Trailer oficial de Transformers 2: A Vingança dos Derrotados (Revenge of the Fallen)

Um dos filmes mais esperado do ano já tem um trailer completinho rolando na net.

Transformers 2 ou Transformers 2 – A Vingança dos Derrotados (Transformers 2 : Revenge of the Fallen) parece que vai arrebentar as bilheterias.

Pelo trailer, parece que o filme vai ser o campeão de bilheteria de 2009 (embora ainda tenha o filme do Wolverine concorrendo), mas fico com o pé atrás por conta do excesso de CG.

Mas o que interessa é que a pancadaria vai rolar solta e a Megan Fox estará lá.

Vejam a previa do que vai ser.

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Trailer oficial de X-Men Origens – Wolverine

Levando em consideração que em 2009 estreia Watchmen, então esse deve ser o segundo melhor filme em quadrinhos do ano.

Pelo menos o trailer arrebenta.

Só espero que a participação de Gambit e Deadpool não seja restrita ao que vimos no trailer.

Ps: Será que não está meio tarde para o Cajum estrear nos cinemas?

Finalmente vendo 007 no cinema, mas… dublado!

Desde que me conheço por gente tenho uma certa admiração pela série 007, mas nunca havia conseguido assistir a um filme de James Bond na tela grande. Como sou dependente de alguém para ir comigo, sempre acabava assistindo a outra coisa, justamente porque as companhias não queriam ver o velho Bond traçando umas gostosas e salvando o mundo (ou a Inglaterra) mais uma vez.

Engraçado que dessa vez foi justamente o contrário. Saí para ver um filme e não tinha em mente o que ver. Cheguei no cinema, vi as opções e tinha 007 Quantum of Solace (EUA, 106 minutos), como o mundo nunca é perfeito para minha pessoa, só tinha a opção dublada. Como o próximo filme legendado era apenas às 23 horas, deixei meu preconceito de lado e fui ver daquele jeito mesmo, ainda ganhei um squeeze bem safado do filme (saudades das canecas dos heróis da Marvel).


Poster do filme

Só para refrescar a memória, em Cassino Royale temos o nascimento de 007 – e de Daniel Craig – com um Bond vacilante, apaixonado e cheio de falhas. Não dá outra, a mulher que o agente estava de quatro, Vesper Lynd, o trai, ele quase se lasca, mas se salva e aprende que para ser espião tem que ser mais macho e deixar essas coisas supérfluas, como sentimentos e amor, de lado.

Só que ele exagera em Quantum of Solace.

O filme começa praticamente de onde terminou Cassino Royale, com a característica ação no início dos filmes do espião inglês.


Trailer do filme. Ação desenfreada

Dá dó do Aston Martin, mas você fica preso na cadeira até o fim da perseguição sem respirar.
Daí em diante é só ação, com o agente e M (Judi Dench) tentando descobrir informações sobre a organização secreta que matou a paixão de Bond, vem dando as cartas no mundo e que consegue infiltrar agentes no próprio MI-6 britânico.

O filme contém todas as características que um filme do 007 tem que ter. Estão lá as Bond Girls (a ucraniana Olga Kurylenko, que faz Camille, é de matar), as propagandas explícitas de celulares, relógios e os carrões, aliás, é interessante ver como a onda verde chegou com tudo nos filmes, pois a maioria dos veículos (tirando o Aston Martin, claro) são ecologicamente corretos (aliás, alguém me diz o nome do Ford que a Camille aparece dirigindo logo no início).


Olga Kurylenko, a nova bond girl

O filme segue meio essa linha. Depois de Bond capturar Mr. White e não conseguir nada de novo, acaba seguindo uma pista e indo parar no Haiti, lá conhece Camille e Dominic Greene, o vilão principal do filme, que tem a intenção, em aliança com um general da Bolívia, de dar um golpe no nosso país vizinho e tomar sua principal fonte natural (acho que de todo planeta).

A história é bem amarrada, com 007 dando rolê por todos esses países mais Áustria e Itália, tomando tiros, levando porrada, pegando mulheres e saindo impecável na cena seguinte.


FDP, arranhou meu carro

O que me agradou nessa nova leva de filmes é que as histórias fazem sentido e não vejo nenhuma impossibilidade das coisas aconteceram, se é que não acontecem, deixando de lado os rolos comunistas de antigamente, as histórias fantásticas e mirabolantes e se amarrando em tramas complexas, mas verossímeis. Nem os gadgets existem mais, é tudo na pistola e na mão mesmo, embora gostasse dos inventos sem-noção de Q.

Quanto à atuação de Daniel Craig, o cara mostrou em dois filmes que merece ostentar o smoking de Bond. Ele encarna bem o personagem que quer vinganças, mas que precisa se segurar para descobrir qual a trama e a organização por trás de toda essa história, infelizmente, são rara as vezes que ele se segura, esquecendo, quase sempre, que é preciso interrogar os suspeitos antes de dar cabo deles, para desespero de M.


– Depois vou te levar lá em cima…

Para encerrar, é um filmão, vale o ingresso mesmo, a música-tema e a abertura – que é claro, não está liberada no youtube – também matam a pau, não é um Chris Cornell, mas Alicia Keys e Jack White (puta cara estranho) mandam muito bem com Another Way to Die.


Tema do filme, ignorem o estranho

Não perca tempo e corra para o cinema, mas tente ver o legendado, apesar da cópia dublada não ter comprometido.

Confesso que esse ano estou meio relapso em relação a ir ao cinema. Assisti apenas a três filmes e me arrependendo amargamente de não ter assistido ao Wall-E.

Enfim, espero que o ano que vem isso mude, mas, já que 2008 já era, vou vendo o que dá.

Batman – The Dark Knight – O melhor filme de quadrinhos até agora

Ano passado, a essa altura do campeonato, já havia visto uns cinco filmes pelo menos. Esse ano, só vi dois, e de heróis. O problema é que nem adianta prometer que vou ver mais, pois não vai adiantar, por conta do alto custo que terei.

Enfim, o último foi o melhor em todos os quesitos possíveis, superando todas as expectativas criadas.

Batman – O Cavaleiros das Trevas (The Dark Knight) é simplesmente um filmaço. Esqueça o trailer, que certamente te deixou babando, pois o filme está muito acima do trailer.

O novo Batman possui uma tensão única, prendendo a atenção do espectador do começo ao fim, de um jeito que você nem percebe as duas horas e meia de filme passar.

Christopher Nolan acertou a mão em criar um personagem baseado em quadrinhos, sendo único no cinema, pois não tem nada a ver com qualquer Batman já criado.

Também ficou muito foda ele mudar o cenário de Gothan, tirando aquela coisa sombria que Tim Burton criou – que já era irado – e mostrando uma cidade normal.

Como a que vivemos, por exemplo.

O filme mostra uma Gothan ainda lutando contra a criminalidade, principalmente contra a máfia. Nas ruas, o Morcegão mete um certo pavor nos bandidos, que só de verem o bat-sinal resolvem deixar para depois o ato ilícito.

Para agilizar ainda mais o cerco contra a máfia, Jim Gordon e o Morcego começam a receber ajuda do promotor público Harvey Dent, que, por sinal, está pegando a ex de Bruce Wayne, Rachel Dawes – uma atrizinha feia e com uma interpretação relativamente melhor que a da mulher do Tom Cruise – que terá uma puta influência na história.

Durante essa guerrinha, um criminoso louco, insano, psicopata e tudo que você possa imaginar está agindo na cidade roubando dinheiro justamente da máfia. Sempre deixando uma carta coringa como lembrança.

Sim, é ele mesmo, o joker, o palhaço. O CORINGA.

Falar que esse personagem rouba o filme é clichê, mas é a mais pura verdade. O falecido Heath Ledger deu uma essência e alma para esse personagem de dar medo. E quando falo que é de dar medo, é porque ele assusta mesmo.

É interessante ver também que não há uma introdução para a história do Coringa, ele simplesmente aparece e toca o terror na cidade. Sem medir conseqüências, respeitar regras ou qualquer tipo de vida humana.

É anarquia pura e total.

E o pior é que ele é engraçado e assustador e faz isso tudo só para se divertir.

O personagem está simplesmente cagando e andando para dinheiro, bens, status ou o que for. Para ele, apenas o Batman é como ele e é por isso que ele faz o que faz.

Para se ter uma idéia, o Morcegão fica totalmente desnorteado com as ações do palhaço, com Dent assumindo toda a bronca para enfrentá-lo.

Resumindo, falar mais sobre o filme pode estragar a surpresa dos que ainda não viram, pois tudo no filme é interligado sem deixar pontas soltas.

Assistam, mesmo que não seja fã do Morcegão (Die Bud, die), pois o ingresso vale a pena e você irá sonhar com o Coringa (o Joker, o palhaço) por um bom tempo.

Infelizmente senti a falta de uma mensagem póstuma dos letreiros, portanto assim que acabar, pode ir embora, pois não tem mais nada.

Antes que me esqueça.

Why so serious? (Por que está tão sério?)

Papo furado

E no penúltimo feriado do ano (pelo menos em sampa), não fiz nada.

Se bem que, assistir TV o dia inteiro, não é bem não fazer nada.

Faz tempo que estou para tomar vergonha na cara e fazer alguma atividade física mas, infelizmente, o máximo que consegui foi fazer a inscrição no SESC e fazer o exame médico para praticar natação. Até a sunga comprei, mas, depois, nunca mais apareci lá.

Fogo que estou vendo a barriguinha meio saliente e querendo deixar de ser saliente.

Para se ter uma idéia, andando pelo Centro, na Praça Princesa Isabel, vi uma molecada jogando bola e lembrei que a última vez que joguei uma partida de futebol foi no ano novo.

De 2006 para 2007.

Lembro que joguei com meus irmãos e primos contra uma galera que, pelo jeito, jogava naquela quadra todos os dias. Surpreendente que ganhamos dando show, apesar de ter morrido após uma carreira. Depois da saída de bola.

Por mais que possam condenar minha atitude, tenho que admitir que São Paulo é uma cidade que incentiva a preguiça.

Oras, qualquer lugarzinho que vá tem um metrô fácil para deixar do lado.

Apesar de ainda odiar Guarujá, gostava de fazer uma corrida ou caminhada na praia perto de casa que, apesar de extremamente poluída, possui a melhor vista das praias da cidade.

Sem contar os passeios de bike até o centro da cidade ou o outro lado da Ilha, no Itapema. O que evitava minha preguiça e mantinha me forma.

Aqui em SP os únicos lugares que têm para ir são os shoppings, lugares esses que só curto ir para ver algum filme bom.

O que me lembra que faz tempo que não assisto um filme no cinema.

Esse ano só assisti a um filme – Iron Man – e não estou nem perto da assiduidade que tive ano passado. 2007 foi o ano que mais freqüentei o cinema na minha vida.

Apesar de não ter visto tantos filmes quanto gostaria, esse ano já fui em vários shows (um considerado o melhor da minha vida) e duas vezes ao teatro (juro que vou ver Hermanoteu novamente).

Enfim, vou tentar deixar de ser preguiçoso e evitar o crescimento da barriga.

Mas que está difícil, isso está.

Bem, acabou a Brahma, se tiver erros de português a culpa é da cerveja.

Amanhã eu volto.

Ps: Espero que o pessoal do Papo de Homem, da Liga do Saco Roxo e do Papo de Bêbado arrumem o link do Lua, que não pertence mais ao blogspot.

Trailer de Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Para quem enjoou de ver as reprises na Sessão da Tarde e cresceu tendo Harrison Ford como ídolo pop, (lembre-se ele fez Star Wars também) esse trailer não deixa dúvidas de que Indiana Jones 4 (o nome é muito comprido) vai ser um baita pipocão.

Para variar, bateu aquela emoção quando a música-tema do velho Indy tocou, fazendo lembrar a época em que Hollywood sabia fazer trilogias.

Hoje, quase todos os filmes são feitos para serem trilogias, sendo cagados avacalhados no final.

Indiana 4 também terá aquele maluquinho nerd de Transformers no elenco. O tal do Shia LeBeouf.

Aproveitem o trailer.

Sobre o assunto do momento – Tropa de Elite

Sinceramente, tudo que tinha que ser dito sobre Tropa de Elite, foi dito, reescrito, está sendo escrito e ainda aparecerá muita coisa a respeito do maior sucesso nacional de todos os tempos. Duvida?

Mais de 2 milhões – contando por baixo – de pessoas assistiram a versão genérica-made-in-camelot, ora batizada pelo nome original, ora por Elite da Tropa (nome do livro) ou simplesmente BOPE.

Até ontem, 800 mil haviam ido ao cinema conferir a rotina do Capitão Nascimento nos morros cariocas.

O que justifica todo esse sucesso, na minha humilde e desprezível opinião, é simplesmente o fato de ser um puta filme de ação passado no ‘quintal de casa’, feito por conterrâneos e com toda a sorte de palavrão, em bom português, que tenha direito. Ou vocês acham que motherfucker, shit, Kiss my ass, Son of bitch são droga, filho da mãe ou vá se danar?

Sim, o filme dá um mega tapa na cara da sociedade que, enquanto faz trabalho social na favela, dá um tapa na pantera e uma aspirada para relaxar, sustentando assim o tráfico sem a menor dor na consciência. Além de mostrar uma polícia corrupta e ineficiente (não diga), que é humilhada por outra master-fodástica-fins-justificam os meios.

Mas isso, que debata na aula de sociologia, antropologia, filosofia e outras logia pé no saco. Vamos falar do filme em si.

Tropa de Elite retrata o ano de 1997, época que o falecido papa João Paulo II visitará o Brasil e quer porque quer dormir na casa do arcebispo e amigo do peito do RJ, que mora no ‘sossegado’ Morro do Turano.

Como ninguém quer ver o papa achando uma bala perdida, o governador liga para o BOPE – Batalhão de Operações de Policiais Especiais e manda dar um jeito no Turano, para garantir o sono de Vossa Santidade.

Aí entra o mais novo super-herói brasileiro, o Capitão Nascimento.

Chefe de operações do BOPE, cabe a Nascimento dar um jeito no Turano.

Como está de saco cheio dessa vida, Nascimento não vê a hora de sair do Batalhão e ter um pouco de sossego, ainda mais que será pai. Mas antes, precisa cumprir a missão e achar um substituto à sua altura.

Aí que entra dois soldados esforçados e honestos: Neto e Matias.

Tudo que os dois querem é combater o crime e dar um jeito na polícia. Coisa que, infelizmente, parece impossível.

Após uma ação num morro, o destino da dupla cruza com o do Capitão Nascimento. Que escolherá, depois de um treinamento ‘leve’, seu substituto. Daí para frente, a vida de todos não será a mesma.

Para quem quer um equivalente americano, Tropa de Elite lembra vagamente As Duas Faces da Lei (filme que não fez tanto alarde por aqui) e Dia de Treinamento (esse sim, filmaço, que deu o Oscar para Denzel Washington), por conta da história de corrupção policial.

Como disse, Tropa de Elite é um senhor filme de ação e não deve nada a nenhum do gênero hollywoodiano. Seja em edição, fotografia, som, imagem, atuação, etc.

É também o filme com o maior número de bordões (aquelas frases que o povo repete depois que ouve na TV) da história do cinema nacional.
Se já viu a versão do Jack Sparrow, vá ao cinema, se não viu, de que planeta você é?

Curiosidades

– Tropa de Elite era originalmente um projeto de documentário, derivado de Ônibus 174 (2002), tendo o BOPE como tema principal.

– BOPE significa Batalhão de Operações Policiais Especiais.

– Para preparar o filme José Padilha trabalhou dois anos em investigações com a colaboração do BOPE, psiquiatras da PM e ex-traficantes.

– Para compor os personagens José Padilha entrevistou e ouviu histórias de 15 policiais, que conheceu depois que fez Ônibus 174 (2002).

– Apesar das contribuições do ex-capitão do BOPE, Rodrigo Pimentel, que escreveu em parceria com o sociólogo Luis Eduardo Soares o livro “Elite da Tropa”, Padilha afirma que o filme não é uma adaptação do livro.

– Em novembro de 2006 traficantes do morro Chapéu Mangueira, onde as filmagens eram feitas, seqüestraram parte da equipe que trabalhava no filme e roubaram as armas cenográficas. 59 delas eram réplicas e 31 verdadeiras, adaptadas para tiros de festim. As filmagens foram paralisadas por cerca de duas semanas.

– Após ter a equipe seqüestrada e as armas cenográficas roubadas durante as filmagens de Tropa de Elite, o diretor José Padilha teve uma cópia pirata do filme circulando antes de sua estréia nos cinemas. A cópia, que não era a edição definitiva do filme, foi vendida em camelôs 2 meses antes do lançamento.

– Dadinho e Zé Pequeno é o caralho! 04 pega a doze aí para mim!

Fonte: Adoro Cinema

Confira o teaser trailer do Homem de Ferro (Ironman)

Enquanto o meu PC não ressuscita, vou tentando manter essa bagaça atualizada, infelizmente com posts curtos e “cozinhados”.

Não sou fã número 1 do Homem de Ferro, ainda mais agora que ele é praticamente um vilão na série Guerra Civil (assim que puder, faço uma resenha dessa série), mas depois de assistir esse teaser trailer, lembrei dos tempos em que ele era um dos meus favoritos no clássico Marvel Super Heroes, da Capcom.

Robert Downey Jr está perfeito no papel de Tony Stark, sem contar que a história parece ser bem interessante. Para quem só conhece Homem-Aranha, Batman, Superman e X-Men, vai um breve relato sobre o personagem: Stark é um milionário que possui um império que desenvolve diversos produtos de alta tecnologia, especialmente militares, após uma emboscada e uma explosão em uma das suas fábricas, ele é capturado e obrigado a desenvolver armas para um ditador, ferido e morrendo aos poucos, ele desenvolve uma super armadura que lhe ajuda a escapar e a se manter vivo.

Não é dos heróis mais famosos, mas fiquei com muita vontade de ver o filme. Quem não ficar empolgado com a música do Black Sabbath e as cenas finais do trailer, perdoarei mais uma vez a relapsa ignorância. 🙂

Sobre a segunda maior tela do Brasil e um filme sem grandes pretenções

Nem comentei muito sobre minha estadia em Mococa. Embora não tenha muito que comentar. A formatura foi legal, a estadia foi boa e, ainda bem, descansei um pouco.

Mas, o que sempre é interessante fazer quando se visita Mococa, é ir ao cinema.

Não é um cinema qualquer. Sabe aqueles cinemas antigos, como o antigo Indaiá, de Santos, que possui um charme especial, com cadeiras de madeiras e uma baita telona para você não perder um detalhe do que acontece de melhor naquele filme que você tanto esperou. Afinal é uma tela de 18 metros por 9,5 metros para até 1.100 pessoas curtirem aquela pipoquinha. Felizmente (ou infelizmente) trocaram as velhas cadeiras de madeira por poltronas estofadas e confortáveis.

Dessa vez assisti Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado, filme que por essas bandas já está saindo de cartaz. Mas como lá os filmes ficam a semana inteira em cartaz, com sessão única de segunda à sexta e matinê nos fins de semana, é compreensível a demora de alguns filmes entrarem no circuito mocoquense.

Falando sobre o Quarteto, é um filme bem despretensioso, daqueles que você curte enquanto assiste, mas esquece do que aconteceu assim que passar pela saída da sala de projeção.

A sinopse: Estranhos acontecimentos climáticos e fenômenos espaciais começa a acontecer na terra, enquanto isso, o grupo conhecido como Quarteto Fantástico formado pelo cientista Reed Richards, Susan Storm, Jonny Storm e Bem Grimm (Sr. Fantástico, Mulher Invisível, Tocha Humana e o Coisa, respectivamente) experimentam a fama e pagam o preço por serem celebridades. Há também um certo estresse conjugal entre o Homem Borracha e a Mulher Invisível por conta das inúmeras tentativa fracassadas de se casarem.

Quando finalmente vão se casar, surge o Surfista Prateado, ser alienígena extremamente poderoso e responsável pelos acontecimentos que estão bagunçando o planeta. De cara, o Tocha tenta combatê-lo, mas, além de ser derrotado facilmente e ficar com seqüelas da luta, ainda ouve do clone da estatueta do Oscar que o planeta será destruído.

Como ninguém do grupo consegue deter o ET lustrado, logo o exército pede ajuda ao maior inimigo de Richards: Dr Victor Van Doom (conhecido como Destino por aqui). Depois disso, só assistindo.

Será que conseguirão salvar o planeta? Será que Doom é bonzinho? Será que o casal Fantástico vai se casar? Será que dá para rir das piadinhas do filme?

Sinceramente, Quarteto é filme para DVD, se sai melhor em casa. Só assisti no cinema pelos motivos descritos no começo do texto e porque o ingresso saiu por R$5,00.

Caso queiram saber mais sobre o Cine Mococa, acessem esse link.