2013: Ano da Conquista

Sei que abandonei de vez isso aqui e ainda estou pensando se renovo ou não o domínio e se já não mato o blog de vez. Como só de pensar em fazer isso, já me dá um aperto no coração, acabo deixando para lá, mesmo que fique abandonado, mas com seu arquivo ainda vivo por aqui.

Metas

Mas, mudando de assunto, não sei se farei uma retrospectiva como tenho mania de fazer, como sempre deixo acumular uma porrada de coisas porque quero fazer uma primeiro e, depois, não faço nada, farei diferente desta vez, indo direto ao assunto que deu na telha de escrever.

Nos últimos dois anos, batizei cada ano de acordo com um fato marcante pessoal. Se 2011 foi o ano da união, ano passado foi o da mudança, para este 2013 que acabou de chegar, espero e vou perseguir como ano da Conquista.

Para isso, listei algumas coisas, por ordem de lembrança, que perseguirei este ano:

Pós-graduação (prioritário)

Chutar o Santander (2x, mas se for um logo de cara, tá beleza)

Inglês (é, de novo)

Voltar a guardar dinheiro

Previdência privada (não confundir com o anterior)

Comprar ou financiar um imóvel (segundo semestre ou só 2014)

Carro (o mais desnecessário e ao mesmo tempo o mais arriscado de ir num embalo que pode rolar de acordo com as adversidades)

Perder a barriga (risos).

Enfim, poucas coisas, mas com cada uma envolvendo certa complexidade que pode envolver perseverança, dinheiro e vontade, ou ambos. Inglês já começo agora em janeiro, a pós depende de uns detalhes, assim como chutar o Santander e ver se acerto com a Caixa, resto depende do sucesso desses.

Torçam por mim e ótimo 2013 para todos nós!

Coisas que acontecem com o Lua – parte 2

Para quem acha que o que foi contado no post anterior já era suficiente (ou pouco) para passar vergonha, agora veio o balde de água (mais) fria.

Há pouco tempo, a empresa em que trabalho resolveu trocar as contas-salário por contas corrente, depois que um funcionário agiu de má-fé e deu um pequeno prejuízo para ela.

Até ensaiei um protesto contra isso, mas depois que prometeram limite, cartão de crédito e outros benefícios, resolvi, ainda com ressalvas, topar.

Enfim, todo mundo recebeu seus cartõezinhos, números da conta, cartas de “parabéns por ter escolhido o Banco Real”, entre outras viadagens.

Ao receber o meu, liguei para desbloqueá-lo, depois de tudo ok, ficaram de transferir para outro local para pegar a senha da conta. Murphy, como grande FDP que é, derrubou a ligação. Ao retornar, ninguém mais sabia de nada e diziam que, só teria a senha, após receber uma carta com a senha do Disque Real.

Recapitulando, para ter a senha da minha conta, seria preciso uma outra senha para acessar um serviço via telefone, mas que a tal da senha só chegaria via carta pelo correio.

Simples né. Também achei.

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