Desanimado com o Jornalismo

Ah, o desânimo…

Como notaram por aqui, faz tempo que não escrevo algo a la bate-papo. Aliás, até no twitter, onde falava para caramba, dei uma diminuída nas bobagens que escrevo.

Ironicamente, achei essa imagem no R7 e é justamente do tipo de jornalista que queria ser, de guerra.

Quem me conhece, sabe o quanto gosto de escrever e falar bobagem, mas o ato de escrever tem sido uma espécie de martírio, já que me lembra que não seguirei com o sonho de ser jornalista, coisa para a qual estudei e me preparei nos últimos 12 anos.

E nem é por conta de ter fracassado na profissão ou ser ruim demais, é o desapontamento com o jornalismo mesmo, que vai dos rumos que a profissão tomou, em todos os níveis, passando pela remuneração e o pouco tempo que acaba sendo reservado à família, caso queira ganhar razoavelmente… razoável.

Não, não escreverei mais sobre isso agora, estou adiando o derradeiro texto, pois no fundo sei que quando escrever, estarei rompendo de vez com isso. Pode falar o que for, mas ainda me considero um Jornalista. É o que está escrito naquele diploma que levei quatro anos para conquistar e que foi orgulho de minha mãe, família e amigos.

Só sei que está chegando a hora de, finalmente, romper com a profissão e me considerar outra coisa, seja lá o que for.

Infelizmente, por mais que esteja gostando do que ando fazendo, isso me dá um desânimo…

Palavras, frases, pensamentos e divagações

Hoje dei uma lida em uns e-mails antigos e vi como escrevia muito e com mais gosto. Interessante também foi ver que recebia muitos e-mails no mesmo estilo e que tinha muita satisfação em lê-los. Tentei reler alguns e vi que não consegui.

Pelo jeito mudei mesmo.

Ando cansado além da conta, ao contrário de outros posts que choramingava a respeito, mas que calhavam de ser meras desculpas pela falta de atualizações. Mas dessa vez, não.

Não sei bem se é a idade, não sei se foi o período sabático que passei, se me acomodei, só sei que não ando gostando disso. Até gostaria de fazer mais coisas, mas realmente, dessa vez, ando sofrendo de falta de tempo e abusando do meu corpo e psicológico.

Todos os dias estou indo dormir além da meia-noite, para acordar às 6:30, nos fins de semana não consigo fazer tudo que planejo, muitas vezes por preguiça e para repor as energias gastas na semana. Mesmo quando desço para o Guarujá, às vezes fico o dia inteiro na casa da minha mãe por falta de ânimo para sair.

Como nem tudo é apenas mimimi (ou chorôrô), ando conseguindo cursar o inglês e, aleluia, aprender alguma coisa. Dia desses a professora me elogiou, dizendo que minha evolução tinha sido surpreendente. Ao contrário de uma suposta alegria, fiquei meio fulo, já que o que estava fazendo de diferente, era apenas as lições em casa, com mais atenção, e os textos para o speech. Minha raiva foi ver que se apenas fazendo o básico, tinha evoluído tanto assim, imagine se conseguisse estudar, vá lá, 30 minutos por dia? Imagine se conseguisse estudar uma horinha que fosse para concursos? Pois é, tenho potencial, sei disso, mas não consigo canalizá-lo.

Uma outra coisa legal foi, que voltando a trabalhar, voltei a ter a capacidade de fazer planos e sonhar. Uma vez li, ou assisti em um filme, ou falaram, não lembro direito, que não existe felicidade ou tristeza, já que seriam estados permanentes, mas o que existem são momentos, sejam eles de felicidade ou tristeza. Ultimamente ando tendo mais momentos de melancolia, o que não vem ao caso, mas o fato de voltar a fazer mais ou menos o que gosto, em conjunto com planos de viagens, aquisição de bens materiais, carro, etc, deu um novo gás para mim.

Me empolguei a voltar a escrever no blog, decidi que editaria todas as redes sociais que faço parte para que fique algo apresentável e que valha a pena participar mais. Estou me disciplinando para me dedicar mais ao inglês, encontrar os amigos, dar atenção a mim mesmo, enfim, estou fazendo o possível para chegar a algum lugar, mesmo não sabendo que lugar é esse.

Mas fazer o possível não é o suficiente, e se eu quiser algo mais, tenho que fazer mais que o possível e, quem sabe, o impossível.

O que esperar de Vinte e Dez?

Sim, tomei vergonha na cara e voltei a escrever.

De quebra, trouxe o antigo visual do blog, por algum motivo esse me inspira mais a escrever, além de ter várias coisas já configuradas para esse tema, o que me deixava com preguiça de escrever enquanto não configurasse tudo nos outros. Aí, não configurava e nem escrevia.

Mas, enfim, voltando ao assunto.

Pretendo voltar a escrever no Lua com uma certa frequência, no mínimo uma vez por semana, além de configurar o outro blog para assuntos, digamos, mais sérios.

Como ando trabalhando para caramba, fazendo curso de inglês, com a minha coluna do Bacon Frito e, claro, com a vida real, vou me programar para, como já disse, escrever pelo menos uma vez por semana. Vamos ver se consigo.

Quanto às outras coisas, esse ano espero tentar viver mais as coisas, ir a shows, realizar o sonho de ver a F1, viajar mais e sair mais. Quanto a negócios mais sérios, pretendo estudar mais também, para não emburrecer, como acho que venho emburrecendo.

De coisas materiais, estou na fissura de um console entre os três da nova geração, uma TV nova, uma moto, um carro, e um ap no Centro e na Praia. Mas, enquanto não vem a mega sena, fico apenas com o console.

Quanto ao restante, o de sempre, saúde, amor, paz e sossego, o resto a gente se vira.

Enfim, bom ano para vocês.

Ps: Espero que tenham entendido o título.
Ps2: Vou ver se aprovo os comentários durante a semana.
Ps3: Tá na lista.

Ausência por rinite alérgica

Calma povo, ainda não decidi acabar com o Lua.

Também não ganhei na loteria, nem arrumei uma viúva rica e, muito menos, me deixaram uma herança polpuda.

Simplesmente tive uma crise brava de rinite alérgica, onde todo meu aparelho respiratório entrou em colapso e, somado ao estresse do trabalho, não tive condições de fazer mais nada.

Ainda estou me recuperando, vou ver se termino de escrever um texto sobre o casamento que ocorreu no fim de semana e ainda tem o bolão que rola a partir de amanhã.

Portanto, não entrem em desespero (apesar de ninguém ter sentido falta mesmo).

Para saber mais sobre Rinite Alérgica entrem nesse link (eu entrei).

Indo embora de Recife, finalmente

Recife

Pois é, terminou minha estadia na Cidade do Frevo.

E querem saber? Não gostei!

O único dia que, teoricamente, teria alguma folga, choveu desgraça. No dia seguinte, sol.

Ou seja, a cidade não gostou de mim.

Normal, também não gostei dela.

As praias são vazias e, praticamente, ninguém mergulha, provavelmente com medo dos tubarões. A cidade inteira fede a esgoto e, por conta do excesso de propaganda e outdoor, há uma sensação de sujeira permanente.

Casa da Cultura, uma das poucas coisas que valeram a pena

Os nativos não são ruins, mas para arrancar uma informação é uma briga só, além de serem meio folgados e demorados com atendimentos ao público.

– O Extra é seguindo por essa rua?
– É sim.
– …
– E como faço para chegar até ele?
– É só seguir essa rua.
– Então tá.

Claro que não era só seguir a rua, tinha mais uns quatro quarteirões, além de dobrar ali e aqui. Ainda bem que não fui dependente das informações, senão me lascava.

De bom, só o Museu do Trem e a Casa da Cultura, onde só comprei um pedaço de pano.

Museu do trem, locomotiva da década de algum ano

Lembranças de “Estive em Recife e lembrei de você”, bonequinhos, areias em vidro, etc. são as mesmas em qualquer praia, só muda o nome dela.

Gostei das mulheres recifenses, não chegam aos pés das mineiras, mas são simpáticas, bonitas e muitos gostosas com corpões de dar inveja à muita paulista que se acha a tal. Só há uma enorme desigualdade de rostos, com algumas muito lindas e outras bem prejudicadas, mas isso é o de menos.

Enfim, minha estadia aqui não foi como esperava e, só volto aqui a trabalho novamente, pois não há nada muito diferente do que via em Guarujá, por exemplo. Se for para gastar energia, festa ou lazer no nordeste, tento a sorte em outra capital. Ou vou para outro país, que é mais certeza, pois parece que são todas iguais.

Bonito, mas choveu no dia de folga

Incrível que consegui ficar com saudades de São Paulo.

Amanhã encaro mais três horas de martírio no Itapemirim de asas e volto para a terra da garoa chuva apocalíptica.

Haja barrinha de cereais.

Conheça o Blog do Bonilha experimental

São Paulo

Pois é, enquanto vocês acham que o Lua abandonou o barco, ou não anda com tempo para atualizar o blog, fiquem sabendo que apenas a segunda opção está correta.

Daqui a pouco estou embarcando para Recife cumprindo o penúltimo capítulo de um trabalho complicado e desgastoso, que ao final deverá revelar mais uma mudança radical em minha vida. Ou não.

Enquanto isso, tento concluir um curso de quatro semanas sobre Jornalismo 2.0, do Knight Center For Journalism in the Americas que, por conta de uma atividade, fez nascer mais um blog deste que vos escreve, o Blog do Bonilha (criativo, não?).

Enfim, algumas atividades são desenvolvidas e postadas lá, caso queiram ver como analiso alguns temas a sério, dêem um pulinho lá e deixem um comentário.

De repente, até vira mais uma cria do Lua, mas como Marcos Bonilha.

Abraços e amanhã estarei na Praia da Boa Viagem.

Voltando…

Que é sabido que o Lua anda meio mal de postagens, todo mundo sabe.

Também já estou careca de falar que é por conta da falta que um PC faz em casa, situação mais que manjada e que irei tentar resolver nesta semana.

Mesmo assim, atualizava do trampotrabalho, depois do expediente. Infelizmente, por conta do excesso exagerado de serviço, não estava com saco para ficar até tarde, além de não ter cabeça para mais nada, que dirá para atualizar o blog.

Deu uma aliviada essa semana, vamos ver se dá para manter esse espaço de pé.

Uma pausa

Por excesso de trabalho e um pouco de estresse, o blog parará durante uns dias.

Não se preocupem, semana que vem, no máximo, o Lua voltará às postagens normais.

Enquanto isso, aproveitem postagens antigas ou curtam os blogs amigos dos links aí do lado.

Até logo ou em alguma edição extraordinária.