dez 31 2011
O ano de 2011
Se teve algo que fiz muito esse ano foi escrever no último dia do mês. Aliás, se teve algo que NÃO fiz muito em 2011 foi escrever.
Acho que 2011 foi o ano que, infelizmente, me afastou do jornalismo. Por mais que eu participe do Visitantes FC ou escreva, mal e porcamente, por aqui. Até emprego na área eu recusei.
Não há dúvida que meu grande momento de 2011 – aliás, da minha vida – foi meu casamento com Lucilene. Depois disso, só foi pagar a conta da brincadeira.
2011 ficará marcado também por perdas que me abalaram de alguma maneira, caso do meu tio – que nem tive coragem de escrever sobre – e do Alê Rocha, que apesar de não ser próximo pessoalmente, conversava todo dia no twitter e acompanhava sua luta diária na torcida para tudo dar certo.
Foi um ano engraçado no que se refere a lazer. Primeira vez em anos que não fui em nenhum dia ao cinema, não fui a nenhum show e não fui ver o São Paulo jogar. Só vi um jogo da Lusa e só. Aliás, foi melhor que fiz do que arriscar a ver um jogo do tricolor e não passar raiva.
No primeiro semestre arrisquei a fazer francês e fui obrigado a parar por falta de verba. Nisso, tenho francês, espanhol e inglês agora. Tudo no nível básico.
É, 2011, tirando meu casamento, foi chato. Não deu para fazer nada, seja por preguiça ou dureza. Para 2012, acredito que será diferente, ainda mais sendo o ano 30.
Mas isso é assunto para outro post.
Feliz Ano Novo aos 2 ou 3 leitores que sobraram.


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