Indo embora de Recife, finalmente

Recife

Pois é, terminou minha estadia na Cidade do Frevo.

E querem saber? Não gostei!

O único dia que, teoricamente, teria alguma folga, choveu desgraça. No dia seguinte, sol.

Ou seja, a cidade não gostou de mim.

Normal, também não gostei dela.

As praias são vazias e, praticamente, ninguém mergulha, provavelmente com medo dos tubarões. A cidade inteira fede a esgoto e, por conta do excesso de propaganda e outdoor, há uma sensação de sujeira permanente.

Casa da Cultura, uma das poucas coisas que valeram a pena

Os nativos não são ruins, mas para arrancar uma informação é uma briga só, além de serem meio folgados e demorados com atendimentos ao público.

– O Extra é seguindo por essa rua?
– É sim.
– …
– E como faço para chegar até ele?
– É só seguir essa rua.
– Então tá.

Claro que não era só seguir a rua, tinha mais uns quatro quarteirões, além de dobrar ali e aqui. Ainda bem que não fui dependente das informações, senão me lascava.

De bom, só o Museu do Trem e a Casa da Cultura, onde só comprei um pedaço de pano.

Museu do trem, locomotiva da década de algum ano

Lembranças de “Estive em Recife e lembrei de você”, bonequinhos, areias em vidro, etc. são as mesmas em qualquer praia, só muda o nome dela.

Gostei das mulheres recifenses, não chegam aos pés das mineiras, mas são simpáticas, bonitas e muitos gostosas com corpões de dar inveja à muita paulista que se acha a tal. Só há uma enorme desigualdade de rostos, com algumas muito lindas e outras bem prejudicadas, mas isso é o de menos.

Enfim, minha estadia aqui não foi como esperava e, só volto aqui a trabalho novamente, pois não há nada muito diferente do que via em Guarujá, por exemplo. Se for para gastar energia, festa ou lazer no nordeste, tento a sorte em outra capital. Ou vou para outro país, que é mais certeza, pois parece que são todas iguais.

Bonito, mas choveu no dia de folga

Incrível que consegui ficar com saudades de São Paulo.

Amanhã encaro mais três horas de martírio no Itapemirim de asas e volto para a terra da garoa chuva apocalíptica.

Haja barrinha de cereais.

Comparando Gol e TAM

Recife

Pois é galera, depois de quase vir no ano passado, este ano não teve escapatória e cá estou na Praia da Boa Viagem, em Recife.

E pensar que, em 2007, dava um braço para essa viagem, mesmo a trabalho.

Agora, que estou aqui, dava um braço, uma perna e um baço para voltar no tempo e ir para BH.

Realmente, nunca estamos satisfeitos com nada na vida, mas é assim que funciona.

Desta vez, não me atrasei e cheguei na hora no aeroporto, o vôo foi tranqüilo e nenhum Learjet passou perto do Gol vôo 1798. Só uns aprendizes de demônio ficaram chutando a poltrona e não me deixaram dormir, além de descobrir que a Gol é uma empresa aérea terrível.

Quando fui para o RJ, de TAM, mesmo em uma viagem curta na ponte aérea, serviram pizza, bebida e ainda passaram um filme com a mensagem do presidente da empresa.

Nada de outro mundo.

Mas, na Gol, em uma viagem de três horas, só deram as fatídicas barrinhas de cereal, bebida e não passaram nada, absolutamente nada, para distrair durante a viagem.

Três horas sem nada para ver e não conseguindo dormir porque umas pestes não deixam, é dose.

E não querendo ser preconceituoso, mas já sendo, a viagem também mostrou como pobre é uma merda em qualquer lugar.

Povo barulhento, falando alto, interditando o banheiro, desobedecendo qualquer ordem de alerta, aviso ou orientação dos comissários e comandante de bordo, enfim, praticamente um Itapemirim ou São Geraldo, mas de asas.

Resumindo, já estou aqui e está tudo bem, a zica ficou por conta de um chuveiro vazando às duas horas da manhã, em casa, com alguém pelado tentando arrumar, levando choque com ele desligado e tomando uma ducha fria acidental.

Não vou entrar em detalhes, só digo que fui dormir perto das três da manhã e que o chuveiro está funcionando, pelo menos espero que esteja quando voltar.

Conheça o Blog do Bonilha experimental

São Paulo

Pois é, enquanto vocês acham que o Lua abandonou o barco, ou não anda com tempo para atualizar o blog, fiquem sabendo que apenas a segunda opção está correta.

Daqui a pouco estou embarcando para Recife cumprindo o penúltimo capítulo de um trabalho complicado e desgastoso, que ao final deverá revelar mais uma mudança radical em minha vida. Ou não.

Enquanto isso, tento concluir um curso de quatro semanas sobre Jornalismo 2.0, do Knight Center For Journalism in the Americas que, por conta de uma atividade, fez nascer mais um blog deste que vos escreve, o Blog do Bonilha (criativo, não?).

Enfim, algumas atividades são desenvolvidas e postadas lá, caso queiram ver como analiso alguns temas a sério, dêem um pulinho lá e deixem um comentário.

De repente, até vira mais uma cria do Lua, mas como Marcos Bonilha.

Abraços e amanhã estarei na Praia da Boa Viagem.