12 anos e 2 anos!

Eis que abril está indo embora e, apesar do aperto para ajustar as finanças, posso dizer que foi um dos melhores meses dos últimos tempos, mesmo estando em férias praticamente caseiras.

Explico, neste mês completei, respectivamente 12 anos de união e 2 anos de casado com Lucilene e, ao contrário do que sempre ouvia, a TV prega e, algumas rodas de amigos comentava, foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida.

S2

Melhor foto!

Lu não é simplesmente só minha esposa. Ela é minha companheira, amiga, confidente, amante, enfim, tudo! Entramos em frias juntos, compartilhamos de momentos mágicos juntos e passamos por toda e qualquer situação, seja boa ou ruim, juntos.

Claro que há brigas, óbvio que de vez em quando nos desentendemos e, certeza, que há dias que um quer estrangular o outro, mas nada que não dure nada além de um sorriso, um pedido de desculpas e aquele momento mágico de reconciliação que fortalece ainda mais a relação.

Uma das coisas mais acertadas que fiz na minha vida, foi casar com a Lu e construir esse caminho juntos, caminho esse que, quem sabe em breve, possa ter a participação de mais uma ou duas ou três figurinhas, não é mesmo?

Algo que, por enquanto, ainda não está nos planos (calma galera!), mas já estamos planejando para providenciar assim que possível.

Enfim, só escrevi tudo isso para mostrar o quanto amo essa mulher e o quanto ela é importante para mim!

Te amo Lu!

Para ser igual tem que ser diferente

Por Daniella Velloso

É incrível como homens e mulheres são diferentes. Até aí nenhuma novidade. O que me espanta, é como as pessoas lutam contra isso.

Você é daqueles que acha que é possível mudar a natureza de alguém? Eu não.

Para as mulheres, casamento é prova de amor. Para os homens, é conveniência ou pura conseqüência de um relacionamento duradouro.

Tipo “É, já enrolei o quanto deu, agora não cola mais…”.

Para as mulheres, datas especiais são datas onde algo especial aconteceu.

Difícil? Qual o problema dos homens em relação às datas?

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Ficando em casa no sábado à noite

O problema de ficar em casa em um sábado à noite chuvoso, e sozinho, é que você vai buscar a solução– se é que isso é um problema – na internet.

É meio desesperador. Você acessa o messenger, liga o Gtalk, conecta o Skype, vai em algum chat, manda mensagens no Twitter e espera algum convite para sair, tomar uma cerveja, um encontro, uma trepada (o céu), enfim, espera qualquer coisa. Só não quer ficar em casa vendo o Zorra Total, a mãe contando histórias da sua época, ou, pior, dormir cedo.

A situação piora ainda mais quando você, cheio de planos para o dia sabático, se vê sem saída porque sua galera cancelou o encontro no bar, a namorada vai ter que ir ao aniversário do primo de três anos (comemore se você não foi obrigado a ir) ou a amante recebeu uma surpresa do marido e você relegado a segundo plano (o que deve ser normal, diga-se de passagem). Aí a solução, que parece ser mais simples é caçar alguém na rede como você.

Algum pobre mortal abandonado que foi largado por algum semelhante que julgava íntimo, mas na primeira oportunidade, o largou para ser jogado à fúria infame do humor de quinta da emissora-mãe e a um filme que já repetiu 245564 vezes. Neste mês.

Às vezes a pessoa obtém sucesso e consegue descolar uma baladinha, um papo no bar e uma breja.

Também bate na trave.

– No msn no sábado?
– Pois é, a galera pipocou.
– Pô, vamos para a Fucking Rave Fest!
– Só se for agora. Mas você passa aqui?
– Passo, mas na volta não vou te deixar em casa.
– Ué, mas por quê?
– Você mora longe, complica.
– Mas você não vai passar aqui.
– É diferente.
– Ah, sim. Você vem, me tira de casa e, na hora que não há um ônibus na rua, você quer me largar no meio do caminho. Vai sifudê.
– Você não entendeu…

E bloqueia o zé mané acabando com uma amizade de séculos.

Até o próximo convite regado a cerveja, com ele pagando, claro.

Agora, se está num chat, pode apostar que, se for mulher, virá cantadas e propostas indecorosas de tudo quanto é lado. Caso seja homem, virão várias, mas para mudar de time, se é que vocês entendem.

É um saco ficar em casa no sábado, ainda mais chovendo, mas tem o lado bom, como responder seus recados no orkut que já estão lá há 6 meses, ler seus feeds, ou quem sabe, atualizar o blog, com posts sem pé nem cabeça.

Ou seja, tudo tem seu lado bom.

Ou não.

Saindo para ver The Dark Knight

São 18:50 e a pessoa que você espera não chega para a sessão das 19:00.

18:55 e ela chega. Corremos para o cinema atropelando meio shopping.

18:59 e a fiadamãe ainda pede pipoca.

19:01, comprada a pipoca e a atendente ainda tenta embolsar um real deste que vos escreve.

19:05 e entramos no cinema, já com o trailer rolando e uma galera procurando lugar.

19:06, encontramos ‘um’ lugar, ao lado da escada e me prontifico a ver o filme dali.

Por volta de 21:30, praticamente me mijando, satisfeito de ver o melhor filme dos últimos tempos (daqui a pouco tem resenha) e com as costas, pescoço e pernas destruídos.

21:33 Levanto e sinto a calça desgrudar do chão. Passo a mão e contesto um chiclete grudado na calça. De tutti-fruti.

22:00 A acompanhante pára de rir.

22:01 Depois de pagar a conta do Mc (blergh) contesto que nunca mais a chamarei para sair.

22:50 Chego em casa e vejo que o estado da calça está bem deplorável. Imagino que muita gente riu de mim.

23:10 O SP perde, não faço nenhum ponto no bolão e resolvo ir dormir. Boa noite.