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	<title>Os Bonilhas</title>
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	<description>O mundo pelo ponto de vista dos Bonilhas</description>
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		<title>Trintão!</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2012 05:29:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez (acho) não publico um texto de aniversário na data exata. Chega a ser estranho, ainda mais numa data, digamos, especial, pois deixei os “Anos 20” e entrei nos “Anos 30”. Repetindo: 30 anos! Engraçado como há 10 anos, quando fiz 20 e estava na faculdade sonhando em conquistar o mundo e tudo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez (acho) não publico um texto de aniversário na data exata. Chega a ser estranho, ainda mais numa data, digamos, especial, pois deixei os “Anos 20” e entrei nos “Anos 30”.</p>
<p>Repetindo:</p>
<p>30 anos!</p>
<p>Engraçado como há 10 anos, quando fiz 20 e estava na faculdade sonhando em conquistar o mundo e tudo mais, nunca imaginaria trabalhando no que eu trabalho e casado,sendo totalmente caseiro.</p>
<p>Se antes pensava nas baladas, TCC, todas as mulheres do mundo e, principalmente, em ter o mínimo de responsabilidade possível, hoje, já penso nos cálculos para comprar um carro, uma casa, com quantos anos quero ter meu primeiro filho, na pós que devo começar em breve e nas contas que nunca param de chegar.</p>
<div id="attachment_1597" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Aniversario-30-Bolo.jpg" rel="prettyPhoto[1596]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Aniversario-30-Bolo-225x300.jpg" alt="" title="Bolo!" width="225" height="300" class="size-medium wp-image-1597" /></a><p class="wp-caption-text">Além da música ruim, teve até bolo!</p></div>
<p>No famoso <a href="http://www.osbonilhas.com.br/ano-xxix/" target="_blank">review </a>que sempre faço do ano que passou, não fui a nada de marcante como no Ano XXVIII. Não fui em shows, teatros, passeios. Nem em cinema eu fui! “Apenas” casei! Uma das melhores coisas que fiz na vida! Também ganhei na Mega Sena da Virada, mas o pedido saiu errado e “só” acertei a quadra, ganhando, se não uma mixaria, mas algo que só serviu para cobrir o rombo do especial. Digamos que comprava o PS3 e uma TV de 22 polegadas.</p>
<p>Aliás, a cada dia que passa, mais apaixonado eu fico pela Lucilene. E olha que já estamos há quase 5 anos convivendo juntos, mas sem nunca perder a chama da paixão e como se fosse o primeiro dia que a conheci.</p>
<p>Estamos erguendo os tijolinhos para construir isso que chamamos de “vida juntos”. Não temos ideia de quando vai vir o carro, a casa, o filho e até o PS3! Mas aos poucos, vamos pavimentando esse caminho. Sem sustos, sem afobação e sem fazer loucuras que possamos nos arrepender depois.</p>
<p>Talvez, a única coisa ruim do ano passado foi ter rompido, ou melhor, ter parado de falar com uma pessoa especial para mim. Mas, ao contrário do que acontece com a maioria. Eu valorizo as pessoas pelos momentos felizes que elas compartilham comigo e não nas dificuldades (quer dizer, valorizo também, mas guardo mais os momentos de alegria) e, infelizmente, no momento mais feliz da minha vida, essa pessoa resolveu que não deveria participar. Como foi a terceira mancada grave, botei no gelo. Pelo menos até ela resolver vir trocar ideia comigo e não ficar de recadinhos ou agindo como se nada tivesse acontecido.</p>
<p>Desculpe, divaguei.</p>
<p>Enfim, o grande momento da celebração desse início da “Era 30” foi com a família e os amigos – daqueles que posso inserir na categoria “Família – cantando e celebrando muito num karaokê aqui de São Paulo.</p>
<p>Faltaram algumas pessoas importantes, que infelizmente não puderam ir, mas meu amor Lucilene, minha mãe Lúcia, meus irmãos Rafael e Daniel, junto com as namoradas Cris e Thalita, meus velhos amigos Paulo e Diego, com a noiva Amanda, e os amigos mais “novos”, Lilian, Filipe, Márcia, Rafael, Johnny, Gabi, Eric, Gabi, Gaia, Leão, Nathália, Théo, Lilhá, Nayara e Ronaldo, que conheci aqui em São Paulo, mas levo no coração como se conhecesse desde o jardim de infância, estavam todos lá para agitar a “festa”.</p>
<p>Emocionante e bom saber que sempre poderei contar com essas pessoas (e mais algumas) faça sol ou faça chuva para poder sair e dar risada ou para lamuriar e reclamar da vida.</p>
<p>Talvez a <a href="http://letras.terra.com.br/raimundos/937889/" target="_blank">música do Fábio Jr</a>. (depois regravada pelos saudosos Raimundos) já nem faça mais sentido para mim, mas posso dizer que tentarei manter sempre esse jeito besta de ser, que marcou meus anos 20, para ser cada dia uma pessoa melhor e mais responsável nos anos 30.</p>
<p>Que venha o 31!</p>
<p>PS: Incrível como sempre mudo o título quando copio para o WP.</p>
<p><img src='http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Aniversario-30-Bolo.jpg'></p>]]></content:encoded>
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		<title>Férias no Nordeste – Até mais, e obrigado pelos camarões</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Mar 2012 03:46:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagem]]></category>
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		<description><![CDATA[Enquanto os novos integrantes não estreiam, vamos para a parte final das “Férias no Nordeste”. Acordamos de madrugada e rumamos para o “ponto”, onde o “Pinga” (de pinga-pinga) já nos esperava para rumarmos para Natal. O Pinga (sem aspas, vai assim mesmo) é um ônibus intermunicipal a la Itapemirim que sai de Areia Branca e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto os novos integrantes não estreiam, vamos para a parte final das “Férias no Nordeste”.</p>
<p>Acordamos de madrugada e rumamos para o “ponto”, onde o “Pinga” (de pinga-pinga) já nos esperava para rumarmos para Natal.</p>
<p>O Pinga (sem aspas, vai assim mesmo) é um ônibus intermunicipal a la Itapemirim que sai de Areia Branca e vai para Natal diariamente. São seis horas de viagem, o que já seria cansativo em um ônibus preparado para esse porte, o que não é o caso do Pinga.</p>
<div id="attachment_1583" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Lotado.jpg" rel="prettyPhoto[1580]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/Lotado-300x205.jpg" alt="" title="Pinga da Índia, acho" width="300" height="205" class="size-medium wp-image-1583" /></a><p class="wp-caption-text">Quase isso...</p></div>
<p>Esse ônibus é o que batizei de “meldeos, é hoje que me fodo”, pois o dito-cujo é de assustar. Bancos com estofamento rasgado, luzes do teto queimadas ou faltando, painel do motorista com falta de botões e instrumentos quebrados, lataria amassada, enfim, negócio era bravo. Para se ter uma ideia, inocente, perguntei do cinto de segurança e o motorista deu risada. </p>
<p>Não podia ficar pior.</p>
<p>Mas ficou.</p>
<p>Apesar de ser seis horas de viagem, o povão que o ônibus pega em cada esquina (daí o apelido “pinga”, pois ele pinga em tudo quanto é canto) viaja em pé. Pior ainda, mandando um foda-se para quem tá sentado, seja lendo, ouvindo música ou dormindo. É mochila batendo na cara, bunda roçando para lá e para cá (e não são bundas roçáveis), corre-corre de crianças. Um inferno.</p>
<div id="attachment_1590" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-24-04.41.37.jpg" rel="prettyPhoto[1580]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-24-04.41.37-300x225.jpg" alt="" title="O Horror" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1590" /></a><p class="wp-caption-text">Tenham medo, muito medo dele.</p></div>
<p>Uma hora, um FDP que não tirava a mochila de jeito nenhum, ficou batendo com a bolsa na minha cara. Empurrei uma, duas, até que se tocou e foi colocar a mochila na cara da minha “sograsta”, que quase joga ele longe.</p>
<p>Outra hora, uma vadia que deveria estar com carrapato onde estava sentada, resolveu se apoiar no meu banco e ficar conversando com as amigas do banco ao lado. Já puto e quando ia mandar ela à merda, Lu sugeriu que levantasse o banco. Puxei a alavanca e quase ela se estatela no chão.</p>
<p>“Nem para pedir por favor para levantar o banco!”, berrou.</p>
<p>Sério, fiquei sem ação para resposta e comecei a rir junto com a Lu, pois EU que tinha que pedir “por favor” para a bonitona que se apoiava com o rabo na minha cabeça. Saiu xingando e continuamos rindo.</p>
<p>Após seis horas de viagem, Fabrício nos encontrou no meio do caminho e descemos daquela jabiraca ambulante. Só lamentei não ter tirado fotos de dia do amarelão e do painel crítico.</p>
<p><strong>Natal</strong></p>
<div id="attachment_1588" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07310.jpg" rel="prettyPhoto[1580]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07310-300x225.jpg" alt="" title="Barreira do Inferno" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1588" /></a><p class="wp-caption-text">Preparar, apontar...</p></div>
<p>Poderia quebrar o post aqui e fazer outro texto, mas como fizemos o que batizei de “Fast Tour” em Natal, vamos até o fim.</p>
<p>Como tínhamos comido uma coxinha de uma parada de estrada que deveria equivaler a uma refeição de dez dias, ocasionando uma azia que não dava mais fome, seguimos para um lugar chamado Barreira do Inferno. Juro que imaginava outra coisa quando chegamos lá, mas era bem legal.</p>
<div id="attachment_1584" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-24-10.56.19.jpg" rel="prettyPhoto[1580]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-24-10.56.19-300x225.jpg" alt="" title="Barreira do Inferno again" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1584" /></a><p class="wp-caption-text">Cadê o Marcos Pontes?</p></div>
<p>A tal da Barreira é uma Base da Força Aérea estratégica para lançamento de foguetes, pesquisas aeroespaciais, entre outras coisas. Obviamente não fomos para o Centro, mas para um posto turístico com alguns modelos de foguetes, mísseis e um avião Xavante em exposição.</p>
<p>Pá-pum-clic-fotos e rumamos para o maior cajueiro do mundo.</p>
<div id="attachment_1582" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07364.jpg" rel="prettyPhoto[1580]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07364-300x225.jpg" alt="" title="Cajueiro de cima" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1582" /></a><p class="wp-caption-text">Cajueiro visto de cima. </p></div>
<p>Estranho ir visitar uma árvore x-men (na real, x-tree) só porque possui uma falha genética e cresce descontroladamente sem parar. Mas, justamente por isso, e pelo fascínio do tal cajueiro ser o único no mundo que tem esse “problema” que torna a visita interessante. Ainda mais quando você descobre que os cajus que ele produz (2,5 toneladas por ano, que os visitantes podem levar para casa) não passam tal falha para frente. Mas já imaginou se isso fosse hereditário? Cajueiro gigante seria praga no país.</p>
<p>Quatro reais, toma um suquinho de caju de degustação, tira fotos, dá um rolê pela árvore, tira fotos, pergunta do moleque que a Regina Casé entrevistou há trocentos anos atrás, tira fotos, descobre que o moleque “fugiu” para São Roque-SP (provavelmente de saco cheio de ouvir e falar de caju), tira fotos, dá uma panorâmica do cajueiro, mais fotos e vamos para a feirinha de artesanato do lugar.</p>
<div id="attachment_1581" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07358.jpg" rel="prettyPhoto[1580]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07358-300x225.jpg" alt="" title="Cajueiro visto de baixo" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1581" /></a><p class="wp-caption-text">Cajueiro visto de baixo.</p></div>
<p>Compramos uma porrada de coisas que nem lembro mais o que eram, junto com alguns chaveiros, tomamos água de coco e comemos mais tapioca (viciei), depois vazamos para Parnamirim, almoçar.</p>
<p>Após o almoço (imprimir as passagens e fazer o check-in online, pois já estava batendo o desespero por não achar local para fazer isso) descansamos um pouco. </p>
<div id="attachment_1585" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-24-19.14.08.jpg" rel="prettyPhoto[1580]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-24-19.14.08-300x225.jpg" alt="" title="Praia dos Artistas" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1585" /></a><p class="wp-caption-text">Naquela parte escura tem um mar.</p></div>
<p>Quando acordamos, deram a ideia de ir para um shopping ou conhecer uma outra parte da cidade. Com tempo, fomos para uma Feira de Artesanato na Praia dos Artistas. Compramos mais umas tranqueiras, camisas e chaveiros pela metade do preço da feira do cajueiro e fiquei puto. O lugar é legal, mas como já falei em algum lugar que não lembro o link, cidade de praia é tudo igual. Tem a praia, evento a ver com o local e feira de artesanato. Mais nada. Pode ser em Guarujá, Ubatuba, Recife, Natal, Miami&#8230; É tudo a mesma merda.</p>
<div id="attachment_1586" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-24-19.17.52.jpg" rel="prettyPhoto[1580]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-24-19.17.52-225x300.jpg" alt="" title="Feira" width="225" height="300" class="size-medium wp-image-1586" /></a><p class="wp-caption-text">Igual a qualquer feira de qualquer praia que você conhece.</p></div>
<p>Voltamos para Parnamirim, terminamos de arrumar as malas, comemos tapioca pela última vez e fomos dormir para acordar de madrugada, de novo.</p>
<p>Logo cedo, acordamos, nos arrumamos e Fabrício, Sogrão e Sograsta nos levaram até o aeroporto. Nos despedimos, entramos no avião e voltamos para São Paulo.</p>
<p>Enfim, apesar do final abrupto, gostamos de Areia Branca. Não dá para falar muito de Natal, porque mal ficamos lá. Mas no geral, foram dez dias divertidos. Demos risadas, conhecemos novos amigos, novas culturas, culinária diferente e, o melhor de tudo, fizemos tudo isso junto.</p>
<div id="attachment_1587" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-25-09.55.24.jpg" rel="prettyPhoto[1580]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/2012-02-25-09.55.24-300x225.jpg" alt="" title="Tchau!" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1587" /></a><p class="wp-caption-text">Despedida do avião em SP, já que em Natal estava tudo escuro.</p></div>
<p>Já estamos pensando em nossa próxima viagem. Não sei quando o Nordeste entrará novamente na lista. Nem sabemos se poderemos ir mais longe, já que os planos desse ano envolvem muita coisa, mas o que interessa é que, um dia, visitaremos Areia Branca de novo.</p>
<p><img src='http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07364.jpg'></p>]]></content:encoded>
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		<title>Orgulho dessa família!</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Mar 2012 02:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alegria]]></category>
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		<category><![CDATA[Crônica]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma pausa na saga das Férias do Nordeste para falar sobre um fato que me emociona até agora. Eis que no sábado passado, meu irmão caçula Daniel Junio Bonilha se formou bacharel em Relações Internacionais. Maior festão no Clube de Regatas Vasco da Gama (de Santos) em que, para variar, toda a família e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pausa na saga das Férias do Nordeste para falar sobre um fato que me emociona até agora.</p>
<p>Eis que no sábado passado, meu irmão caçula Daniel Junio Bonilha se formou bacharel em Relações Internacionais. </p>
<p>Maior festão no Clube de Regatas Vasco da Gama (de Santos) em que, para variar, toda a família e os amigos mais próximos, bem como suas respectivas namoradas e esposas estiveram presentes.</p>
<div id="attachment_1569" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07422.jpg" rel="prettyPhoto[1567]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07422-300x212.jpg" alt="" title="Todos juntos!" width="300" height="212" class="size-medium wp-image-1569" /></a><p class="wp-caption-text">Rafael, Daniel, Eu e Paulo, um dos amigos-irmãos.</p></div>
<p>Mais do que outra formatura, festa, cachaça e cerveja à vontade, foi o significado desta cerimônia, pois com a colação de grau de meu irmãozinho mais novo fechamos um ciclo em que os três – Daniel, Rafael e eu – estão formados e tomando os rumos da vida.</p>
<p>“Mas Marcos, tudo isso para falar que vocês três tem ensino superior? Qualquer mané se forma nas Uninoves da vida”.</p>
<p>Isso é verdade, não subestimando quem se forma nas Uninoves da vida. Lembrando que tem muito Zé Buceta, que não manja merda nenhuma, saindo da USP e grandes profissionais saindo das UNIP´s da vida.</p>
<div id="attachment_1570" class="wp-caption aligncenter" style="width: 305px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07426.jpg" rel="prettyPhoto[1567]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07426-295x300.jpg" alt="" title="Abraço" width="295" height="300" class="size-medium wp-image-1570" /></a><p class="wp-caption-text">Orgulho!</p></div>
<p>O que quero dizer com a formatura do Daniel é que quem nos conhece, sabe das dificuldades que enfrentamos para alcançarmos esse objetivo. Só quem convive com a gente, tem noção do que foi conseguir (e manter) a bolsa para terminar o curso de jornalismo. Só quem viu, tem ideia do que foi o tombo de perder a bolsa de Engenharia, se levantar, e se formar na FATEC. Só quem ouviu, sabe o que foi o sacrifício trabalhar, estudar e se matar para manter altas notas em Relações Internacionais. É, foi foda.</p>
<p>Crescemos no Perequê, um dos bairros mais pobres de Guarujá, tivemos problemas com distâncias para estudar, fazer trabalhos e se deslocar para ver palestras e seminários. Muitas vezes dormimos em casas de amigos, porque para nós era um martírio depender de transporte público morando tão longe. </p>
<div id="attachment_1568" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07406.jpg" rel="prettyPhoto[1567]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07406-300x225.jpg" alt="" title="Valsa" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1568" /></a><p class="wp-caption-text">Felicidade estampada na cara! E foi assim nas três festas!</p></div>
<p>Para tirar xerox, comprar livros, pagar viagens, gasolina e passagens, tivemos que ralar muito, já que, mesmo no caso da bolsa e da faculdade sendo gratuita, era difícil conciliar tudo ganhando uma miséria, ou até mesmo nada.  Mas sempre tinha um ajudando o outro.</p>
<p>Se conseguimos chegar até onde chegamos foi graças a esse esforço, os amigos, família e, principalmente, nossa mãe, Dona Lúcia Donizeti Rodrigues, que sempre nos apoiou, deu força, incentivou e, principalmente, nos abraçou e nos levantou quando achávamos que não ia dar ou que aquilo não era para gente. Talvez por isso, nas três festas, ela se emocionou e chorou na hora das valsas e colações.</p>
<div id="attachment_1572" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07440.jpg" rel="prettyPhoto[1567]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07440-225x300.jpg" alt="" title="Fim de festa!" width="225" height="300" class="size-medium wp-image-1572" /></a><p class="wp-caption-text">Fim de festa e o copo na mão.</p></div>
<p>Enfim, batalhamos e conseguimos. Os três filhos, irmãos e, principalmente, amigos, formados e dando orgulho para todos aqueles que confiaram na gente.</p>
<p>Principalmente para Dona Lúcia.</p>
<p><img src='http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC074221.jpg'></p>]]></content:encoded>
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		<title>Férias no Nordeste &#8211; Areia Branca, a Terra do Sal</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Mar 2012 02:43:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Areia Branca é uma cidade para lá de interessante do Rio Grande do Norte. Localizada a 330 km da capital Natal, no interior do estado, e com uma população aproximada de 26 mil pessoas, a cidade faz parte da chamada “Costa Branca”, sendo o único lugar do mundo onde o sertão encontra o mar, na Ponta do Mel. Ah sim, a dita cuja é uma ilha.</p>
<div id="attachment_1547" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07123.jpg" rel="prettyPhoto[1544]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07123-300x225.jpg" alt="" title="Pôr do sol em Upanema" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1547" /></a><p class="wp-caption-text">Quando o fotógrafo é feliz...</p></div>
<p>É uma das maiores produtoras de sal do Brasil, tendo o apelido de Terra do Sal, também tem no turismo uma forte renda de economia, principalmente por causa de seu carnaval, que atrai milhares de turistas do nordeste.</p>
<p>E esse foi um dos motivos que fui parar lá.</p>
<p>Antes de ir, meu sogro alertou que fazia 7 meses que não chovia lá, alguns falaram que era exagero, outros confirmaram, outros disseram que era perto de 4 ou 5 meses. Seja como for, era muito tempo sem cair água do céu. Até brinquei no twitter que, se eu chegasse lá e chovesse, aí daria razão aos sarristas que falam que eu atraio chuva.</p>
<div id="attachment_1549" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06840.jpg" rel="prettyPhoto[1544]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06840-300x225.jpg" alt="" title="Praça" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1549" /></a><p class="wp-caption-text">Praça central da cidade com Nsa Sra dos Navegantes</p></div>
<p>Foram 5 dias seguidos de chuva, sem contar o dia de Natal, logo que chegamos. Para que não pensem que o Morgan Freeman mandou o dilúvio direto, foram 5 dias calorentos, intercalados com um sol ardido que, do nada, mudava para uma baita chuva. Até frio chegou a fazer.</p>
<p>Obviamente, culparam a mim.</p>
<div id="attachment_1553" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06964.jpg" rel="prettyPhoto[1544]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06964-300x225.jpg" alt="" title="Carnaval" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1553" /></a><p class="wp-caption-text">Chupa Gaviões!</p></div>
<p>Poderes sobremeteorológicos à parte, foi uma estada bem legal lá. A cidade é sossegada e, por conta do carnaval, estava bem movimentada, sem aqueles riscos de cidade grande. Conhecemos as maravilhosas praias do Meio, Upanema (a principal), Ponta do Mel e Baixa Grande. No último dia, saímos da cidade e fomos para Tibau, divisa com o Ceará, onde ficamos na praia do&#8230; Ceará. Lá ficava sendo levado pela maré, intercalando Rio Grande do Norte e Ceará, no meu primeiro mergulho interestadual da história. A água das praias é quentinha e o cenário paradisíaco.</p>
<div id="attachment_1552" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06935.jpg" rel="prettyPhoto[1544]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06935-225x300.jpg" alt="" title="Mais Carnaval" width="225" height="300" class="size-medium wp-image-1552" /></a><p class="wp-caption-text">Deputado sendo &quot;homenageado&quot;.</p></div>
<p>Esqueci de contar que quando a chuva parou de vez, na primeira noite que saímos para ver os shows das bandas, a cidade simplesmente apagou e tudo ficou na escuridão. Além de arauto das águas do céu, levei às trevas para o norte de RN. De raiva e birra, seguimos mesmo assim para o local dos shows. Mesmo na escuridão, tudo transcorreu normalmente, sem nenhum problema com polícia ou confusão. A energia voltou perto de irmos embora.</p>
<div id="attachment_1551" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06920.jpg" rel="prettyPhoto[1544]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06920-300x225.jpg" alt="" title="Barco passando pelo Rio Mossoró" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1551" /></a><p class="wp-caption-text">Barco passando lentamente pelo Rio Mossoró</p></div>
<p>Do carnaval de rua, curti o bloco dos seis, em que seis malucos saem todo ano com alguma fantasia bizarra e tocando algo ainda mais bizarro pela cidade (marchinha? Forró? Axé?). Só não saíram quando o pai de um deles ou um deles, sei lá, morreu. Tem também o bloco “A Soma dá mais de 300”, vulgo Soma, que é o mais esperado pela cidade, mas que achei uma bosta, já que não tinha som e nem nada. E tem também o desfile das escolas de samba, que nem vou comentar. Mas é melhor que de SP.</p>
<div id="attachment_1546" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07087.jpg" rel="prettyPhoto[1544]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07087-300x225.jpg" alt="" title="Sal" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1546" /></a><p class="wp-caption-text">Haja sal a gosto.</p></div>
<p>Outro lugar curioso que fomos visitar (conhecemos todos os botecos da cidade também, mas não vou me alongar) foi a salina. Imaginem esse saquinho de sal Cisne (que nem é feito lá) do tamanho de um morro gigante? Pois é. Interessante que, por ser feriado, não tinha ninguém na fábrica ou na área que o sal fica “secando”. O vigia que estava lá simplesmente falou “que não podia entrar”, mas que era para entrarmos, “pois ele não viu nada”. Se quiséssemos, poderíamos levar uma pedra de sal de lembrança. Hilário.</p>
<p>É interessante ver que aquele negócio que está ali, a céu aberto, em cima do barro e tudo mais, vai para o seu prato. Claro que é refinado, mas é curioso. Uma coisa que descobrimos, e não curtimos muito, foi que o sal “corta”. Como é um cristal, se não souber pegar e esfregar demais nas mãos, ele corta. E, olha, dói para cacete.</p>
<p>O centro urbano é interessante, pois os bairros são pertos uns dos outros. Distante mesmo, só as praias e as salinas. A comida é boa demais e ainda não acostumei a ficar sem cuscuz, creme de milho, tapioca, pasteizinhos, suco de graviola/cajá-manga/caju e água de coco no café da manhã. Também não me acostumei a ficar sem peixe, camarão, baião de dois, um parente de marisco que esqueci o nome e tudo mais no almoço.</p>
<div id="attachment_1548" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07229.jpg" rel="prettyPhoto[1544]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC07229-300x225.jpg" alt="" title="Balsa" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1548" /></a><p class="wp-caption-text">Balsa de travessia entre Areia Branca/Grossos. </p></div>
<p>Problema foi quando acabou o carnaval, já que a cidade voltou a ser o centro da tranquilidade, não acontecendo nada lá. Se os mais jovens quiserem diversão, que se desloquem pela BR até Mossoró. Ou, no que vi muito lá, saiam de casa para estudar e só voltem no carnaval para visitar os pais e sumir na quarta-feira de cinzas.</p>
<div id="attachment_1545" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06991.jpg" rel="prettyPhoto[1544]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06991-300x225.jpg" alt="" title="Ponta do Mel" width="300" height="225" class="size-medium wp-image-1545" /></a><p class="wp-caption-text">Vista da Ponta do Mel</p></div>
<p>Outro fato interessante é o total desrespeito às leis de trânsito e física, já que eles conseguem colocar mais de duas pessoas em cima de uma moto, ocupando o mesmo espaço. Dentro da cidade, coisas como capacete, setas para virar, respeito ao pedestre, entre outras coisas, não existe.</p>
<p>No último dia, como citado, fomos para a praia do Ceará, onde me esbaldei mergulhando e comendo bem, apesar do rango servido não ser lá grande coisa. Quando chegamos, arrumamos a mala e nos preparamos para acordar de madrugada e conhecer o “Pinga”, ônibus que sai uma vez por dia, às 5 da manhã, com destino à capital, Natal.</p>
<div id="attachment_1550" class="wp-caption aligncenter" style="width: 235px"><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06900.jpg" rel="prettyPhoto[1544]"><img class="size-medium wp-image-1550" title="Praia de Upanema" src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06900-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Para se inspirar...</p></div>
<p>Mas esse capítulo do “Pinga” e do último dia em RN, em Natal, deixamos para depois&#8230;</p>
<p><img src='http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC071231.jpg'></p>]]></content:encoded>
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		<title>Férias no Nordeste – Infinita Highway</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Mar 2012 04:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se tem uma coisa que gosto quando viajo é de estrada. Avião, por mais que “nossa, que chique! Viajando de avião&#8230; Foi para onde? Ah, Ribeirão Preto? Tá podendo&#8230;” você não vê merda nenhuma, pelo contrário. Mas todos te olham com respeito, porque foi de avião. Estrada não. Indo de carro, você conhece um pouco [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se tem uma coisa que gosto quando viajo é de estrada. Avião, por mais que “nossa, que chique! Viajando de avião&#8230; Foi para onde? Ah, Ribeirão Preto? Tá podendo&#8230;” você não vê merda nenhuma, pelo contrário. Mas todos te olham com respeito, porque foi de avião.</p>
<p>Estrada não. Indo de carro, você conhece um pouco mais do lugar que você está conhecendo, dos caminhos, do que o Brasil esconde. Enfim, aproveita a viagem por outro ângulo.</p>
<p><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06750.jpg" rel="prettyPhoto[1533]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06750-300x225.jpg" alt="" title="Born to be wild" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-1539" /></a></p>
<p>Mas, do mesmo jeito que gosto, tenho um cagaço ferrado, já que a quantidade de retardados dirigindo por aí  é proporcionalmente igual ao número de veículos circulando por aí. Some-se a isso rodovia de mão dupla, direção irresponsável e caminhões gigantescos com caminhoneiros psicóticos e temos um certo grau de pavor considerável.</p>
<p>Saindo de Parnamirim/Natal, pegamos a BR-101 para sair da cidade e, rapidinho, entramos na BR-304 onde tudo aquilo que vemos em filmes, quando retratam o sertão nordestino, foi visto. Tudo e mais um pouco.</p>
<p><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06753.jpg" rel="prettyPhoto[1533]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06753-300x225.jpg" alt="" title="Cerrado" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-1534" /></a></p>
<p>Nos 300 e lá vai porrada de quilômetros de viagem, nos surpreendemos com a estrada, que estava bem asfaltada e sem buracos. O maior problema no caminho é, sem dúvida, ser mão dupla, ainda mais que o trecho é cheio de relevos e curvas. Os caminhoneiros não aliviam em nada e, pior, até dificultam as ultrapassagens. Se são mais de dois gigantões juntos, a empreitada para ultrapassagem fica praticamente impossível, a não ser que você queira virar parte de um amontoado de ferragens retorcidas.</p>
<p>A paisagem do sertão é composta de caatinga, cerrado e até Mata Atlântica. O que vi de cactos&#8230; Aliás, é foda notar as áreas gigantescas que você não tem ideia onde termina e que, para alegria de poucos e tristeza de muitos, possui um  único dono. Só queria saber como e porquê alguém é dono de lugares maiores que cidades, mas aí é entrar em outro assunto chato. E de chato já basta eu.</p>
<p><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06759.jpg" rel="prettyPhoto[1533]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06759-300x225.jpg" alt="" title="Melhor nome de birosca" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-1535" /></a></p>
<p>Como vocês me conhecem, obviamente que a viagem não teve sol, mas também não choveu (só em Assu (ou Açu, nem eles sabem), mas aí já era quase no fim do caminho). Era curioso notar os rios e açudes, que eram atravessados pelas pontes, totalmente secos. O nosso guia (que já citei e falei que é amigão do sogrão) explicava cada pedacinho misterioso por onde a gente passava.</p>
<p><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06765.jpg" rel="prettyPhoto[1533]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06765-300x225.jpg" alt="" title="Bibiu" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-1537" /></a></p>
<p>As igrejinhas, cidades que talvez não façam ideia da loucura que é SP, as casinhas iguais que dão de cara para a rodovia, as paradas&#8230; Olhava tudo aquilo me questionando como seria viver num lugar daquele, como seria a vida do morador de Angicos, Riacho do Prato, Dois Irmãos, Barra da Cruz, entre outras cidadezinhas que são cortadas pela 304.</p>
<p>A tristeza ficava por conta das várias cruzes e santuários que repousam na beira de estrada. Aquilo para mim tem vários significados, seja para lembrar do ente querido que se foi naquele ponto, como para alertar que aquela curva cheia cruzes é perigosa, bem como servir de alerta para relaxar um pouco o pé do acelerador. Apesar das várias cruzes que vimos durante o caminho, felizmente não vimos nenhum acidente. Na Mogi-Bertioga, por exemplo, toda vez que descia para o Guarujá, via alguma merda por ali.</p>
<p><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06760.jpg" rel="prettyPhoto[1533]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06760-300x225.jpg" alt="" title="Rio Salgado?" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-1536" /></a></p>
<p>Além da vegetação, cidades, paradas, homenagens e dos caminhoneiros pirados, também era legal ver algumas formações para lá de estranhas na estrada, como uma montanha que o nosso guia jura que é um vulcão adormecido, como algumas pedras empilhadas de tal maneira, que não dá para acreditar que aquilo é coisa da natureza, mas que alguém foi lá e arrumou daquele jeito.</p>
<p>Outra coisa para lá de interessante eram os canos de água e linhas de transmissão margeando a rodovia, bem à mostra. Imagino que aquilo é meio arriscado, afinal,  caso algum FDP queira ferrar com uma cidade inteira, ou um acidente feio acertar aquilo, as cidadezinhas estão lascadas. Quando estávamos na BR-110, quase em Areia Branca, chamou a atenção os poços de petróleo em terra seca. Os “cavalinhos”, como o nosso guia chamou os negócios que bombeiam o petróleo, dá um ar meio texano à região. É engraçado, pois imaginava aquele treco gigantesco, mas é menor do que imaginava.</p>
<p><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06814.jpg" rel="prettyPhoto[1533]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC06814-300x225.jpg" alt="" title="Poço" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-1538" /></a></p>
<p>Enfim, apesar do medo dos caminhoneiros, do povo margeando a estrada – bem como jegues, vacas e bodes – e das seis horas de viagem, (pois paramos em algumas cidades para conhecer umas parentes da Lu) achei bem legal encarar uma estrada nesse estilo. Falta a vontade do governo federal para duplicar aquilo, já que espaço não falta, mas dá para dizer que vale a pena optar por este tipo de viagem. Embora o povo de lá não tenha outra opção para ir à capital.</p>
<p>Ah sim e o mais importante, não tem pedágios.</p>
<p><img src='http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/DSC067501.jpg'></p>]]></content:encoded>
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		<title>Férias no Nordeste &#8211; Prólogo da Chuva</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 03:16:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes de falar da minha primeira viagem em várias coisas, uma rápida explicação. Quando casei, muita gente (no caso, meus 4 ou 5 leitores fiéis) ficaram esperando meu post sobre o dia mais feliz da minha vida. Infelizmente, por preguiça ou coisa que o valha, os desapontei e levei alguns meses para falar sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de falar da minha primeira viagem em várias coisas, uma rápida explicação.</p>
<p>Quando casei, muita gente (no caso, meus 4 ou 5 leitores fiéis) ficaram esperando meu post sobre o dia mais feliz da minha vida. Infelizmente, por preguiça ou coisa que o valha, os desapontei e levei alguns meses para falar sobre o assunto, fazendo a galera perder o interesse.</p>
<p>Bem, tentando ser um pouco mais rápido e jogando a preguiça para escanteio, aqui está o post sobre minha primeira viagem para o nordeste sem ser a trabalho, a sós com a Luzinha e, obviamente, depois de casados.</p>
<p>Uma das coisas marcantes dessa viagem é que era a primeira vez que Luzinha voava, como provavelmente ela irá contar essa parte, só registrarei que, apesar de ter voado poucas vezes, (umas 6) nunca que o detector de metais apitou para mim. Lu, logo na primeira, já teve que ficar descalça e responder umas perguntinhas para o pessoal da segurança. Culpa do salto ou sou casado com uma terrorista infiltrada da Al Qaeda? Na dúvida, vou procurar o telefone daqueles caras do SEAL.</p>
<p><a href="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/02/2012-02-16-15.13.05.jpg" rel="prettyPhoto[1520]"><img src="http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/02/2012-02-16-15.13.05-300x225.jpg" alt="" title="Tatu caminha dentro?" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-1521" /></a></p>
<p>Enfim, vamos voar. Apesar de achar que Lu ficaria com medo, até que ela curtiu, ao contrário de minha pessoa, que até hoje não sabe se o avião quicou na água do Santos Dummont. A única coisa pitoresca do voo foi uma moça, que havia trocado de lugar com uma criança, para essa ficar do lado da mãe, que começou a ficar meio mal e revelou para a Lu que quando ficava assim, vomitava e tinha diarreia. Detalhe que a dita era gata e claro que imaginar uma mulher bonita tendo esse colapso ao mesmo tempo não é lá algo muito interessante.</p>
<p>Chegando ao aeroporto de Parnamirim, com o “fuso” ao nosso favor (o voo tem três horas de duração, mas como o nordeste não segue o horário de verão, ganhamos uma hora), fomos recebidos por uma linda e calorosa chuva. O que para os que me conhecem, não é nenhuma novidade.</p>
<p>Além da água que caía do céu, estava lá o sogrão, a mulher dele e o amigo dele, que seria nosso, digamos, motorista particular em grande parte da viagem. Chegando ao bairro do Aeroporto (que é curioso, pois o nome das ruas começa com Aeroporto de <insira o nome de qualquer aeroporto brasileiro>) rapidamente tomamos um banho e fomos logo dormir, para descansar da viagem e da correria que havia sido o dia para viajar.</p>
<p>No dia seguinte – que ora nublava, ora chovia, apesar de abafado – ficamos na casa do amigo do Sogrão, já que havia sido combinado que iríamos na sexta para Areia Branca. Como o tempo estava um porre, ficamos por lá mesmo e comemos um churrasco assado numa churrasqueira em forma de porco. Bem pitoresco. Infelizmente esqueci de tirar foto da dita. Lá também nos foi mostrado um Peba, uma espécie de Tatu lá do nordeste, que o dono da casa tem de “estimação”. Quer dizer, guarda para futuros banquetes. Também tinha a Nina, a poodle da neta do cara que era um sarro.</p>
<p>À noite, resolvemos sair pelas redondezas, indo jantar num Espetinho, antes, resolveram fazer a limpa no coqueiro. Aliás, durante o tempo que fiquei no nordeste, praticamente troquei a água normal pela de coco, tamanha a abundância do dito cujo lá. Sinto abstinência, já.</p>
<p>No dia seguinte, logo de madrugada, saímos para enfrentar a estrada, não antes sem um bom banho gelado, já que chuveiro elétrico lá é artigo excêntrico, mas que para a gente – especialmente pelos meus dons pluviométricos – faz falta.</p>
<p>Mais para frente explico&#8230; </p>
<p><img src='http://www.osbonilhas.com.br/wp-content/uploads/2012/03/1329412386291.jpg'></p>]]></content:encoded>
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		<title>Apesar da cagada, o novo blog vem aí</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Feb 2012 02:10:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por conta de um erro para lá de idiota da minha parte (normal), a estreia do novo blog, com tudo que tem direito, como novos escritores, novo visual, nova linha editorial e, o melhor, mais atualizações. Infelizmente, a merda que fiz fez atrasar em dois meses o lançamento dessa merda toda. Espero que curtam essa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por conta de um erro para lá de idiota da minha parte (normal), a estreia do novo blog, com tudo que tem direito, como novos escritores, novo visual, nova linha editorial e, o melhor, mais atualizações.</p>
<p>Infelizmente, a merda que fiz fez atrasar em dois meses o lançamento dessa merda toda.</p>
<p>Espero que curtam essa nova fase e que eu não faça nenhuma nova besteira configurando tudo de novo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Estamos em obras&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 01:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Novidades]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230; mas sua opinião é muito importante para nós. Pule esse saco de cimento, dê a volta pela escada, cuidado com a lata de tinta e deixe um comentário aí para dizer o que está achando de tudo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Obras.jpg" rel="prettyPhoto[1513]"><img src="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Obras-300x206.jpg" alt="" title="Obras" width="300" height="206" class="aligncenter size-medium wp-image-1514" /></a></p>
<p>&#8230; mas sua opinião é muito importante para nós. Pule esse saco de cimento, dê a volta pela escada, cuidado com a lata de tinta e deixe um comentário aí para dizer o que está achando de tudo.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feliz Ano Novo in Sampa</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 17:00:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alegria]]></category>
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		<description><![CDATA[É isso mesmo, mandei o texto da Mega Sena antes do &#8220;Feliz Ano Novo&#8221;, afinal, são fatos que aconteceram no ano passado e não tenho culpa de não ter tido tempo para escrever no dia 31, aliás, não ter tido tempo quase o ano inteiro. Chega de &#8220;nariz de cera&#8221;. Tirando uma ou outra exceção, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É isso mesmo, mandei o texto da Mega Sena antes do &#8220;Feliz Ano Novo&#8221;, afinal, são fatos que aconteceram no ano passado e não tenho culpa de não ter tido tempo para escrever no dia 31, aliás, não ter tido tempo quase o ano inteiro.</p>
<p>Chega de &#8220;nariz de cera&#8221;. Tirando uma ou outra exceção, as comemorações de Ano Novo das quais eu participo, sempre são animadas e com gente legal, bacana e que, se pudesse, viveria sempre (well, na real eu vivo com uma e com alguns já vivi bastante tempo. =P). Nos últimos, sei lá, 15 para 17 anos (nem faço ideia das contas) passamos nossos réveillons (tá certo esse plural) na praia. Não precisamente na praia, mas em alguma cidade com praia perto. Talvez, desses 15 ou 17, tenha passado uns 70% na praia de fato.</p>
<p>Divaguei.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Praia.jpg" rel="prettyPhoto[1504]"><img class="size-medium wp-image-1505" title="Praia" src="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Praia-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a><br />
<small>Fugimos disso!</small></p>
<p>Foram festas em Guarujá, São Vicente, Santos, Praia Grande e Mongaguá, sempre ali com a família ou amigos por perto. Mas sempre com a gente tendo que se matar para correr com a logística da coisa, ora tendo que ver uma carona, ora tendo que ver o horário dos ônibus, ora tendo que chorar para sair mais cedo para não pegar (muito) trânsito. Muitas vezes fracassando miseravelmente.</p>
<p>Esse ano, por conta do feriado ser um fim de semana comum maledeto (2012, para compensar, terá quatro dias para Natal e quatro para o Ano Novo), depois de muito especular, quase decidindo ir para Mongaguá, resolvemos ficar por aqui por Sampa, passando o primeiro ano novo em nossa própria casa. Própria não, mas vocês entenderam.</p>
<p>Nisso, tentando ver para onde iríamos, descartando a Avenida Paulista por conta da péssima qualidade de shows escolhidos, qual não foi nossa surpresa ao receber a ligação de minha mãe falando que subiria com meu irmão caçula e um dos nossos melhores amigos para passar a virada com a gente. Aí foi correr para comprar as coisas para fazer a ceia e as bebidas.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Av.-Paulista.jpg" rel="prettyPhoto[1504]"><img class="size-medium wp-image-1506" title="Av. Paulista" src="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Av.-Paulista-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><br />
<small>Disso também. E sem correr risco de pagar peitinho no G1</small></p>
<p>Apesar de tristes, pela família da Lu estar longe e ela querendo estar lá com eles, e meu irmão do meio não ter vindo, foi uma das melhores viradas de ano que já passamos. Mesmo com chuva e trancados num apartamento que mal cabem duas pessoas, nos divertimos enchendo a lata de cerveja, batidas de sakê e sidra, além de uma ceia para ninguém botar defeito e, novamente, o Wii como carro-chefe para muitas risadas.</p>
<p>Ah sim, além do lance da <a href="http://www.blogdolua.com/2012/01/o-dia-em-que-quase-fiquei-milionario/" target="_blank">Mega Sena</a>.</p>
<p>Mesmo no domingo, ainda chovendo bagarai (grandes merdas, no litoral também choveu e os fogos devem ter sido fraquinhos&#8230;) ainda fizemos algumas coisas, apesar da preguiça e do corpinho de quase 30 estar no modo &#8220;recarga&#8221;.</p>
<p>Não sei se passaremos mais algum ano novo aqui no Santa Cecília no futuro, acho difícil, mas do jeito que foi, coloca fácil como um dos mais legais da minha vida.</p>
<p>Se bem que, como disse, estando com amigos e a família que amamos, quase todas essas festas são as melhores da vida.</p>
<p>Feliz Ano Novo, turma!</p>
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		<title>O dia em que quase fiquei milionário</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 02:36:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Bonilha</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bizarro]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Raiva]]></category>
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		<category><![CDATA[Bonilha Facts]]></category>
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		<category><![CDATA[Passou Perto]]></category>
		<category><![CDATA[Sorte]]></category>
		<category><![CDATA[Virada]]></category>

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		<description><![CDATA[O título também poderia ser &#8220;O dia em que ganhei na Mega Sena da Virada&#8221;, mas a experiência foi tão bizarra, que achei melhor usar esse. O título já entrega o conteúdo do texto, afinal, sem sombra de dúvidas, foi o mais perto que cheguei de, finalmente, ganhar na loteria. No maior prêmio do país. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O título também poderia ser &#8220;O dia em que ganhei na Mega Sena da Virada&#8221;, mas a experiência foi tão bizarra, que achei melhor usar esse.</p>
<p>O título já entrega o conteúdo do texto, afinal, sem sombra de dúvidas, foi o mais perto que cheguei de, finalmente, ganhar na loteria. No maior prêmio do país. E acumulado.</p>
<p>Apesar de ter o hábito de só jogar em concursos acumulados, geralmente da Mega Sena, sempre acabo fazendo outros de outras loterias que chego a levar quase um mês para conferir, principalmente quando vejo que o prêmio principal sequer saiu para a cidade em que vivo. Mesmo da Mega Sena, demoro para conferir o jogo. Na Virada não seria diferente.</p>
<p>Mas aí aconteceu um fato curioso.</p>
<p>Quando mudei de canal, logo que terminou não lembro bem o quê no sábado, ia começar o sorteio na Globo. Meu irmão, que estava por aqui para passar o ano novo (assunto para outro post, se não bater a preguiça) correu e pegou seu jogo único para conferir. Para variar, sei lá se por superstição, nem me preocupei em pegar os meus.</p>
<p>Ao começar o sorteio, não cheguei a prestar atenção nos números, até que o amigo que estava aqui, o Carlos, achou engraçado sair o número 03 por último, sendo que já havia saído o 55 (linhas de ônibus de Guarujá, que por algum motivo idiota, sempre jogo). Quando ele falou que também saiu o 04. Corri para pegar meus jogos e conferir, afinal, lembrava que tinha jogado os tais números. Mais unzinho que saísse e era lucro certo.</p>
<p>Nisso, o Bariceli já tinha saído e o JN já estava no ar. Entrei no twitter e fui procurar os números. Achei, conferi e vi que acertei 4.</p>
<p>&#8220;Porra, já deve dar uns 1000 e pouco, já que o prêmio é mais alto!&#8221;, comemorei.</p>
<p>Ainda fiquei puto, porque achei que tinha acertado a quina, pois tinha um 39 no meu jogo, sendo que saiu um 36, mas tinha visto a bolinha de ponta-cabeça.</p>
<p>Lembrei que tinha outro jogo e fui conferir:</p>
<p><a href="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Bilhete-cagado.jpg" rel="prettyPhoto[1491]"><img class="size-medium wp-image-1494 aligncenter" title="Bilhete cagado" src="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Bilhete-cagado-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Meu jogo: 03-04-28-37-46-55<br />
O que saiu:03-04-<strong>29</strong>-<strong>36</strong>-<strong>45</strong>-55</p>
<p>Reparem amigos, que nesse jogo não ganhei merda nenhuma, mesmo acertando três dezenas, mas o TRÊS números que errei são VIZINHOS dos que saíram. Não foi algo que passou longe ou um ou outro que deu a incrível coincidência, mas os TRÊS!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Luigi-Bariceli.jpg" rel="prettyPhoto[1491]"><img class="wp-image-1495" title="Luigi Bariceli" src="http://www.blogdolua.com/wp-content/uploads/2012/01/Luigi-Bariceli-300x169.jpg" alt="" width="300" height="169" /></a><small><br />
&#8220;O Bonilha se fudeu, heim amigos&#8221;</small></p>
<p>Obviamente que fiquei puto e não acredito até agora de ter passado tão perto de ganhar o sonhado prêmio de 170 milhões. A família me consolou e disse que, &#8220;pelo menos&#8221;, levei R$536,83 (junto com outros 85.581 filhosdaputa que meio que lamentam passar perto). Se o 39 que joguei tivesse saído, ou fosse 36 mesmo, seriam R$33.711,30, o que, aí sim, faria a alegria deste pobre escriba.</p>
<p>Enfim, nem retirei os 536 reais ainda, mas já tem destino certo: aplacar um pouco a ira do Santander tampando um pouco o rombo que tem lá. O que nem isso deve resolver direito.</p>
<p>Mas enfim, sei lá se terei outra chances dessas ou se passarei perto, mas uma coisa é certa: só não ganha mesmo, quem não joga.</p>
<p>E eu, pelo menos nos acumulados, continuarei tentando.</p>
<p><em><strong>Update</strong></em></p>
<p>Fui lá receber meu prêmio &#8220;milionário&#8221; e a moça da Lotérica disse que não poderia receber, apenas na Caixa, pois no meu jogo não acertei uma quadra, mas TRÊS quadras por conta da combinação do jogo de sete números!</p>
<p>É, que 2012 continue nesse embalo.</p>
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