começa o show.

Músicas do tempo que se escrevia foda farmácia com PH. Minha tia, e um monte de tiozinhos, dançavam empolgados, com aqueles passinhos hilários.

Um frio de rachar e as duas mulheres ao meu lado me olhando com cara de ódio, por motivos diferentes. O vento que soprava ali, parecia que estava só rodando na área do estádio.

Reconheço umas duas músicas e chego até a cantar, mas não me mexo de onde estou, tamanho o gelo que estava.

Fim do show e a terceira idade que estava ali sai feliz. Alguns com filhos, que, pela cara, provavelmente foram obrigados a vir.

Lembro que não gastei nada e, como não tinha nada para fazer na sexta, até que foi um programa legal.

O show lembrou muito um baile de formatura/casamento/debutantes, mas deu para dar risada.

Não pagaria para ver, mas de graça…

Som do Lua da Semana – Ira! – Envelheço na Cidade

Para essa semana, nada mais óbvio do que um bom rock dos anos 80, de uma pessoa que nasceu naquela época e que comemorou aniversário domingo.

Época de quando o Brasil ainda tinha algumas bandas que prestavam e que, dias desses, ganharam uma sobrevida com os acústicos da vida.

De todas, o Ira! era a que eu mais gostava. Pena que acabou.

Sintam o som e a guitarras distorcida de Edgar Scandurra, além da batera nervosa de André Jung.

Não liguem para o modelito da época. Coisas oitentistas eram assim, estranhas. Vai ver que por isso que o senhor Marcos Valadão, vulgo Nasi, pirou.

Para quem gosta do Acústico, segue o link aqui.

Origem do Dia da Mentira

Pingou na minha caixa de e-mail, via Claudinéia.

Sei lá qual o portal que colocou a curiosidade no ar, se souberem, me envie o link que coloco a fonte.

Origem do Dia da Mentira

Podemos nos divertir um montão nesta data, mas você sabe ao menos por que todo o mundo comemora o dia da mentira? Olhem só… existem várias versões que explicam a origem do dia. Uma delas, a mais famosa inclusive, conta que a lembrança da data começou quando a França resolveu usar o calendário gregoriano e mudou a comemoração do Ano Novo, que costumava ser uma festa que durava uma semana, entre 25 de março e 1º de abril (começo da primavera na Europa).

Só que, de acordo com o calendário estipulado, a comemoração deveria acontecer no dia 1º de janeiro a partir do ano de 1564. Esta decisão foi tomada pelo rei Carlos IX, da França, e depois foi seguida por outros países da Europa.

Alguns franceses ficaram tão revoltados com a mudança de data que continuaram comemorando a virada do ano em abril. Para tirar sarro com a cara dessas pessoas (puro deboche), outros franceses mandavam-lhes presentes estranhos e convites para festas que não existiam. Deste então esta data ficou conhecida como o Dia da Mentira. Duzentos anos depois esse costume se espalhou para a Inglaterra e depois para todo o mundo.

Tanto que até hoje os britânicos costumam chamar de noodle (Pateta) a pessoa que, sem perceber, “acredita nas mentiras de 1º de abril”. Na França, são chamados de poisson d’avril (peixe de abril); na Escócia, de april gowk (tolo de abril); nos Estados Unidos, de april fool (bobo de abril).

Curiosidade: Alguém aqui já caiu em alguma mentira nesse dia tão… peculiar?