Som do Lua – Rap das Torcidas (1996)

Já faz algum tempo que eu procurava essa música e, finalmente, meio que sem querer, encontrei.

É bem interessante, principalmente por conta da roupagem que é dada e por conta do quão ignorante é esse ser chamado torcerdor-organizado.

Enfim, se vocês nunca ouviram, ouçam e digam o que acham.

Som do Lua – Every Breath You Take, The Police

Desenterrando e ressuscitando esta seção – que andava meio esquecida, é verdade – coloco algo que sintetiza bem meu fim de semana.

Apesar da melação e da letra melódica, gosto muito de Every Breath You Take, principalmente pela batida cadenciada.

Gravada pelo The Police, em 1983 para o albúm Synchronicity, “Every Breath You Take (tradução)” é um dos maiores hits de todos os tempos, alavancando as vendas do disco e fazendo a banda de Sting (vocal), Andy Summers (guitarra) e Stewart Copeland (bateria) ficar no topo das paradas americanas por 17 semanas.

Após a turnê de, o grupo se separou para cuidar de projetos pessoais e nunca mais se reuniram novamente, só retornando em 2007 para comemorar os 30 anos do grupo.

Enfim, relembrem bons momentos da década de 80 e aproveitem.

Som do Lua da Semana – Sultans of Swing, Dire Straits

 

Chegando o sábadão e é hora de curtir o fim de semana com sol na praia, isso se o sol continuar, claro.

Para o Som do Lua da semana, mando Sultans of Swing, da banda inglesa escocesa Dire Straits.

Fundada em 1997, o Dire Straits era formado por por Mark Knopfler (guitarra e vocais), seu irmão David Knopfler (guitarra), John Illsley (baixo) e Pick Withers (bateria). Ao contrário da moda da época, o Punk Rock e os metaleiros, os Straits decidiram focar seu trabalho num rock mais clássico, conquistando o sucesso logo de cara e ganhando um disco de platina.

Infelizmente, a banda terminou em 1995, sem o estardalhaço que marca o fim de grandes bandas de Rock. Mark simplesmente cansou de fazer turnês e resolveu ficar quieto na Inglaterra se dedicando apenas à sua carreira solo. Com a grana que ele conquistou, até eu.

Gravada em 1978, o hit Sultans of Swing foi o primeiro grande sucesso dos Straits, sendo considerado o maior sucesso da banda.

Acho que só uma pessoa sabe dessa história, mas sempre chamo essa música de “Música de Sêo Jairo”, por conta de um pai de amigo que sempre colocava essa música quando íamos a casa deles.

Musicão da melhor qualidade e com solo de quase 10 minutos para desespero das rádios.

Curtam, porque rock assim não existe mais.

Letra

Tradução

Som do Lua da Semana – Meio Psicopata, Matanza

Nem vou escrever muito, mas, se é para ilustrar essa pausa entre os textos que explicam o que estou passando essa semana, essa música do Matanza diz tudo.

Aliás, Matanza é música de macho, lembra um pouco Raimundos, mas só pára nisso, pois de resto, Matanza é… Matanza, oras.

Letra: Meio Psicopata

Som do Lua da Semana – Iron Man, Black Sabbath

O som é foda, mas o figurino…

Sexta-feira, fim de semana aí e… estarei em Sampa!

Enfim, litoral nesse frio é mesmo complicado, mas, como semana que vem é feriado, então é melhor ficar por aqui e curtir a poluição gélida cidade.

Ressuscitando uma antiga coluna, o Som do Lua desse fim de semana será Iron Man, do Black Sabbath, com o famigerado Ozzy Osbourne nos vocais, Tony Iommi na guitarrista (segundo meu amigo Filipe, o maior guitarrista do mundo), Bill Ward na batera e Geezer Butler no baixo.

Gravado em 1971, para o álbum Paranoid (outro clássico), Iron Man possui uma pegada forte e cadenciada, tendo os pontos altos o reef de entrada e seu final mais, digamos, empolgado.

O guitarrista Tony Iommi queria fazer de “Iron Man” uma ópera-rock aos moldes de “Tommy” do The Who, mas ninguém, além dele, quis fazer algo do tipo.

Bem, me inspirei nessa música porque assisti Iron Man dia desses, se der faço um review do filme, que é muito bom por sinal.

Para quem não conhece o Sabbath, foram eles que lançaram as bases do heavy metal, sendo uma das bandas que mais venderam discos no mundo (100 milhões).

Letra
Tradução

Som do Lua da Semana – Ira! – Envelheço na Cidade

Para essa semana, nada mais óbvio do que um bom rock dos anos 80, de uma pessoa que nasceu naquela época e que comemorou aniversário domingo.

Época de quando o Brasil ainda tinha algumas bandas que prestavam e que, dias desses, ganharam uma sobrevida com os acústicos da vida.

De todas, o Ira! era a que eu mais gostava. Pena que acabou.

Sintam o som e a guitarras distorcida de Edgar Scandurra, além da batera nervosa de André Jung.

Não liguem para o modelito da época. Coisas oitentistas eram assim, estranhas. Vai ver que por isso que o senhor Marcos Valadão, vulgo Nasi, pirou.

Para quem gosta do Acústico, segue o link aqui.

Som do Lua da Semana – Ozzy Osbourne & Dweezil Zappa – Staying Alive

Já que o Youtube anda cheio de frescuras para postar um vídeo, vai via link mesmo.

O Som do Lua dessa semana (que era para ter entrado na quinta-feira passada) é a versão de Staying Alive, que se não é fantástico é, no mínimo curioso, de Ozzy e Dweezil Zappa, filho de Frank Zappa.

Curto muito Bee Gees, mas prefiro essa versão, que ficou bem irada.

E vocês, o que acharam?

Fonte: Papo de Homem

Som do Lua da Semana – Pink Floyd – Wish You Were Here

Tarde chuvosa, tempo agradável e ótimo para sair em boa companhia.

Mas, para quem não possui uma boa companhia numa sexta à tarde, nada que uma boa música não resolva.

Depois da overdose de Iron Maiden, nada como Pink Floyd para relaxar e refletir um pouco, depois de uma semana estressante e chuvosa.

Wish You Were Here é uma das músicas mais bonitas que conheço.

Diferente da maioria das músicas do Floyd – que levam uma vida para começar (mesmo assim eu gosto) – Wish You… tem uma melodia magnífica e um ritmo que te deixa viajando e pensando: “Onde essa FDP se meteu?”, enquanto rola uma lágrima no rosto.

Deprê? Nada, música estilo declaração de amor de qualidade.

Como me arrependo de não ter ido ao show do velho Waters no ano passado.

Enjoy

Som do Lua da Semana – Iron Maiden – The Number of the Beast

Bem, ainda não estou de volta, mas não curto deixar séries inacabadas.

Ainda mais quando faltam apenas duas músicas.

Gravado em 1982, The Number of the Beast é, na minha modesta opinião, o segundo clássico do Iron Maiden, e um dos maiores de todos os tempos.

Interessante é que não chega a ser um dos meus favoritos, mas pela importância e relevância coloquei aqui. Além do mais, batiza o albúm homônimo que vendeu mais de 20 milhões de cópias no mundo e colocou o Iron no topo das paradas mundiais do rock.

O que curto na música é o clipe, um dos mais trashs da história.

The Number of the Beast é Iron Maiden no auge da banda, riffs pesados, solos perfeitos e a performance e voz potente de Bruce Dickinson, que estreava na banda (tá, bem ridículo no clipe, mas melhor que a versão Boy band de Rainmaker).

Sonzão ferrado, e que estou a poucos dias de ver ao vivo.