Pilotos cantando em despedida de canal inglês da F1

Sei que a Fórmula 1 já acabou, o Hamilton levou e os brasileiros, adeptos de teorias conspiratórias para justificar as derrotas – vide Copa de 98 –, acham que o Glock abriu as pernas para o inglês da Mclaren faturar o título.

Bobagem que nem vale a pena comentar.

Mas, depois dessa decisão histórica, o que achei mais bacana foi esse clipe da ITV, emissora britânica que transmitia a F1 para o Reino Unido. Como a ITV perdeu os direitos de exibição da principal categoria do automobilismo mundial para a BBC, fez esse vídeo especial retratando o que foi a categoria durante os 11 anos que cobriu a F1.

Divertido, alto astral e emocionante.

A música é Welcome to the Black Parade, do My Chemical Romance e, apesar de ser emo, é bem legal.

Curtam aí.

Fico imaginando a Globo fazendo algo parecido, com Ivete Sangalo, Jota Quest, Exaltasamba ou Latino. Ou todos juntos.

Medo.

Som do Lua – Every Breath You Take, The Police

Desenterrando e ressuscitando esta seção – que andava meio esquecida, é verdade – coloco algo que sintetiza bem meu fim de semana.

Apesar da melação e da letra melódica, gosto muito de Every Breath You Take, principalmente pela batida cadenciada.

Gravada pelo The Police, em 1983 para o albúm Synchronicity, “Every Breath You Take (tradução)” é um dos maiores hits de todos os tempos, alavancando as vendas do disco e fazendo a banda de Sting (vocal), Andy Summers (guitarra) e Stewart Copeland (bateria) ficar no topo das paradas americanas por 17 semanas.

Após a turnê de, o grupo se separou para cuidar de projetos pessoais e nunca mais se reuniram novamente, só retornando em 2007 para comemorar os 30 anos do grupo.

Enfim, relembrem bons momentos da década de 80 e aproveitem.

Poup Pourri

Olá,

Eu sei que falei: “nem pensar…”
Mas agora me arrependo, roendo as unhas
Estou com o coração na mão, pois fui sincero
Como não se pode ser

Quem tem amor na vida,
Tem sorte
Quem na fraqueza sabe
Ser bem mais forte
Ninguém sabe dizer onde a
Felicidade está

Afinal, um erro assim tão vulgar
Nos persegue a noite inteira
E, quando acaba a bebedeira,
Ele consegue nos achar

Tão perto, não importa o quanto distante
Não poderia ser muito mais [distante] do coração.
Eternamente confiando no que nós somos
E nada mais importa.

Nunca me abri deste jeito,
A vida é nossa, nós vivemos da nossa maneira.
Todas estas palavras eu não digo simplesmente [por dizer]

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Som do Lua da Semana – Sultans of Swing, Dire Straits

 

Chegando o sábadão e é hora de curtir o fim de semana com sol na praia, isso se o sol continuar, claro.

Para o Som do Lua da semana, mando Sultans of Swing, da banda inglesa escocesa Dire Straits.

Fundada em 1997, o Dire Straits era formado por por Mark Knopfler (guitarra e vocais), seu irmão David Knopfler (guitarra), John Illsley (baixo) e Pick Withers (bateria). Ao contrário da moda da época, o Punk Rock e os metaleiros, os Straits decidiram focar seu trabalho num rock mais clássico, conquistando o sucesso logo de cara e ganhando um disco de platina.

Infelizmente, a banda terminou em 1995, sem o estardalhaço que marca o fim de grandes bandas de Rock. Mark simplesmente cansou de fazer turnês e resolveu ficar quieto na Inglaterra se dedicando apenas à sua carreira solo. Com a grana que ele conquistou, até eu.

Gravada em 1978, o hit Sultans of Swing foi o primeiro grande sucesso dos Straits, sendo considerado o maior sucesso da banda.

Acho que só uma pessoa sabe dessa história, mas sempre chamo essa música de “Música de Sêo Jairo”, por conta de um pai de amigo que sempre colocava essa música quando íamos a casa deles.

Musicão da melhor qualidade e com solo de quase 10 minutos para desespero das rádios.

Curtam, porque rock assim não existe mais.

Letra

Tradução

Som do Lua da Semana – Meio Psicopata, Matanza

Nem vou escrever muito, mas, se é para ilustrar essa pausa entre os textos que explicam o que estou passando essa semana, essa música do Matanza diz tudo.

Aliás, Matanza é música de macho, lembra um pouco Raimundos, mas só pára nisso, pois de resto, Matanza é… Matanza, oras.

Letra: Meio Psicopata

Som do Lua da Semana – Iron Man, Black Sabbath

O som é foda, mas o figurino…

Sexta-feira, fim de semana aí e… estarei em Sampa!

Enfim, litoral nesse frio é mesmo complicado, mas, como semana que vem é feriado, então é melhor ficar por aqui e curtir a poluição gélida cidade.

Ressuscitando uma antiga coluna, o Som do Lua desse fim de semana será Iron Man, do Black Sabbath, com o famigerado Ozzy Osbourne nos vocais, Tony Iommi na guitarrista (segundo meu amigo Filipe, o maior guitarrista do mundo), Bill Ward na batera e Geezer Butler no baixo.

Gravado em 1971, para o álbum Paranoid (outro clássico), Iron Man possui uma pegada forte e cadenciada, tendo os pontos altos o reef de entrada e seu final mais, digamos, empolgado.

O guitarrista Tony Iommi queria fazer de “Iron Man” uma ópera-rock aos moldes de “Tommy” do The Who, mas ninguém, além dele, quis fazer algo do tipo.

Bem, me inspirei nessa música porque assisti Iron Man dia desses, se der faço um review do filme, que é muito bom por sinal.

Para quem não conhece o Sabbath, foram eles que lançaram as bases do heavy metal, sendo uma das bandas que mais venderam discos no mundo (100 milhões).

Letra
Tradução

Você assistiria Rod Stewart? De graça com certeza

Ando meio desanimado com o blog e minha incompetência de tentar fazer algumas melhorias e não conseguir, como entendo pouco de linguagem CSS, HTML e programações em gerais, o dito cujo fica com essa cara verde doente e eu sem vontade de escrever ou atualizar essa bodega.

Prometo que vou tentar resolver isso o mais rápido possível.

Mas, já que estou aqui, falar sobre o fim de semana estranho que passei, principalmente que, finalmente, alguém se lembrou de mim para dar ou doar alguma coisa.

(Não, ingressos para o jogo do Curíntia não contam, apesar de ser um bom programa humorístico).

Enfim, voltando de um trampo externo estafante na maravilhosa Marginal Pinheiros em horário de pico na sexta-feira, o celular toca, praticamente me despertando do quase sono.

Do outro lado da linha, minha prima pergunta se não quero ir a um show de rock que iria ter no fim de semana.

Do Ozzy???????

Não, do Rod Stewart hoje. Tenho quatro convites.

-Alô?

-Posso te ligar mais tarde.

-Tudo bem, mas vê logo que o show é às 10 horas da noite.

Desligo e fico pensando, será que vale a pena?

Lembro que de graça até ônibus errado e corro para casa me arrumar. Com argumentos extremamente egoístas, convenço a companhia a ir junto.

Hora combinada no metrô, encontro minha prima, que fica muito fula em me ver acompanhado, e minha tia.

“Caceta, família de velha doida metida à jovem”, pensei.

Mal sabia que estaria errado no meu pensamento.

Todo mundo segue para o chiqueirão.

Estádio esse que, exato um mês atrás, vi o melhor show de todos os tempos.

Toca para arquibancada e sentamos no concreto duro e gelado do Palestra.

Óbvio que, por conta do horário, perdemos o show de abertura de Nando Reis. Olho ao redor e só vejo tiozinhos e vôzinhos.

Aí que vi que quem estava no lugar certo era minha tia e não eu.

O velho, meio alegre, entra e começa o show.

Músicas do tempo que se escrevia foda farmácia com PH. Minha tia, e um monte de tiozinhos, dançavam empolgados, com aqueles passinhos hilários.

Um frio de rachar e as duas mulheres ao meu lado me olhando com cara de ódio, por motivos diferentes. O vento que soprava ali, parecia que estava só rodando na área do estádio.

Reconheço umas duas músicas e chego até a cantar, mas não me mexo de onde estou, tamanho o gelo que estava.

Fim do show e a terceira idade que estava ali sai feliz. Alguns com filhos, que, pela cara, provavelmente foram obrigados a vir.

Lembro que não gastei nada e, como não tinha nada para fazer na sexta, até que foi um programa legal.

O show lembrou muito um baile de formatura/casamento/debutantes, mas deu para dar risada.

Não pagaria para ver, mas de graça…

Som do Lua da Semana – Pink Floyd – Wish You Were Here

Tarde chuvosa, tempo agradável e ótimo para sair em boa companhia.

Mas, para quem não possui uma boa companhia numa sexta à tarde, nada que uma boa música não resolva.

Depois da overdose de Iron Maiden, nada como Pink Floyd para relaxar e refletir um pouco, depois de uma semana estressante e chuvosa.

Wish You Were Here é uma das músicas mais bonitas que conheço.

Diferente da maioria das músicas do Floyd – que levam uma vida para começar (mesmo assim eu gosto) – Wish You… tem uma melodia magnífica e um ritmo que te deixa viajando e pensando: “Onde essa FDP se meteu?”, enquanto rola uma lágrima no rosto.

Deprê? Nada, música estilo declaração de amor de qualidade.

Como me arrependo de não ter ido ao show do velho Waters no ano passado.

Enjoy