Vivo no Litoral

Por conta da falta de sinal dos celulares (Oi querendo dar tchau e TIM normal, como sempre), falta de internet e problemas técnicos nas lans daqui, além de várias outras coisas, ando sumido totalmente.

Talvez volte tudo ao normal semana que vem.

Torcemos, ora pois.

Bolão do Brasileiro 2008 – Palpites 31ª Rodada A e 32ªB

Não, ainda estou vivo, só curtindo um pouco de vadiagem master super.

Aliás, mais uma semaninha bagunçada no futebol, culpa das eleições novamente.

Como meu desempenho é um lixo e todo mundo recebe a tabela atualizada após cada rodada, então vou postar só os palpites.

Até semana que vem, pois ainda estou mal-humorado pelos pontos que o Tricolor perdeu para a porcada.

Fui.

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Fui demitido, e agora?

Pois é pessoal.

Ontem estava com um post bem bacana na cabeça, sobre o fim de semana futebolístico, em que fui, finalmente, assistir a um jogo do poderoso Juventus na Rua Javari (infelizmente 0x0 contra o fraco Atlético Sorocaba) e depois fui jogar futebol com uma galera do Twitter.

Enfim, a idéia era essa, falar sobre o dia, torcedores do Juventus, o fato dos juventinos terem um time grande para simpatizar (no caso do Corinthians, pequeno mesmo, segundo os próprios) e não o contrário. Contar sobre os pernas de pau que compareceram a uma quadra alugada, com direito a churrasco, para desfilar sua brancura e barrigas nerds no society e meu ótimo desempenho como armador, com passes precisos e assistências milimétricas.

Mas não deu, ontem, logo cedo, fui chamado à sala de minha chefe e a dita cuja me comunicou que não faço mais partes dos planos da empresa, pois estão com contenção de custos, não dá para ficar com todo mundo, wiskas sachê e aquele blá-blá-blá todo.

Quando ela terminou, perguntou se estava tudo bem, se eu queria um copo d’água, se ia chorar (sério!) ou que fosse.

Os outros dois chefes, quando foram falar comigo, fizeram as mesmas perguntas (menos a das lágrimas) e eu disse que estava tudo ok, normal.

A questão da minha demissão não deve ser debatida aqui, mas o texto da Dani, uns dois posts abaixo, explica bem o que vem ocorrendo no local onde trabalhava.

O que não entendo é porque todo mundo acha que o fato de ser demitido é o fim do mundo.

Eu acho que era a pessoa mais normal e tranqüila do mundo ontem no escritório, mas, o excesso de preocupação – se eu estava bem, se iria me matar, quebrar tudo, etc. Isso realmente me incomodou.

Será que as pessoas acham que o simples fato de ser demitido é o fim do mundo?

Para mim, simplesmente é o recomeço, hora de mudar e se fortalecer. Pensar o que estava errado e trabalhar esse erro, enfim, nada que seja comparado a um pé na bunda sentimental (o que para mim também tem o mesmo efeito da demissão), perda de alguém querido, ou uma final de campeonato com gol contra aos 49 do segundo tempo.

As pessoas precisam repensar essa situação, senão, o mundo que já anda chato para cacete, vai ter mais um motivo para o povo continuar em estado de paranóia coletiva e mais estressados.

Aí, para alguém sair matando a torto e direito em escolas, jogar aviões em prédio, explodir hotéis e embaixadas, vai ser um pulo.

E tudo porque foi demitido, ora pois.

Agora, se souberem de alguém que precisa de um jornalista, me avisem. 🙂

Bolão do Brasileiro 2008 – Palpites 30ª Rodada

Sem muitas palavras, pois muitas coisas estranhas andam acontecendo.

Seguem os palpites:

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Entendendo a crise financeira mundial

“Isso é uma forma didática de explicar a crise americana.”

É assim:

-O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato, e decide que vai vender cachaça “na caderneta” aos seus leais fregueses, todos bêbados, quase todos desempregados.

-Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é o sobrepreço que os pinguços pagam pelo crédito).

-O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi, decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem, afinal, um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento tendo o pindura dos pinguços como garantia.

-Uns seis zécutivos de bancos, mais adiante, lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

-Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F de lá, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu ).

-Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

-Até que alguém descobre que os bêubo da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência.

E toda a cadeia sifu, incluindo todos que estão lendo este texto.

Acho que muita gente deve ter recebido e lido esta mensagem, mas achei interessante e resolvi publicar.

Como não tinha o autor, não tem como dar o crédito, se aparecer o dito cujo, darei o devido crédito ao texto.

Cadê o Gerente?

Por Daniella Velloso

Na sua opinião, o quanto a atuação desse profissional influencia o grau de sucesso dos projetos que ele gerencia?

Gerenciar o desempenho individual e coletivo de colaboradores é uma atividade indispensável para a competitividade de qualquer empresa. Alinhar as atividades diárias de pessoas e grupos com o cronograma e expectativa do cliente é uma premissa.

A maior interação entre gestores e colaboradores eleva a produtividade e qualidade e ponto.

O gerente encabeça uma equipe, ele dá a direção do projeto e dita o ritmo do mesmo. É ele quem deve gerenciar as crises e ultrapassá-las com uma boa estratégia. Olhar o todo, enquanto cada profissional foca em sua responsabilidade.

Além da visão do negócio, do senso estratégico e de planejamento, ele tem que ser um líder nato.

Motivos diversos que o fazem ganhar mais – bem mais – que os membros de sua equipe. Sempre que apresentava uma resposta de atuação, dividia os créditos do sucesso, mas assumia as responsabilidades do fracasso. Isso não é valoroso, é obrigação.

“Cara, te pagam mais para isso! Te exigem mais qualificações para que você possa suprir/dirigir um time!”

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Diálogos que valem a pena ser publicados

Diálogo na empresa, ocorrido na última quinta-feira.

– O jeito do Marcos lembra o do doutor House.
– Como é?
– O médico daquele seriado.
– Eu sei quem é o médico, não sou burro, mas como não consigo ver a série, não sei como é esse ‘jeito do médico’, por isso ainda estou pensando se isso é bom ou ruim antes de te xingar…
– Ah, ele parece também um pouco o Ned, de Pushing Daisies.
– Quem?
– Um seriado que passa na Warner, às quintas.
– Na boa, vocês deveriam fazer mais sexo e viver mais a vida, ao invés de ficar na frente da televisão perdendo tempo procurando pessoas parecidas com as que aparecem nas suas vidas medíocres.
– Nada a ver com o Ned, é o House completo. Só faltou mancar.
– …

Em tempo, como as duas séries passam na quinta, resolvi fazer um esforço e assisti-las naquele mesmo dia.

Achei que não tenho nada a ver com ninguém, apesar de ter achado House do caralho.

Ah, chegou às minhas mãos a primeira temporada de Dexter, se eu ficar com vontade de eliminar algumas pessoas, relevem, é culpa da série.

Bolão do Brasileiro 2008 – Palpites 29ª Rodada

Agora sim, depois da festa da democracia, vamos voltar com a nossa festa, o futebol brasileiro!

Tá, foi bem fraca essa, mas já que passaram as eleições e, agora, vem a selecinha, vamos aproveitar para curtir nosso futebol, porque o do time do Dunga…

No bolão, J Rafael, torcedor de um time de segunda, mas mestre em times de primeira, continua firme e forte para ganhar um pano de chão de 200 pilas.

Prisila, logo atrás, por enquanto vai garantindo um livro sobre o time do chiqueiro próximo à Barra Funda.

O restante vem logo atrás, brigando pela migalhas. 😛

Sem mais delongas, vamos aos palpites:

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Eleições 2008 – Nova esperança em Guarujá

Faz tempo que não escrevo algo que preste faça refletir por essas bandas.

Como o assunto do momento são as eleições (e a crise financeira) achei por bom tom dar minha opinião sobre o assunto.

Como sobre São Paulo, capitais do Brasil e cidades-centro de regiões metropolitanas já foi falado tudo que tinha direito, vou salientar sobre a minha última eleição na cidade em que passei 15 anos da minha vida.

Acho que já falei aqui como “amo” Guarujá, por conta de seus diversos problemas e do povo que lá vive (estou com preguiça de procurar os textos e inserir os links), como o atual prefeito se mostrou uma decepção completa (o turco tem mais de 100 processos nas costas, fora as suspeitas e acusações que o cercam) fiz questão de descer a serra e fazer valer meu dever cívico.

A grande questão era em quem votar, pois as outras opções não eram assim tão boas, com exceção de uma, mas que possuía um problema onde o simples fato de me fazer digitar 1-5 já me fazia pensar no assunto.

Como conhecia a pessoa e seu histórico, ignorei esse pequeno problema e mandei bala na urna eletrônica, torcendo para ela ir para o segundo turno e acabar com a dinastia turco-otomana na cidade.

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