Mais um aniversário e daí?

Esse aniversário foi “estranho”, talvez por não estar tão na vibe de comemorar os 31 anos ou, sei lá, talvez esteja certa aquela definição para lá de besta de que “depois dos 30, não se comemora, só lamenta”.

Como acho essa última meio forçada, fico com a primeira opção.

Chato desperdiçar a chance de comemorar o aniversário num sábado (ano passado foi ducaralho), mas, realmente, não estava lá com muito clima de fazer qualquer coisa ontem.

Alguns meses de idade

Já fui lindo.

Aquela coisa de ver que certas coisas não deram certo, notar que viver de renda com uma mansão, um carrão e a mulher gostosa aos 30 não deram muito certo, com exceção da mulher, que a cada dia que passa está melhor do que nunca.

Enfim, negócio é trabalhar cada vez mais, continuar jogando na loteria (proj. Cido), estudar e ir tocando o futuro, com mais pé no chão e menos sonhos, já que apesar de sonhar ser muito bom, chega a atrapalhar na hora de fazer as coisas com a cabeça.

E vamos ver como será esse ano XXXI…

Trintão!

Pela primeira vez (acho) não publico um texto de aniversário na data exata. Chega a ser estranho, ainda mais numa data, digamos, especial, pois deixei os “Anos 20” e entrei nos “Anos 30”.

Repetindo:

30 anos!

Engraçado como há 10 anos, quando fiz 20 e estava na faculdade sonhando em conquistar o mundo e tudo mais, nunca imaginaria trabalhando no que eu trabalho e casado,sendo totalmente caseiro.

Se antes pensava nas baladas, TCC, todas as mulheres do mundo e, principalmente, em ter o mínimo de responsabilidade possível, hoje, já penso nos cálculos para comprar um carro, uma casa, com quantos anos quero ter meu primeiro filho, na pós que devo começar em breve e nas contas que nunca param de chegar.

Além da música ruim, teve até bolo!

No famoso review que sempre faço do ano que passou, não fui a nada de marcante como no Ano XXVIII. Não fui em shows, teatros, passeios. Nem em cinema eu fui! “Apenas” casei! Uma das melhores coisas que fiz na vida! Também ganhei na Mega Sena da Virada, mas o pedido saiu errado e “só” acertei a quadra, ganhando, se não uma mixaria, mas algo que só serviu para cobrir o rombo do especial. Digamos que comprava o PS3 e uma TV de 22 polegadas.

Aliás, a cada dia que passa, mais apaixonado eu fico pela Lucilene. E olha que já estamos há quase 5 anos convivendo juntos, mas sem nunca perder a chama da paixão e como se fosse o primeiro dia que a conheci.

Estamos erguendo os tijolinhos para construir isso que chamamos de “vida juntos”. Não temos ideia de quando vai vir o carro, a casa, o filho e até o PS3! Mas aos poucos, vamos pavimentando esse caminho. Sem sustos, sem afobação e sem fazer loucuras que possamos nos arrepender depois.

Talvez, a única coisa ruim do ano passado foi ter rompido, ou melhor, ter parado de falar com uma pessoa especial para mim. Mas, ao contrário do que acontece com a maioria. Eu valorizo as pessoas pelos momentos felizes que elas compartilham comigo e não nas dificuldades (quer dizer, valorizo também, mas guardo mais os momentos de alegria) e, infelizmente, no momento mais feliz da minha vida, essa pessoa resolveu que não deveria participar. Como foi a terceira mancada grave, botei no gelo. Pelo menos até ela resolver vir trocar ideia comigo e não ficar de recadinhos ou agindo como se nada tivesse acontecido.

Desculpe, divaguei.

Enfim, o grande momento da celebração desse início da “Era 30” foi com a família e os amigos – daqueles que posso inserir na categoria “Família – cantando e celebrando muito num karaokê aqui de São Paulo.

Faltaram algumas pessoas importantes, que infelizmente não puderam ir, mas meu amor Lucilene, minha mãe Lúcia, meus irmãos Rafael e Daniel, junto com as namoradas Cris e Thalita, meus velhos amigos Paulo e Diego, com a noiva Amanda, e os amigos mais “novos”, Lilian, Filipe, Márcia, Rafael, Johnny, Gabi, Eric, Gabi, Gaia, Leão, Nathália, Théo, Lilhá, Nayara e Ronaldo, que conheci aqui em São Paulo, mas levo no coração como se conhecesse desde o jardim de infância, estavam todos lá para agitar a “festa”.

Emocionante e bom saber que sempre poderei contar com essas pessoas (e mais algumas) faça sol ou faça chuva para poder sair e dar risada ou para lamuriar e reclamar da vida.

Talvez a música do Fábio Jr. (depois regravada pelos saudosos Raimundos) já nem faça mais sentido para mim, mas posso dizer que tentarei manter sempre esse jeito besta de ser, que marcou meus anos 20, para ser cada dia uma pessoa melhor e mais responsável nos anos 30.

Que venha o 31!

PS: Incrível como sempre mudo o título quando copio para o WP.

Ano XXIX

E já se foram 28 anos, entrando no ano 29 (sim, vou misturar cardinais com romanos e bagunçar tudo).

Antes de escrever este texto, resolvi dar uma olhada no que escrevi quando completei 28 anos. E quanta diferença.

Por incrível que pareça, praticamente cumpri a meta que queria naquele ano. Vi vários shows (mentira, só dois: Metallica e Bon Jovi), andei de kart (melhorando meu estilo de pilotagem, mas sempre me fodendo na pista), vi vários jogos do São Paulo in loco, infelizmente perdendo a semi da Libertadores, e, acho que o melhor e mais desejado de toda a minha vida, vi a Fórmula 1 no autódromo de Interlagos. E, tirando o show do Metallica, que eu vi com meu irmão caçula, fiz tudo isso com a minha companheira de toda a vida: Lucilene.

É engraçado, durante esse ano XXVIII, posso dizer que amadureci mais, não tenho ainda o emprego dos meus sonhos e nem o salário que gostaria – Mega Sena, vem ni mim – mas gosto do que faço e, se não era aquilo que eu desejava quando me formei lá no final de 2003, é algo que me dá prazer em fazer e ir me aprimorando, para sempre fazer melhor. Se já teve gente que falou que sou um jornalista fracassado, não ligo de ser, ainda mais depois que eu descobri o teto do salário dos jornalistas do jornal A Tribuna, o principal da região da Baixada Santista.

Aliás, chega a ser engraçado, minha profissão de formação virou um hobby, onde me divirto, e muito, escrevendo para o Baconfrito e participando dos podcasts e também escrevendo para o Visitantes FC.

Outra coisa legal nesses 12 meses que se passaram, foi o fato de finalmente focar em um objetivo concreto, deixando de lado a falta de foco. Era período que eu decidia mudar de área, fazer concurso público, estudar idiomas, fazer pós, enfim, uma porrada de coisas que, no final, só me fazia jogar dinheiro fora, não mirar em nada e não fazer nada direito. Apesar das dificuldades, decidimos, Lu e eu, focar em algo grande e que, com certeza, mudará nossas vidas para sempre.

Quanto aos meus amigos, foi um ano interessante, conheci, mais uma vez, muita gente legal, que espero que nunca perca contato, me livrei de pessoas que só traziam atraso de vida, principalmente as que tinham aquele discursinho “não gosto de gente medíocre”, sendo de marca e espécie maior. Também me reaproximei de amigos antigos e de longa data, mostrando que apesar do tempo e distância, continuamos os mesmos, rindo das mesmas besteiras e piadas do tempo de escola.

Por último, durante esse ano, tomei a decisão mais legal da minha vida, que foi oficializar a união com a Lu e casarmos na igreja. E a data está perto, praticamente daqui a duas semanas, logo, nem dá para celebrar e festejar tanto assim os meus 29 anos, já que terei coisa mais legal para comemorar.

Completar 29 anos é uma coisa estranha pelo fato de ser o último ano dos “20”, por mais que esteja na vida adulta desde os 18 anos, enquanto estamos nos “20” temos aquela sensação de adolescente ainda, de imaginar ter gás para balada e de que ainda podemos tudo, sem consequências. Apesar de não ser mais assim, é uma sensação legal. Mas, ano que vem, chegam os “30” e, nesse caso, não há mais como dizer “tenho meus 20 e poucos anos” e evitar a terrível sensação de “já sou trintão”.

Pura bobagem, eu sei, mas ainda acho que tenho a jovialidade e alegria dos meus 15 anos, e isso ninguém mudará.

Vinte e oito!

E cheguei aos 28! Mais um ano se passou, mais um ano se foi.

Engraçado, apesar de não ter a euforia dos aniversários da infância, os quais aguardava com ansiedade por conta dos presentes que ganharia, ou a expectativa dos aniversários da adolescência – onde esperava para ver onde iria, como iria e com quem iria comemorar – sinto que os anos passam e continuo ainda o mesmo cara com sonhos e lenha para queimar.

Se eu vejo meus amigos que cresceram comigo ou estudei junto, todos com a mesma faixa etária, noto que a maioria já casou, têm filhos ou entrou de cabeça no chamado mundo de responsabilidades, ‘morrendo’ e vivendo pelo filho (o que acho certo), pela mulher (mais ou menos) ou pelo trabalho (discordo totalmente). Deixando a vida deles de lado e, de vez em nunca, tomando uma cerveja na própria casa, com hora para chegar e sair de casa. Sem antes de precisar de uma autorização expressa.

Não estou criticando, aliás, de alguns desses amigos, acho bacana, já que estão felizes assim, até mais do que na época que eram solteiros, vagabundos e desimpedidos. Só acho que para mim ainda está cedo e que não tolero ver aquela ‘tia’ chata ou até meu próprio pai cobrando o netinho, o casamento a noite de casais, ou qualquer coisa parecida.

28! Metade de 14, praticamente duas adolescências, ou seja, duas vezes mais juventude para aproveitar, curtir, sonhar…

Se meu período de 27 foi da reestruturação, me ajeitando do período que fiquei na roça, seguirei o plano que fiz no começo do ano, vivendo, experimentando sensações e fazendo coisas que se ficar adiando, talvez depois, não consiga. Ir mais a estádios, andar de kart, jogar futebol, viajar, ver a F1 ao vivo, ir em shows, enfim, tudo dentro daquilo que, quando mais novo, sempre falava que faria e adiava sempre por conta da alegação da falta de dinheiro.

Não tenho meu emprego dos sonhos, não ganho o salário que gostaria e nem sei o que fazer para o futuro.

Só sei que acabo de completar 28 anos e estou cada vez mais o Marcos Bonilha que todos conhecem. Alegre, amigo e divertido.

Apenas um ano mais velho.

1 para 28

Para encerrar essa mini-saga dos meus 28 anos de vida, destacando as fases, momentos e coisas que me são importantes não podia deixar de citar o principal de todos: A minha Família.

Não à toa deixei por último.

Como todas as famílias, a minha não é perfeita, não lembra comercial de margarina, nunca foi à Disney, Europa, Miami ou, vá lá, no Paraguai fazer compras.

Da esquerda para direita: prima Raquel, primo Mauricinho, Tia Sônia, Daniel, Mãe Lúcia, Rafael, Vó Cida, Pai João, Mané Qualquer e Lú.

Durante minha infância era o que se podia dizer de uma família completa: mãe, pai, irmãos, cachorro, visita à casa de parentes. Uma coisa linda e o mais perto que se pode chegar de um comercial de margarina.

Já na adolescência e durante a faculdade, com constantes mudanças, problemas que já citei em post anterior, entre outras coisas, a família tomou rumos diferentes e minha mãe assumiu papel duplo, com meu pai tendo que se reencontrar. Meus irmãos e eu ajudando ambos, ou tentando pelo menos.

Na foto, difícil de achar e que @RafaelBonilha enviou depois de muita insistência, tem todos, mais a vó, uma tia, uma prima e o filho da irmã da prima na foto. Várias gerações, várias pessoas diferentes e muita história para contar. Faltou o irmão mais velho, que preferiu seguir outro caminho a fortalecer a união entre todos.

Amo demais essa família, por mais que tenha defeitos, problemas e que role mágoas às vezes. Mas se não fosse por ela nestes 28 anos, não seria o que sou hoje.

🙂

2 para 28

Contar uma história resumida de 28 anos em 5 dias sem citar as paixões, é a mesma coisa que comer bolo sem açúcar, ok?

Tá, a comparação não teve nada a ver com nada, talvez porque açúcar, doce, melação, essas coisas, tenham a ver com amor e paixão, ou porque, quando escrevi estas mal traçadas linhas, tenha comido um pedaço de bolo que faltou açúcar.

Minha vida amorosa, se não me falha a memória (e olha que ela falha bastante) é daquelas coisas que mais divertem meus amigos, tamanhos absurdos e desatinos do destino que aconteceram. Basta lembrar que perdi minha adolescência inteira (ou 5 e 6 anos da minha vida) apaixonado pela mesma garota. Que nunca fiquei, diga-se de passagem.


Foto tirada há 2 anos no casamento de um amigo no melhor estilo Uommmmmmmm

Bem, a moça da foto aí em cima, pode-se dizer que é a paixão da minha vida, tantos perrengues, coisas e bons momentos que tivemos. Chega a ser engraçado duas pessoas com personalidades tão diferentes ficarem tanto tempo juntas. Ela nunca entrou no blog (engraçado isso, mas nem ligo) e se entrar, capaz de mandar tirar a foto, por motivos óbvios. Como sei que a chance disso acontecer é perto de zero, coloco essa foto para representar esse momento dos 28.

Mais uma para terminar a série, já tenho ideia do que colocar, problema é arrumar a imagem para tal. Fico na dependência do @RafaelBonilha

3 para 28

Quem diria, essa pequena saga falando um pouco sobre minha vida até que está rendendo. Pena que comecei com um dia de atraso e o mesmo fará falta no que gostaria de colocar.

Como a escassez de fotos também está atrapalhando um pouco, o jeito é se virar com o que tem. A 3 dias de completar 28 anos, destaco hoje meu lado profissional e os 4 anos de faculdade de jornalismo.


Faltou o Vagner aí

Ah, o jornalismo…

Bem, nada de lamúrias, senão to ferrado nesse campo.

Sobre a faculdade, apesar de viver 4 anos com as mesmas pessoas, não foi aquela coisa maravilhosa e inesquecível como foi a época de ensino fundamental e médio. Talvez porque ali a gente já tivesse que encarar o mundo com seriedade, pensando no mercado de trabalho, responsabilidades, futuro, etc. E também porque, como toda faculdade, tivesse um ou dois caga-regra que estragavam sua aula e enchia o saco o tempo todo.


Entrevista com o Chico

Mesmo assim, ali fiz dois amigos para todo sempre e amigos que, vez por outra, a gente tenta se encontrar para tomar cerveja. Pena que fique só na tentativa.

Quanto à profissão, nada de mais, entrei numa fase engraçada, não exerço para ganhar dinheiro, mas como hobby, como aqui e aqui. Situação estranha, mas adaptável e me sinto feliz assim. Acaba saindo como uma válvula de escape.

Faltam duas, nem faço ideia do que colocar, amanhã defino o 2.

4 para 28

Sim, o post está subindo além do horário que deveria, mas estava procurando fotos dessa fase da vida, mas como já disse antes, ou estão na casa da minha mãe, ou foram perdidas para todo sempre, infelizmente.

Apesar de não ter tido maiores traumas, a minha segunda infância (entre 7 e 10 anos) e adolescência (até os 17) foi um período conturbado, com mudanças constantes, problemas e doenças na família, e perdas doloridas.

Como sempre gosto de retratar o que passou de bom, gostaria de registrar os amigos do bairro em que cresci no Guarujá ou da escola do fundamental, como não tenho nenhuma foto desse tempo, segue uma que achei por acaso no Orkut, do último dia no Colegial, com a turma da Base em cima de um ponto de ônibus, não faço ideia porquê.

6 para 28

Olá, cof, cof, cof. Tudo empoeirado por aqui, cof, cof, cof.

Bem, estou tentando recuperar este espaço e tentando me disciplinar para ter, pelo menos, um post por semana, enquanto não consigo, vou começar uma série que já começa atrasada, pois era para ter começado ontem.

Como alguns que me conhecem sabem, semana que vem completo 28 anos e, apesar de não ter nada de especial para dizer, ou algo de excepcional para fazer, decidi, nos próximos dias, postar algumas fotos contando a história da minha vida, com alguns momentos marcantes. Série meio egocêntrica, sem nada a acrescentar e que serve como curiosidade sobre minha pessoa.

Por falta de fotos, não poderei colocar as imagens que gostaria, já que a maioria está na casa da minha mãe ou se estragaram. Esta, que ilustra o post, é de um álbum separado para restauração, como ainda não deu tempo de enviar para a fotótica, vai assim mesmo.

Para começar, uma foto pouco depois de vir ao mundo, óbvio. Para variar, era o bebê mais lindo do mundo, como todos os bebês do mundo. Os olhos eram verdes que lembravam bolinhas de gude, ou seja, como podem ver, já fui bonito, fofo e disputado a tapa pela mulherada para me agarrar e beijar.

Olhando assim, todas tinham razão, não?

Vinte e Sete

Mais um 30 de março que chega.

O 27º outono que se completa.

27…

Engraçado. Nunca me imaginei com 27 anos. Aliás, 27 é um número tão estranho, sem significados…

Parece, mas nem primo é. Se divide por 3 e 9.

27…

O encerramento de um ciclo, que não foi dos melhores, para o início de outro, que se não é promissor, pelo menos enche de esperança, tamanho o otimismo deste que vos fala.

Parece a 27ª vez que escrevo isso.

É engraçado como fazer aniversário, uns anos atrás, era legal, interessante.

Havia aquele clima de festa, casa cheia, balões, bolo, brigadeiros…

Ok, isso faz tempo que não acontece. Aproximadamente…

27 anos.

São 27 anos de realizações, frustrações e sonhos. Já pensei em fazer várias coisas que não fiz e já fiz várias coisas que nem pensei em fazer.

Ainda não consigo me ver com 27 anos, mas, também não me via com 26.

Ano passado mesmo, reuni vários amigos no Guarujá e comemos uma carne regada com muita cerveja, numa noite para lá de divertida.

Acho que foram 27 garrafas e, perto, de 27 kg de carne.

Este ano, infelizmente, não foi possível repetir a noite do 30 de março passado. No mínimo, sairei com uns amigos, receberei uns telefonemas e, antes da meia-noite, lá para 23:27, já estarei em casa, provavelmente vendo o fim do CQC.

Vamos ver quando chegar no 28 como será.