Formatura do Rafael

E mais um irmão da família Bonilha se formou.

Daquelas coisas que fazem a gente pensar no quanto o tempo voa e, se não aproveitarmos, como os grandes momentos têm que ser aproveitados.

Infelizmente, a festa não foi lá muito boa – a banda era um lixo, os garçons tudo FDP e, o principal, o formando sumiu – mas, como tinha Bohemia até umas horas, fiz o que tinha que fazer.

Segue abaixo uma foto ‘antes’.

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E, agora, outra depois.

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Ah sim, o copo d’água não é meu, alguém colocou ali e bateu a foto.

Agora é esperar pelo caçula, embora ainda esteja longe, e lembrar de infiltrar esse Zé Ruela na comissão de formatura para ter algumas benesses no dia da festa. hehehe

Aventuras e desventuras em Brasília

Brasília

Definitivamente, Brasília é melhor que Recife.

Sei que meus amigos nordestinos vão ficar meio putos comigo, mas é verdade.

Hoje, para minha sorte e espantando a zica que dizem que me ronda, finalmente consegui conhecer uma cidade e, para minha felicidade, com sol, tempo bom e com tudo funcionando.

Cidade planejada e foto sem mostrar nada

O único porém é a secura da cidade. Aqui é muito seco e rapidinho a garganta seca, os lábios racham e o nariz irrita. Nada que água e idas constantes no banheiro não resolvam.

Mas vamos ao que interessa: falar sobre a capital do país.

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Batman – The Dark Knight – O melhor filme de quadrinhos até agora

Ano passado, a essa altura do campeonato, já havia visto uns cinco filmes pelo menos. Esse ano, só vi dois, e de heróis. O problema é que nem adianta prometer que vou ver mais, pois não vai adiantar, por conta do alto custo que terei.

Enfim, o último foi o melhor em todos os quesitos possíveis, superando todas as expectativas criadas.

Batman – O Cavaleiros das Trevas (The Dark Knight) é simplesmente um filmaço. Esqueça o trailer, que certamente te deixou babando, pois o filme está muito acima do trailer.

O novo Batman possui uma tensão única, prendendo a atenção do espectador do começo ao fim, de um jeito que você nem percebe as duas horas e meia de filme passar.

Christopher Nolan acertou a mão em criar um personagem baseado em quadrinhos, sendo único no cinema, pois não tem nada a ver com qualquer Batman já criado.

Também ficou muito foda ele mudar o cenário de Gothan, tirando aquela coisa sombria que Tim Burton criou – que já era irado – e mostrando uma cidade normal.

Como a que vivemos, por exemplo.

O filme mostra uma Gothan ainda lutando contra a criminalidade, principalmente contra a máfia. Nas ruas, o Morcegão mete um certo pavor nos bandidos, que só de verem o bat-sinal resolvem deixar para depois o ato ilícito.

Para agilizar ainda mais o cerco contra a máfia, Jim Gordon e o Morcego começam a receber ajuda do promotor público Harvey Dent, que, por sinal, está pegando a ex de Bruce Wayne, Rachel Dawes – uma atrizinha feia e com uma interpretação relativamente melhor que a da mulher do Tom Cruise – que terá uma puta influência na história.

Durante essa guerrinha, um criminoso louco, insano, psicopata e tudo que você possa imaginar está agindo na cidade roubando dinheiro justamente da máfia. Sempre deixando uma carta coringa como lembrança.

Sim, é ele mesmo, o joker, o palhaço. O CORINGA.

Falar que esse personagem rouba o filme é clichê, mas é a mais pura verdade. O falecido Heath Ledger deu uma essência e alma para esse personagem de dar medo. E quando falo que é de dar medo, é porque ele assusta mesmo.

É interessante ver também que não há uma introdução para a história do Coringa, ele simplesmente aparece e toca o terror na cidade. Sem medir conseqüências, respeitar regras ou qualquer tipo de vida humana.

É anarquia pura e total.

E o pior é que ele é engraçado e assustador e faz isso tudo só para se divertir.

O personagem está simplesmente cagando e andando para dinheiro, bens, status ou o que for. Para ele, apenas o Batman é como ele e é por isso que ele faz o que faz.

Para se ter uma idéia, o Morcegão fica totalmente desnorteado com as ações do palhaço, com Dent assumindo toda a bronca para enfrentá-lo.

Resumindo, falar mais sobre o filme pode estragar a surpresa dos que ainda não viram, pois tudo no filme é interligado sem deixar pontas soltas.

Assistam, mesmo que não seja fã do Morcegão (Die Bud, die), pois o ingresso vale a pena e você irá sonhar com o Coringa (o Joker, o palhaço) por um bom tempo.

Infelizmente senti a falta de uma mensagem póstuma dos letreiros, portanto assim que acabar, pode ir embora, pois não tem mais nada.

Antes que me esqueça.

Why so serious? (Por que está tão sério?)

Saindo para ver The Dark Knight

São 18:50 e a pessoa que você espera não chega para a sessão das 19:00.

18:55 e ela chega. Corremos para o cinema atropelando meio shopping.

18:59 e a fiadamãe ainda pede pipoca.

19:01, comprada a pipoca e a atendente ainda tenta embolsar um real deste que vos escreve.

19:05 e entramos no cinema, já com o trailer rolando e uma galera procurando lugar.

19:06, encontramos ‘um’ lugar, ao lado da escada e me prontifico a ver o filme dali.

Por volta de 21:30, praticamente me mijando, satisfeito de ver o melhor filme dos últimos tempos (daqui a pouco tem resenha) e com as costas, pescoço e pernas destruídos.

21:33 Levanto e sinto a calça desgrudar do chão. Passo a mão e contesto um chiclete grudado na calça. De tutti-fruti.

22:00 A acompanhante pára de rir.

22:01 Depois de pagar a conta do Mc (blergh) contesto que nunca mais a chamarei para sair.

22:50 Chego em casa e vejo que o estado da calça está bem deplorável. Imagino que muita gente riu de mim.

23:10 O SP perde, não faço nenhum ponto no bolão e resolvo ir dormir. Boa noite.

A vida do Marcos – parte 2

Voltando à segunda parte.

Antes de perceber que a porra do cabo não se encontrava na caixa, ao sair da loja, fui ver se comprava algum filme pirata genérico. Eis que, ao invés de comprar 4 por R$10, resolvi ver se achava alguns de R$1,00.

Como o rapa estava com tudo nesse dia, não comprei nenhum.

Voltando ao momento que achei a caixa sem o cabo AV, o jeito foi dormir e esperar para ir à loja no sábado logo cedo.

Como acordei tarde, saí tarde. Quando cheguei na Sé, o lugar estava um inferno, pois os saldões das lojas continuavam. Para minha sorte (é, às vezes ela aparece) os rapazes que me atenderam foram rápidos e trouxeram o cabo logo, alegando que havia tirado ele da caixa para colocar o aparelho.

Quando saí, vi os filhos da puta camelôs que vendiam os DVDs a um real e, rapidinho escolhi 10, ganhando um de brinde.

Ao chegar em casa, ainda com a tela da TV manchada, testei o aparelho com um DVD original e, depois, os ‘genéricos’.

Para minha enorme ‘sorte’, nenhum era o filme escolhido. Três eram pornôs (sendo dois repetidos) que não rodavam tudo, dois eram de clipes (que também não rodavam até o final), um do DJ Maluco (castigo supremo), dois da Tropa de Elite (que ainda não vi se vão até o final) e, para finalizar, três não tinham nada mesmo. Além do sarro que tive que agüentar, ainda fiquei com cara de idiota. Lógico que depois fui lá, na segunda-feira, e não achei a vacamulher que me havia vendido os discos.

Prometi que não compraria mais nada que não testasse na hora e fosse de procedência duvidosa.

Ainda com a raiva dos DVDs, peguei a TV e fui até o Ponto Frio para trocar, pronto para quebrar o pau com o mundo e descontar a raiva acumulada.

Felizmente, o gerente da loja, que foi quem nos vendeu a televisão, atendeu simpaticíssimo e trocou o aparelho sem muitas perguntas. Até brincou, dizendo que nunca havia trocado aquele tipo de televisão e que deveríamos jogar na mega sena.

Meu destino para essas coisas sempre foi dos bons e, lógico, que não ganhei na Mega.

A lavadora chegou ontem e, todo mundo que possui aquele modelo, fala que é bom. Hoje irei descobrir se foi só uma coincidência estranha ou se aparelhos eletrônicos não gostam de mim.

Só para avisar, não comprem DVDs piratas!

Minissérie – A Vida do Marcos

Como sei que muita gente não gosta de ler textos longos, principalmente sem imagens, vou contar o que vem ocorrendo no meu cotidiano em duas partes.

Misturando realidade com falta de sorte, espero que esse drama – de minha parte – misturado com humor – para vocês, lógico – os divirta bem.

Sempre esqueço de contar o que ocorre nos meus fins de semana. O pior é que sempre acontece alguma coisa que vale a pena ser descrita aqui, mas, por preguiça ou falta de tempo, deixo passar e o assunto fica velho.

Bem, acho que esse merece, por causa da minha atual falta de sorte com a compra de eletrodomésticos e também porque sou um mané, que todo mundo enrola.

Quando a pessoa faz uma mudança é óbvio que ela precisa de móveis, TV, geladeira, fogão, entre outras coisas primárias para a sobrevivência moderna.

Tudo começou com a compra de uma cama nas Casas Bahia, após o montador montar (ops!) a dita cuja, logo em seguida, quando me despedi do velhinho, fui tomar café (eles chegam 10 horas da manhã no sábado para realizar seu serviço) e, ao sentar na cama, estatelei no chão com pão, café, estrado e tudo mais. Literalmente me fudi, pois sujei todo o lençol com o café e me queimei todo.

Resumindo, gastei este sábado inteiro para resolver o problema que, após citações veladas sobre o código do consumidor, foi resolvido rapidamente e com a cama trocada (apesar da mesma não apresentar confiança nenhuma).

Na quarta-feira passada adquiri uma TV no Ponto Frio, tamanha confiança que adquiri com a Casa do seu Samuel Klien, eis que, depois de trazer a bichinha no lombo, me deparo com uma mancha que parecia aqueles plásticos que protegem visores de celulares e aparelhos eletrônicos. Não era. Tentei tirá-la passando um pano e não saiu. Como a TV funcionava normalmente, resolvi esperar pra ver se saía sozinha. Talvez com o aparelho esquentando ou funcionando.

Enquanto isso rolava, na sexta-feira, fui em um desses saldões e, desta vez, nas Pernambucanas (já repararam que deve haver algum esquema com o Nordeste ou coisa parecida no nome dessas lojas?) fui lá comprar uma Máquina de Lavar. Depois de tamanha briga para ser atendido por causa do volume de pobres gente na loja, escolhi a máquina e, por tabela, resolvi levar um DVD, que estava baratinho. Eis que o jovem mancebo vendedor, após ter pago o dito cujo à vista, diz que só há o aparelho do mostruário e que não tinha mais nada no estoque. Falei que aquele não levava e coisa e tal, após mais um pomposo desconto, fui convencido(pareço uma puta fácil, confesso) a levar a peça da vitrine.

Achando que estava tudo bem, deu problema com o cadastro da máquina e, após um aumento no número de parcelas a venda foi liberada (juro que não entendo essas lojas, a compra era sem juros, então quanto mais demorar para pagar é melhor para eles?).

A máquina ficou para entregar depois e acabei trazendo o DVD, chegando em casa, eis que mais uma surpresa me acomete: faltou o cabo de áudio e vídeo.

Continua…

Sobre o assunto do momento – Tropa de Elite

Sinceramente, tudo que tinha que ser dito sobre Tropa de Elite, foi dito, reescrito, está sendo escrito e ainda aparecerá muita coisa a respeito do maior sucesso nacional de todos os tempos. Duvida?

Mais de 2 milhões – contando por baixo – de pessoas assistiram a versão genérica-made-in-camelot, ora batizada pelo nome original, ora por Elite da Tropa (nome do livro) ou simplesmente BOPE.

Até ontem, 800 mil haviam ido ao cinema conferir a rotina do Capitão Nascimento nos morros cariocas.

O que justifica todo esse sucesso, na minha humilde e desprezível opinião, é simplesmente o fato de ser um puta filme de ação passado no ‘quintal de casa’, feito por conterrâneos e com toda a sorte de palavrão, em bom português, que tenha direito. Ou vocês acham que motherfucker, shit, Kiss my ass, Son of bitch são droga, filho da mãe ou vá se danar?

Sim, o filme dá um mega tapa na cara da sociedade que, enquanto faz trabalho social na favela, dá um tapa na pantera e uma aspirada para relaxar, sustentando assim o tráfico sem a menor dor na consciência. Além de mostrar uma polícia corrupta e ineficiente (não diga), que é humilhada por outra master-fodástica-fins-justificam os meios.

Mas isso, que debata na aula de sociologia, antropologia, filosofia e outras logia pé no saco. Vamos falar do filme em si.

Tropa de Elite retrata o ano de 1997, época que o falecido papa João Paulo II visitará o Brasil e quer porque quer dormir na casa do arcebispo e amigo do peito do RJ, que mora no ‘sossegado’ Morro do Turano.

Como ninguém quer ver o papa achando uma bala perdida, o governador liga para o BOPE – Batalhão de Operações de Policiais Especiais e manda dar um jeito no Turano, para garantir o sono de Vossa Santidade.

Aí entra o mais novo super-herói brasileiro, o Capitão Nascimento.

Chefe de operações do BOPE, cabe a Nascimento dar um jeito no Turano.

Como está de saco cheio dessa vida, Nascimento não vê a hora de sair do Batalhão e ter um pouco de sossego, ainda mais que será pai. Mas antes, precisa cumprir a missão e achar um substituto à sua altura.

Aí que entra dois soldados esforçados e honestos: Neto e Matias.

Tudo que os dois querem é combater o crime e dar um jeito na polícia. Coisa que, infelizmente, parece impossível.

Após uma ação num morro, o destino da dupla cruza com o do Capitão Nascimento. Que escolherá, depois de um treinamento ‘leve’, seu substituto. Daí para frente, a vida de todos não será a mesma.

Para quem quer um equivalente americano, Tropa de Elite lembra vagamente As Duas Faces da Lei (filme que não fez tanto alarde por aqui) e Dia de Treinamento (esse sim, filmaço, que deu o Oscar para Denzel Washington), por conta da história de corrupção policial.

Como disse, Tropa de Elite é um senhor filme de ação e não deve nada a nenhum do gênero hollywoodiano. Seja em edição, fotografia, som, imagem, atuação, etc.

É também o filme com o maior número de bordões (aquelas frases que o povo repete depois que ouve na TV) da história do cinema nacional.
Se já viu a versão do Jack Sparrow, vá ao cinema, se não viu, de que planeta você é?

Curiosidades

– Tropa de Elite era originalmente um projeto de documentário, derivado de Ônibus 174 (2002), tendo o BOPE como tema principal.

– BOPE significa Batalhão de Operações Policiais Especiais.

– Para preparar o filme José Padilha trabalhou dois anos em investigações com a colaboração do BOPE, psiquiatras da PM e ex-traficantes.

– Para compor os personagens José Padilha entrevistou e ouviu histórias de 15 policiais, que conheceu depois que fez Ônibus 174 (2002).

– Apesar das contribuições do ex-capitão do BOPE, Rodrigo Pimentel, que escreveu em parceria com o sociólogo Luis Eduardo Soares o livro “Elite da Tropa”, Padilha afirma que o filme não é uma adaptação do livro.

– Em novembro de 2006 traficantes do morro Chapéu Mangueira, onde as filmagens eram feitas, seqüestraram parte da equipe que trabalhava no filme e roubaram as armas cenográficas. 59 delas eram réplicas e 31 verdadeiras, adaptadas para tiros de festim. As filmagens foram paralisadas por cerca de duas semanas.

– Após ter a equipe seqüestrada e as armas cenográficas roubadas durante as filmagens de Tropa de Elite, o diretor José Padilha teve uma cópia pirata do filme circulando antes de sua estréia nos cinemas. A cópia, que não era a edição definitiva do filme, foi vendida em camelôs 2 meses antes do lançamento.

– Dadinho e Zé Pequeno é o caralho! 04 pega a doze aí para mim!

Fonte: Adoro Cinema

O Desenho mais surreal de todos os tempos

Se você é metido a politicamente correto, então nem continue a leitura.

Agora, se você gosta de tiradas que todo mundo condena, personagens que fazem tudo aquilo que você pensa em fazer, mas não tem coragem ou vão cair de pau sobre você, Drawn Together é a animação do século!

Esqueça os Simpsons, South Park, Family Guy ou qualquer outra coisa que você julgue parecido.

Drawn Together (ou Casa Animada, pelo que dizem que passa no Brasil) é o desenho mais politicamente incorreto de todos os tempos. Recheado de referências, humor negro, piadas racistas e preconceituosas, insinuações de sexo e violência ao extremo, essa animação é uma das mais iradas e engraçadas que já vi. E olha que só assisti pelo Youtube e com um inglês dos mais capengas.

O enredo já seria original só pela idéia das mais criativas: Um reality show (estilo Casa dos Artistas ou Big Brother) com vários personagens-clichês animados com direito até o velho confessionário do Bial. Os personagens são paródias ou estereótipos clássicos: Um super-herói, uma princesa dos contos Disney, um herói de videogame, um Pikachú (descarado), uma animação de um porco feita em flash, uma Betty Boop bagaceira, uma espécie de Bob Esponja e uma cantora /detetive, do estilo Hanna Barbera da década de 70.

Agora imagine todos esses personagens como fracassados, gays, tarados, depressivos, preconceituoso, crentes, racistas, homofóbicos, maldições e, enfim, com tudo que tem direito na arte de sacanear os outros.

Há também muita referências a outros desenhos, filmes, games e cultura pop, ou seja, não tem como não gostar.

Parece que aqui no Brasil passa nas madrugadas da Multishow.

Nunca vi, mas se alguém souber onde achar em português, legendas entre outras coisas, falem aqui.

No Youtube há vários resumos dos episódios, infelizmente tudo em inglês.

Aqui eu selecionei um clipe com as músicas tocadas no desenho. Quando for assistir, tire as crianças da sala. rs

Se quiser saber mais clique aqui, aqui e aqui.

Fonte: Blog do Cardoso

Saldo do Fim de Semana

Um porre na sexta-feira, depois de uma balada animal. As chaves de casa desaparecidas. Mochila idem.

No sábado, um aniversário de 15 anos, regado a muita Dolly e churrasco. Mesmo assim, toda hora uma garrafa de Antártica, Brahma ou Skol aparecia na minha mão (porra, tenho cara de cachaceiro). Como não estava bebendo, virei garçom dos amigos.

Aliás, nunca vi uma festa de 15 anos com mais homens do que mulheres, com funk, forró e… funk. Falei que faltava valsa e me perguntaram o que era isso.

Como ninguém é de ferro, domingo seria dia de descansar e relaxar para curar o desgaste dos outros dias. Era para a família visitar cedo, se não tivesse se perdido em São Paulo, indo desde a Vila Curuçá passando pelo Parque Ecológico do Tietê e conhecendo a incrível Funilândia (nem eu faço idéia de onde é isso).

Depois de 5 horas rodando pela cidade, chegaram em casa, famintos, e me xingando. Como não havia nada em casa (para variar) comemos na casa do Tio que prepara a comida para gente.

Lá, mais surpresas: descobri que carne de cabrito cozido no leite de coco é uma delícia. Ainda mais com um pouco de molho picante. Incrível foi ver a aceitação das visitas, que são frescas por natureza.

E assim, tranqüilamente, transcorreu meu fim de semana, sendo obrigado a voltar com eles, para não se perderem novamente na noite paulistana.

Agora é descobrir onde foram parar minhas chaves e minha mochila.