Trintão!

Pela primeira vez (acho) não publico um texto de aniversário na data exata. Chega a ser estranho, ainda mais numa data, digamos, especial, pois deixei os “Anos 20” e entrei nos “Anos 30”.

Repetindo:

30 anos!

Engraçado como há 10 anos, quando fiz 20 e estava na faculdade sonhando em conquistar o mundo e tudo mais, nunca imaginaria trabalhando no que eu trabalho e casado,sendo totalmente caseiro.

Se antes pensava nas baladas, TCC, todas as mulheres do mundo e, principalmente, em ter o mínimo de responsabilidade possível, hoje, já penso nos cálculos para comprar um carro, uma casa, com quantos anos quero ter meu primeiro filho, na pós que devo começar em breve e nas contas que nunca param de chegar.

Além da música ruim, teve até bolo!

No famoso review que sempre faço do ano que passou, não fui a nada de marcante como no Ano XXVIII. Não fui em shows, teatros, passeios. Nem em cinema eu fui! “Apenas” casei! Uma das melhores coisas que fiz na vida! Também ganhei na Mega Sena da Virada, mas o pedido saiu errado e “só” acertei a quadra, ganhando, se não uma mixaria, mas algo que só serviu para cobrir o rombo do especial. Digamos que comprava o PS3 e uma TV de 22 polegadas.

Aliás, a cada dia que passa, mais apaixonado eu fico pela Lucilene. E olha que já estamos há quase 5 anos convivendo juntos, mas sem nunca perder a chama da paixão e como se fosse o primeiro dia que a conheci.

Estamos erguendo os tijolinhos para construir isso que chamamos de “vida juntos”. Não temos ideia de quando vai vir o carro, a casa, o filho e até o PS3! Mas aos poucos, vamos pavimentando esse caminho. Sem sustos, sem afobação e sem fazer loucuras que possamos nos arrepender depois.

Talvez, a única coisa ruim do ano passado foi ter rompido, ou melhor, ter parado de falar com uma pessoa especial para mim. Mas, ao contrário do que acontece com a maioria. Eu valorizo as pessoas pelos momentos felizes que elas compartilham comigo e não nas dificuldades (quer dizer, valorizo também, mas guardo mais os momentos de alegria) e, infelizmente, no momento mais feliz da minha vida, essa pessoa resolveu que não deveria participar. Como foi a terceira mancada grave, botei no gelo. Pelo menos até ela resolver vir trocar ideia comigo e não ficar de recadinhos ou agindo como se nada tivesse acontecido.

Desculpe, divaguei.

Enfim, o grande momento da celebração desse início da “Era 30” foi com a família e os amigos – daqueles que posso inserir na categoria “Família – cantando e celebrando muito num karaokê aqui de São Paulo.

Faltaram algumas pessoas importantes, que infelizmente não puderam ir, mas meu amor Lucilene, minha mãe Lúcia, meus irmãos Rafael e Daniel, junto com as namoradas Cris e Thalita, meus velhos amigos Paulo e Diego, com a noiva Amanda, e os amigos mais “novos”, Lilian, Filipe, Márcia, Rafael, Johnny, Gabi, Eric, Gabi, Gaia, Leão, Nathália, Théo, Lilhá, Nayara e Ronaldo, que conheci aqui em São Paulo, mas levo no coração como se conhecesse desde o jardim de infância, estavam todos lá para agitar a “festa”.

Emocionante e bom saber que sempre poderei contar com essas pessoas (e mais algumas) faça sol ou faça chuva para poder sair e dar risada ou para lamuriar e reclamar da vida.

Talvez a música do Fábio Jr. (depois regravada pelos saudosos Raimundos) já nem faça mais sentido para mim, mas posso dizer que tentarei manter sempre esse jeito besta de ser, que marcou meus anos 20, para ser cada dia uma pessoa melhor e mais responsável nos anos 30.

Que venha o 31!

PS: Incrível como sempre mudo o título quando copio para o WP.