Eleições 2012 – Passei longe da festa da democracia

E vamos chegando, tirando o pó, as teias de aranha e tudo mais que tem por aqui. Como tá muito sujo, já que era muito tempo sem entrar por aqui, vou puxar a cadeira, acostumar com o ambiente, assoprar o pó da máquina de escrever e rezar para a rinite não atacar.

Hoje foi a famosa “Festa da Democracia”, aquela que o cidadão tem a chance de fazer valer a tal de “Ficha Limpa” e tirar realmente quem não presta do lugar que não merece. Infelizmente, nêgo mal sabe para quê serve um vereador, imagine ter noção para votar, afinal, para muitos, “é só mais um dia perdido onde somos obrigados a votar em ladrões, etc, etc, whiskas sachê”.

Já pensou, lá nos confins do Maranhão, nêgo com dedo de outro para votar? LOL

Foda, mas não é sobre isso que vou falar.

Esse ano acabei falhando, pois não transferi meu título para SP, acho de extrema importância votar e, se possível, encher o saco desse povo que se acha deus quando está lá, sendo que, na real, eles que tinham que nos tratar como deuses. Mancada minha, mas é algo que vou corrigir assim que liberarem.

“Marcos, você bem que podia fazer seu exercício de cidadania e ir lá em Guarujá votar, afinal, sua família ainda vive la”.

Justamente, mas quando escrevi esse post em 2008 não pude deixar de notar que as coisas não mudaram muito. Até cheguei a pensar em ir só votar para tentar tirar a Professora de lá, mas tendo em vista que o cara que gostaria que assumisse esse lugar não está mais entre nós e que gastar R$100,00 só para votar numa cidade que quero que se exploda não seria lá uma ideia muito inteligente, resolvi ficar por aqui por SP mesmo. Ainda “sequestrei” meio que sem querer (querendo) três eleitores, para passar o domingo aqui com a gente. Só fomos lá justificar, rapidinho, e voltamos para casa para curtir um domingo agradável.

Para quem acha que fiz um desserviço à democracia, em 2008, sem brincadeira, devo ter arrumado, por baixo, uns 30 votos para a atual prefeita e, uns 15 ou mais, para um dos vereadores que, pelo que me contam, também foi uma puta decepção. Isso tudo só no caminho entre a casa da minha mãe e a escola onde voto (cerca de 3 km). Numa conta idiota, a cada km, arrumei 10 votos para ela, sem ganhar nada em troca, só para tirar um governo a la Maluf e confiando num projeto de mudança.

Enfim, hoje vejo que não mudou praticamente nada, pode não ter o governo a la Maluf, mas é algo que foi pouco, mas bem pouco, comparado ao que esperávamos. Se tinha um pouco de raiva e até queria fazer campanha contra para tirá-la, achei melhor simplesmente ficar em casa, não me comprometer com nada em relação a Guarujá (sério, o rival dela, com chances, é o cara que fiz questão de tirar de lá), logo, era a boa e velha discussão de “Quem é o menos pior: a que deixou a desejar ou o Maluf caiçara? Preferi ficar de fora disso.

Vendo as pesquisas e levantamentos finais, estou até torcendo para ela resolver logo, pois não quero ter que sair de casa para justificar de novo, já que não tenho a mínima vontade de descer a serra só para escolher um prefeito de uma cidade que não é mais minha.

Na verdade, estou aqui digitando lamentando de não ter entrado nas discussões Serra x Haddad x Russomanno, essa sim, uma eleição que pode mudar muita coisa, inclusive no cenário nacional.

Para encerrar, espero que os poucos leitores que sobraram, tenham escolhido o candidato que melhor lhes representa e, mais importante, o cobrem depois. Isso sim, uma coisa que tem que mudar logo nesse Brasil.

Banho de Coca-Cola

Acho que a maioria aqui gosta de ler histórias em que me lasco de verde-e-amarelo.

Como também gosto de contar, então todos saem ganhando, principalmente vocês.

Na última segunda-feira, fiz um bate-e-volta em Guarujá – para ver um trabalho – e, justamente por ter ficado a semana anterior direto lá, não quis ficar por lá, optando por voltar no mesmo dia.

Raramente utilizo os serviços de ônibus com destino para a cidade, sempre indo para – e voltando – por Santos, por ser mais barato, cômodo e vantajoso, só pecando pelo tempo.

Justamente por causa disso, resolvi voltar por Guarujá, pois não estava a fim de ir até Santos, querendo voltar o mais rápido possível para São Paulo.

Continue reading

Muitas possibilidades, mas nada concreto

É galera, ficou largado aqui.

Mas, como tudo, há uma desculpa explicação.

Como alguns sabem, estou desempregado e à procura de um lugar ao sol e, no meio dessa famigerada crise – que virou desculpa para tudo – estou correndo atrás de tudo quanto é coisa.

Por enquanto, há muitas possibilidades e nada concreto, com a maioria das propostas no Guarujá, fazendo com que ficasse lá a semana passada inteira e já fizesse um bate-e-volta ontem.

Amanhã já tenho que descer a serra novamente, como tenho um outro compromisso lá no sábado, então já vou ficar direto.

Caso meu irmão tenha resolvido o problema de conexão com a Telefônica, acho que consigo postar de lá com regularidade, senão, sumo mais uma semana.

Abraços e, se der, conto a história do banho de Coca-Cola que tomei ontem, quando voltava da Baixada.

Refletindo um pouco

Depois de mais de uma semana longe, retorno para o blog.

Está certo que, em São Paulo, estou desde sábado, mas por motivos alheios à minha vontade (preguiça) não dei as caras por aqui.

Fiquei uma semana em Guarujá, queria visitar os amigos, ficar com minha mãe e curtir meus irmãos, coisas que faz tempo que não faço.

Infelizmente, por conta de diversos fatores – incluso aí a distância, já que minha mãe mora na parte mais distante de Guarujá – não consegui fazer metade do que quis.

O que me chamou a atenção nessa semana em que fiquei de brisa, mas sem sol e calor, foi o fato de não encontrar meus amigos e nem colegas de tempos atrás pela cidade.

Há mais ou menos dois anos, em qualquer lugar que fosse encontrava pelo menos uns dois amigos. Balada e barzinho então? No mínimo uns 10.

Mas, na sexta-feira, quando resolvi sair com um amigo, só encontrei uma amiga e, esta, já estava indo embora do barzinho com o namorado.

Na balada, depois, também encontrei pouca gente, mesmo assim, poucos camaradas de boemia de tempos atrás…

Mas o que será que acontece?

Continue reading

Eleições 2008 – Nova esperança em Guarujá

Faz tempo que não escrevo algo que preste faça refletir por essas bandas.

Como o assunto do momento são as eleições (e a crise financeira) achei por bom tom dar minha opinião sobre o assunto.

Como sobre São Paulo, capitais do Brasil e cidades-centro de regiões metropolitanas já foi falado tudo que tinha direito, vou salientar sobre a minha última eleição na cidade em que passei 15 anos da minha vida.

Acho que já falei aqui como “amo” Guarujá, por conta de seus diversos problemas e do povo que lá vive (estou com preguiça de procurar os textos e inserir os links), como o atual prefeito se mostrou uma decepção completa (o turco tem mais de 100 processos nas costas, fora as suspeitas e acusações que o cercam) fiz questão de descer a serra e fazer valer meu dever cívico.

A grande questão era em quem votar, pois as outras opções não eram assim tão boas, com exceção de uma, mas que possuía um problema onde o simples fato de me fazer digitar 1-5 já me fazia pensar no assunto.

Como conhecia a pessoa e seu histórico, ignorei esse pequeno problema e mandei bala na urna eletrônica, torcendo para ela ir para o segundo turno e acabar com a dinastia turco-otomana na cidade.

Continue reading