Som do Lua – Rap das Torcidas (1996)

Já faz algum tempo que eu procurava essa música e, finalmente, meio que sem querer, encontrei.

É bem interessante, principalmente por conta da roupagem que é dada e por conta do quão ignorante é esse ser chamado torcerdor-organizado.

Enfim, se vocês nunca ouviram, ouçam e digam o que acham.

Pilotos cantando em despedida de canal inglês da F1

Sei que a Fórmula 1 já acabou, o Hamilton levou e os brasileiros, adeptos de teorias conspiratórias para justificar as derrotas – vide Copa de 98 –, acham que o Glock abriu as pernas para o inglês da Mclaren faturar o título.

Bobagem que nem vale a pena comentar.

Mas, depois dessa decisão histórica, o que achei mais bacana foi esse clipe da ITV, emissora britânica que transmitia a F1 para o Reino Unido. Como a ITV perdeu os direitos de exibição da principal categoria do automobilismo mundial para a BBC, fez esse vídeo especial retratando o que foi a categoria durante os 11 anos que cobriu a F1.

Divertido, alto astral e emocionante.

A música é Welcome to the Black Parade, do My Chemical Romance e, apesar de ser emo, é bem legal.

Curtam aí.

Fico imaginando a Globo fazendo algo parecido, com Ivete Sangalo, Jota Quest, Exaltasamba ou Latino. Ou todos juntos.

Medo.

Som do Lua – Every Breath You Take, The Police

Desenterrando e ressuscitando esta seção – que andava meio esquecida, é verdade – coloco algo que sintetiza bem meu fim de semana.

Apesar da melação e da letra melódica, gosto muito de Every Breath You Take, principalmente pela batida cadenciada.

Gravada pelo The Police, em 1983 para o albúm Synchronicity, “Every Breath You Take (tradução)” é um dos maiores hits de todos os tempos, alavancando as vendas do disco e fazendo a banda de Sting (vocal), Andy Summers (guitarra) e Stewart Copeland (bateria) ficar no topo das paradas americanas por 17 semanas.

Após a turnê de, o grupo se separou para cuidar de projetos pessoais e nunca mais se reuniram novamente, só retornando em 2007 para comemorar os 30 anos do grupo.

Enfim, relembrem bons momentos da década de 80 e aproveitem.

Pedala Robinho(a)!

Às mulheres que freqüentam esse espaço, juro que tentei me solidarizar com a moça, mas não resisti e caí na gargalhada. Lembrei das pedaladas do Robinho na final do Brasileiro de 2002 para cima do Rogério.

Como modelo, ela é obrigada a andar de salto com estilo e elegância, dar uma dessas é pedir para ser aloprada.

Agora, na boa, os apresentadores foram muito FDP tirando sarro. Acho que ri mais com eles do que com o fato em si.

Vi no novo blog do Flávio Gomes

Agora me agüentem

Meu amigo Marcel, jornalista sofredor como eu, estava passeando pelo bairro da Casa Verde, na região Norte de São Paulo, quando se deparou com a seguinte placa:

Pois é, geralmente as pessoas são homenageadas virando nome de rua depois que morrem, como ainda estou vivo, só posso ter feito algum bem enorme para a humanidade. 

Como não fui convidado para a solenidade de batismo, acredito que eles tenham perdido meu endereço ou não saibam qu estou em Sampa, o que facilitaria, e muito a homenagem.

Enfim, vejam novamente, para ver que não estou mentindo.

É, ser famoso é outra coisa. 🙂

Créditos das Fotos: Marcel Seco

Som do Lua da Semana – Sultans of Swing, Dire Straits

 

Chegando o sábadão e é hora de curtir o fim de semana com sol na praia, isso se o sol continuar, claro.

Para o Som do Lua da semana, mando Sultans of Swing, da banda inglesa escocesa Dire Straits.

Fundada em 1997, o Dire Straits era formado por por Mark Knopfler (guitarra e vocais), seu irmão David Knopfler (guitarra), John Illsley (baixo) e Pick Withers (bateria). Ao contrário da moda da época, o Punk Rock e os metaleiros, os Straits decidiram focar seu trabalho num rock mais clássico, conquistando o sucesso logo de cara e ganhando um disco de platina.

Infelizmente, a banda terminou em 1995, sem o estardalhaço que marca o fim de grandes bandas de Rock. Mark simplesmente cansou de fazer turnês e resolveu ficar quieto na Inglaterra se dedicando apenas à sua carreira solo. Com a grana que ele conquistou, até eu.

Gravada em 1978, o hit Sultans of Swing foi o primeiro grande sucesso dos Straits, sendo considerado o maior sucesso da banda.

Acho que só uma pessoa sabe dessa história, mas sempre chamo essa música de “Música de Sêo Jairo”, por conta de um pai de amigo que sempre colocava essa música quando íamos a casa deles.

Musicão da melhor qualidade e com solo de quase 10 minutos para desespero das rádios.

Curtam, porque rock assim não existe mais.

Letra

Tradução

Som do Lua da Semana – Meio Psicopata, Matanza

Nem vou escrever muito, mas, se é para ilustrar essa pausa entre os textos que explicam o que estou passando essa semana, essa música do Matanza diz tudo.

Aliás, Matanza é música de macho, lembra um pouco Raimundos, mas só pára nisso, pois de resto, Matanza é… Matanza, oras.

Letra: Meio Psicopata

Maradona matando a bola de forma diferente

O cara não é exemplo para ninguém, vive aprontando confusão e destrói, aos poucos, a própria vida. Mas não há como negar, que mesmo aposentado, ainda arrebenta nos gramados, seja no talento ou na irreverência.

Maradona é showman, não há como negar.

Nesse vídeo, que já tem um tempo, é interessante notar ainda o toque de bola diferenciado dele, as caras e bocas que faz quando cai e a incrível matada de bola na… digamos… bunda que ele faz.

Talvez, se fosse um pouquinho mais esperto, e não se envolvesse com as drogas, de repente, poderia até se equiparar ao Pelé.

Maradona só é igual ao dito rei do futebol no número de bobagens que diz, porque no resto…

Ps: Zico também arrebenta. Saudades desses tempos que os jogadores se preocupavam apenas em jogar bola e não apenas com imagem, marketing, travecos, entre outras coisas.


 

Som do Lua da Semana – Iron Man, Black Sabbath

O som é foda, mas o figurino…

Sexta-feira, fim de semana aí e… estarei em Sampa!

Enfim, litoral nesse frio é mesmo complicado, mas, como semana que vem é feriado, então é melhor ficar por aqui e curtir a poluição gélida cidade.

Ressuscitando uma antiga coluna, o Som do Lua desse fim de semana será Iron Man, do Black Sabbath, com o famigerado Ozzy Osbourne nos vocais, Tony Iommi na guitarrista (segundo meu amigo Filipe, o maior guitarrista do mundo), Bill Ward na batera e Geezer Butler no baixo.

Gravado em 1971, para o álbum Paranoid (outro clássico), Iron Man possui uma pegada forte e cadenciada, tendo os pontos altos o reef de entrada e seu final mais, digamos, empolgado.

O guitarrista Tony Iommi queria fazer de “Iron Man” uma ópera-rock aos moldes de “Tommy” do The Who, mas ninguém, além dele, quis fazer algo do tipo.

Bem, me inspirei nessa música porque assisti Iron Man dia desses, se der faço um review do filme, que é muito bom por sinal.

Para quem não conhece o Sabbath, foram eles que lançaram as bases do heavy metal, sendo uma das bandas que mais venderam discos no mundo (100 milhões).

Letra
Tradução