Impressões sobre uma semana no Rio de Janeiro

Para variar, não reli. Se houver algo gritante, entre em contato com o lojinha.

Não gosto de escrever sobre os fatos muito depois de ocorridos, mas, por conta do cansaço e da falta de equipamento para escrever, isso vem sendo uma prática cada vez mais comum.

É o caso da minha passagem pelo Rio de Janeiro.

Foi uma semana bem interessante, causando surpresa logo na chegada com a vista do estádio João Havelange (Engenhão) e a Vila Olímpica usada nos Jogos Pan-americanos (e agora no Para Pan-americanos). O Engenhão, apesar do apelido feio herdado do bairro Engenho de Dentro, realmente é imponente, mas a Vila… Parece o CDHU do Maluf.

Depois disso, e um rápido tour pelas Linhas Amarela, Vermelha e uma Laranja (criada para o Pan), chegamos ao Hotel Royalty Barra, na Praia da Barra da Tijuca. Mais tarde conhecido como hotel do “não”.

Como não tínhamos muito que fazer, a não ser contemplar a vista da sacada do hotel que dava para um mar sem fim com duas ilhotas e um quebra-mar, junto com Edgar (fotógrafo companheiro de toda essa semana), resolvemos explorar o bairro.

Logo de cara, descobrimos que ninguém toma outra cerveja a não ser Skol. Como não gostamos de discordar de ninguém, acompanhamos a comunidade local em seus costumes.

Perguntamos sobre baladas, festas, confraternizações, mas infelizmente, ao contrário de SP, as coisas no RJ só acontecem nos fins de semana. Ou nos morros, lugares que não iríamos por conta da distância.

Um fato curioso da cidade é que não existe meio termo: ou o povo é muito gente fina (fato confirmado da outra vez que estive lá) ou é arrogante ao extremo. Mesma coisa no trato que a imprensa vê a cidade, pois geralmente superestimam os fatos da cidade. Tanto positivamente quanto negativamente.

É uma cidade linda, que tem uma convivência instável entre suas favelas, prédios de alto padrão, classe média e turistas. Possui seus problemas, mas que cidade brasileira não os possui?

É gostoso andar pela beira da praia, curtindo o vento batendo no rosto e deixando as preocupações de lado. É muito bom tomar uma Skol, papeando com os amigos e fazendo novos, que do nada, viram seus conhecidos de infância.

É uma cidade linda e seu povo, apesar da fama, é muito show.

Petrópolis – Nesse embalo todo, junto com meu companheiro fotógrafo, acabamos designados para conhecer Petrópolis também.

Sabe Campos do Jordão, mas bem mais bonito e imponente?

É Petrópolis.

Apesar das quase duas horas de viagem. A cidade é bem interessante, cheia de construções coloniais e históricas. O caminho para chegar lá também é bem legal. Não sei se é porque já enjoei, mas achei que colocou a Anchieta no chinelo.

Na volta um fato curioso. Cansado, dormi a viagem inteira, quando chegamos no hotel o Edgar falou para todos que foi o único que não dormiu. Ele explicou que o motorista chegou a dar umas ‘pescadas’ no trânsito parado.

Já pensou se ele faz isso na serra? Melhor nem imaginar.

Para encerrar, durante o evento descobri algumas coisas importantes:

1) Levar cuecas extras, caso esqueça que está com uma nova e entrou na Jacuzzi;
2) Tentar de todas as formas ir ao Maracanã para assistir um Botafogo X São Paulo;
3) Levar dinheiro extra;
4) Não se arrepender das coisas que ‘não’ faz;
5) Ir ao RJ em um fim de semana e conhecer o Castelo;
6) Ir à Praia;
7) Ir na piscina do Hotel
8) Sempre beber fora;
9) Não usar a internet de um hotel carioca
10) Minas é o meu estado predileto agora e quero morar lá.

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